domingo, 4 de fevereiro de 2007

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXX



Em que ao longo da queda do caloiro saca-rabos ao longo dos longos metros da Torre dos Clérigos, aumenta o espanto dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, e a par do espanto o entusiasmo, e sabendo-se quão grande pode ser o seu-dele entusiasmo não espanta que seja Neste que se relata a intervenção enérgica do Tuno Grande-Morsa que, sem que as Férias nas Biomédicas, ou um Regresso Recente ao Recreio da Sua Escola o pudesse prever, regrediu à sua meninice, amarrou um atilho à cauda do caloiro saca-rabos, e, qual papagaio de papel, correu com ele as ruelas do Porto; onde se arranja ainda espaço para contar que, alguma vez teria de ser, a estarolice do Tuno Grande-Morsa iria dar mau resultado, e este foi, não o ser atropelado, isso é muito difícil, mas o ter embarrado o cordel num fio de electricidade, e de como volta o povo a ter razão, “Há males que vêm por bens”, e se os primeiros já se sabe quais foram, e foram para o caloiro saca-rabos, os segundos aproveitaram, estava-se bem de ver, Finório e de Olho como é, ao Tuno Inca, que aproveitou o furo, para com umas luvas isolantes, correr como falso-lento que é à Boa-Terra de Armamar, com a Nova da Electricidade, e de lá voltar com o Tinto enVelhecido.

“Aguenta aí, Saca-Rabos”, ouvia-se o Tuno Inca gritar, margens do Douro acima.
Ao Tuno Grande-Morsa, Morsa Grande e Resistente, claro que não aconteceu nada.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXIX


No qual se prossegue o relato da longa queda do caloiro saca-rabos abaixo da Torre dos Clérigos, sendo esta uma das partes mais divertidas do percurso, uma vez que foi aqui que o Tuno-Honorário Mineteiro se lembrou de pedir ao caloiro saca-rabos que se multiplicasse, e todos sabemos que viajar sozinho não tem piada nenhuma, salvaguardando-se no caso dos Tunos Fodido e Honorário-Mineteiro, que preferem a solidão na estrada, e talvez um dia se juntem os dois, já se disse um dia nestas páginas, e portanto, e portanto neste troço da Torre, o caloiro saca-rabos contou com a companhia de si próprio, de si próprio e de si próprio, aproveitando os quatro para trocar experiências de viagens, enviar cumprimentos à família e para executar uma bonita coreografia de sapateado, que o Tuno-Honorário Mineteiro registou na sua câmara de vídeo, quiçá para utilizar já no próximo Musical da Tuna; em que aproveitando-se do facto do quatro ser um número redondo, o Senhor do Vale, solicita a presença das alimárias, na corridinha de estreiar do seu novo trenó vermelho;

"Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!", ouviu-se, e nós abemos, que só podia ser o Senhor do Vale.

Mas tu não apareceste, menina, na paragem de autocarro, porque, disseste, estavas muito longe de casa.
Onde andas agora?

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXVIII


Onde, com o eco do grito "nããããããããããããããão!" do Tuno Água-Benta por fundo, se descrevem as peripécias do caloiro saca-rabos nos primeiros metros da sua queda abaixo da Torre dos Clérigos, e que foram, o ter de abrir as suas últimas garrafas de vinho, e despejá-las como quem enche uma malga a partir de um jarro, na boca do mesmo Tuno Água-Benta, ao tempo que este calava o grito "Nãããããããão te atrevas a desperdiçar desse líquido", seguindo-se, por sugestão do Tuno Chiclete, que é quem se lembra sempre destas coisas divertidas e com o argumento inabalável, de não sujar as ruas da Nossa Cidade, a primeira exibição pública, e logo num palco maior, da arte do malabarismo, com uma boa meia-dúzia de porções bem moldadas do seu próprio cócó, libertadas a par da coragem, logo que sob suas patas, o granito do parapeito da Elegante Torre, deu lugar ao vazio.

"Que Bom, pensava o Tuno Água-Benta", saboreando o Bom-Tinto.

"Tem talento, sim senhor", "mas daqui até às 5 da tarde, que é quando acaba a noite, ainda vais ter muito que malabarar", pensava o Tuno Chiclete, sempre a gozar."

E o Tuno Honorário Mineteiro, no seu canto a pensar que podia aproveitar o número, para o Grande Espectáculo, Vinicultuna de Biomédicas-Circus.

A Ementa Da Semana



Tarde, mas veio.

Vinicultuna... dez anos de experiências.

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Quebra-se a Indefinição: Do Estadio Actual da Vida do Tuno Honorário Mineteiro

Vidente-Alegre-Que-Só-Diz-Palavrões

Dos Estadios da Próxima Vida do Tuno Honorário Mineteiro

1º estadio - Cachorro-Vidente
2º estadio - Cão-que-Abana-a-Cauda-Vigorosamente-e-Salta-em-Duas-Patas-para-Lamber-a-Cara-a-Qualquer-Desconhecido
3º estadio - Rafeiro-de-Pêlo-Gasto-e-Sarnento-que-Rosna-Rosna-Mas-Não-Morde

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Primæ decadæ


In nomenæ solenissima praxis.

Dæcimvn Vinicultunæ Biomedicvs-Tinto vitæ aniversarivm,

vitas et vitæd

Donæ Ælsæ Bacus Domvs, per pluvivs inter discembrus e januarius ad eternum est et seræ,

espectacular et magnificiente et decædëntis,

nuon per, nin puor deficit, maximus solenissimamentæ

comemocelebramatum est

ad

XVI horæ et I minutum - XXXI-I-MMVII

Ad maximus academicus rigoris.

Pissæ Cubis Magister Tunæ

domingo, 28 de janeiro de 2007

Dos Estadios de Vida do Tuno Honorário Mineteiro

1º estadio - Criança-Vidente
2º estadio - Pateta-Alegre
3º estadio - Velho-Que-Não-se-Lava-e-Só-Diz-Palavrões

Estadio Actual - Indefinido

domingo, 21 de janeiro de 2007

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXVII

Em que se revela o engenhoso plano urdido pelos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto para recuperarem com vida o seu caloiro saca-rabos, e que consistia em justapor na vertical, muito bem equilibradinhas, algumas escadas, e encostando-as à parede das traseiras da Torre dos Clérigos, por ela subirem Tunos Chiclete e Honorário Mineteiro, sem que a besta, o animal, o fedorento o percebesse, entretido que estava, na parte da frente do imóvel, com o ardiloso discurso do Velho Cinderella; e de como o que estava encaminhado se perde, porque alguém grita "Gatunos! Áquid'elrei!", e um prego que se espetara na sola do sapato de chiclete faz "clang" num degrau da escada, e o Tuno Mineteiro dá como sempre um pú muito sonoro e muito mal-cheiroso, atraindo-se sobre os escaladores as orelhas que ouvem bem no escuro, seguidas dos olhos que brilham como lanternas, seguidos do cérebro que se apercebe do logro, seguido da boca que diz "É um logro", seguido do acto.
E do grito dramático dos Tunos da Vinicultuna "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!", sobre o qual alguém dirá que nunca estiveram tão afinados, após o que se rirá, pensando ter inventado uma piada.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXVI


Onde se começa a cumprir a profecia, do Tuno Chiclete, e chegam ao fim as garrafas, levando o Velho Cinderella a levantar-se da relva e retomar as negociações da tarde com o potencial, enchendo de esperança todos os que expectavam, conhecedores como eram da elevadíssima capacidade argumentativa do Tuno Fundador, "Bernardo Alberto", lá estava ele a trocar o nome ao caloiro, faz sempre isso, e nós achamos um palavrão, "a Vinicultuna ainda não se viu manchada por um suicídio. Queres ser o primeiro, tudo bem, a ideia foi tua, já ninguém ta tira. Mas tem ao menos a decência de ir primeiro a casa trajar-te, não vá dar-se o caso de tua mãe, passar e ver..."

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXV

Dos consistentes argumentos com que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto intentaram em de que o caloiro saca-rabosse demovesse das suas ideias perigosas de se empoleirar na Torre dos Clérigos com as pernas ó-p'ra-fora, e que foram acenar-lhe com Garrafas de Pomada da Boa, "caloirinho, desce, olha o que trouxemos para ti!"; e de como uma ideia boa, se pode revelar frustrada, se outro a tiver tido antes, "Também tenho algumas, trouxe-as no bolso!"; em que uma vez esgotadas as boas ideias, os Tunos se resignam a assistir às esforçadas tentativas negociais, do Senhor Nogueira, filho de um comerciante da urbe. "Mete ao menos as pernas para dentro".

"Vocês não estã bem a ver isto...Esta noite só vai acabar lá para as cinco da tarde de amanhã", diz entusiasmado, o Tuno Chiclete.

sábado, 20 de janeiro de 2007

E Mais Outro...

Ao Falar-Mal por Amor. .. Caralho!

Outro Brinde

Aos Erros Ortográficos por Amor.

Um Brinde

Aos Pontapés na Gramática por Amor.

Em que Descubro Porque Te Escolhi a Tulipa Rosa-em-Branco

Manhã, pela janela aberta,
Água Névoa Gota Orvalho
Fresca, Brilha, Espelha, Espalha,
É Dia de Chuva-na-Véspera
Sê Bem-Vinda, Dia Claro

Azúis-Céus, Verdes-Campos;
Pretos, Roxos, Amarelos;
Vermelhos-Maçãs ou -Rostos-de-Velhos;
E lá vens, Rosa-Rosa-Rosa-em-Branco,
Teus lábios na tua cara,
Sê Bem-Vinda, Dia Claro.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Do Vinho, da Bíblia, da Vinicultuna, e da Rsolução dos Grandes Problemas da Política Internacional da Actualidade (dali)

Se em vez de dividir o Mar Vermelho, Moisés o tivesse enchido de Vinho, os conflitos do Médio Oriente ter-se-iam resolvido há 6000anos.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Grandes Frases - LVI

"O Zé Maria tem mesmo cara de estudante."



Sr. Veríssimo

sábado, 13 de janeiro de 2007

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXIV

Em que o caloiro pedro caralho diz "Ó Caralho", e o Tuno Juvenal Fodido responde, "És tu", e o caloiro pedro caralho volta a dizer "Ó Caralho", e o Tuno Juvenal Fodido "És tu, caralho, estás a falar sozinho? Estás bêbado?", e o caloiro pedro caralho, "Não, é o caloiro saca-rabos viegas caralho", e se segue o desviar conjugado do olhar por parte de todos os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, na direcção da Torre dos Clérigos, a que sucede corrida ruidosa "em tropel", ou "tipo estouro de elefantes" por parte de todos os Tunos, mas mais do Tuno Grande Morsa, entre a esquina de cá da Praça dos Leões e a esquina de lá da Praça de Lisboa, numa travessia de rua em bissectriz-cega-perfeita, com direito a buzinadelas de alguns condutores mal-educados.

"Nunca nos acontece nada", ri-se Inca, o Tuno Sábio.

No qual os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, estacam subitamente na esquina de lá da Praça de Lisboa, por lhes parecer, ilusão proporcionada pela distância - muito longe -, que vai o caloiro saca-rabos desagarrar-se, mas afinal foi só uma mão, para tirar um macaco do nariz, mas a ter ocorrido um segundinho antes, levaria à travagem da mole-inumana no meio da rua e à consequência de mais apitadelas ou pior.

"bah", encolhe os ombros Inca, o Tuno Sábio.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXIII




Em que, movido por pensamentos de angústia "ai...ai...ai...", desespero "AAAAAAAAAAAAI!AAAAAAAAAAAAAAAI!AAAAAAAAAAAAI!", tristeza "estou tão triste", e frustração "sou um frustrado", o caloiro saca-rabos se arrasta ausente pela alvorada do Porto, e na fuga-a-passo sem rumo começa a escalar sem destino a Torre dos Clérigos.

"Jovem!, Não faças isso que ainda te aleijas.", avisa a Estátua do Senhor Padre. E depois, avisada pelo Criador, dos pensamentos de Angústia que atormentam o caloiro saca-rabos, "Jovem! A Vida é um Dádiva! Não atentes contra a tua Natureza."
Em que, em mais uma prova de quão distantes estão Igreja e Comércio, o caloiro saca-rabos faz ouvidos de mercador aos conselhos da Estátua do Senhor Padre.

Sobre a Tuna, e a Cavalaria Errante

"Nunca vi um livro de cavalarias que tivesse unidade de acção, mas compõem-se de tantos membros que mais parece que o autor quis formar uma quimera ou um monstro do que fazer uma figura proporcionada. Além disso, são duros no estilo, incríveis nas façanhas, lascivos nos amores, desgeitosos nas cortesias, prolixos nas batalhas, néscios nas razões, disparatados nas imagens, e, finalmente, alheios a todo o artifício discreto, e, por isso, dignos de serem desterrados da república cristã, como coisa inútil."

...o Cónego, em conversa com o Cura, in "O Engenhoso Fidalgo D.Quixote de la Mancha", Miguel de Cervantes

Do Inverno

Tu não sabes nada, ainda
Dos amores que caem como folhas de outono
E são veludo no vento

Tu não sabes
Que o frio nos invade
Por dentro e por cima de nós
Há muros de gelo
Onde esbarram e se estilhaçam todas as palavras
E a dor acorda e embriaga e acaba
Em calmos prazeres, quentes e tristes
Feitos de pele, como o sol de Janeiro

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Nosso


de todos, mas sobretudo NOSSO

domingo, 7 de janeiro de 2007

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXII


Do depauperado mas merecido estado em que o Fim da Noite encontrou o caloiro saca-rabos, após o excelente trabalho do Tuno Póstumo; e de como os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto se regozijaram, e zombaram até considerarem pagas as ofensas.
"Isto não é Praxe, é humilhação", terá dito o caloiro saca-rabos.
E os outros riram-se, e um até lhe deu um biqueiro, "Se não gostas, sempre podemos voltar a jogar a pancada". E os outros riram-se.

sábado, 6 de janeiro de 2007

Grandes Frases - LV

"...ahí la tiene Maradona. Le marcan dos. Pisa la pelota Maradona. Arranca por la derecha el genio del futbol mundial. Puede tocar para Burruchaga... siempre Maradona... genio, genio, genio... tátátátátátá... gooooool... goool... Quiero llorar...Dios Santo viva el fútbol... Golazooooo. Diegoooo... Maradona... es para llorar, Perdonenme... Maradona, en recorrida memorable, en la jugada de todos los tiempos... barrilete cósmico...?e que planeta viniste para dejar en el camino a tanto ingles? Para que el país sea un puño apretado gritando por Argentina... Argentina dos, Inglaterra zero... Diegol, Diegol, Diego Armando Maradona. Gracias Dios, por el fútbol, por Maradona, por estas lágrimas, por este Argentina 2 - Inglaterra 0..."

Victor Hugo Morales

Uma vez morto, o Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, assume a sua verdadeira forma de Diabrete Alado dos Copos de Vinho das Senhoras... I

domingo, 31 de dezembro de 2006

Desejos Para 2007

-A abertura do Grande Bordel das Artes e do Vinho, o nosso novo cantinho no Velhinho Porto.
-A passagem dos caloiros josé-caralho, pedro-caralho, e saca-rabos a Tunos. Espero mesmo que eles consigam.
-Uma actuação no Aljube, em formato "De Dentro Para Fora".
-A entrada do Senhor Nogueira no Curso de Pastelaria financiado pela União Europeia.
-O início da nova série "Ao Serão na Tasca do Araújo", obra criativa aberta à participação todos os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto que explorará temas mundanos do noite-a-noite da nossa Casa de Fados.
-A descoberta de que um de nós (dos que já cá estão, não quero ninguém de fora), é canibal - ou antropófago que é outra forma de a gente dizer.
-A pacificação das relações com o Senhor Gepeto - as suas rabugisses estão perdoadas.
-Um Inimigo, por favor, Um Inimigo.
-Amigos novos nas ruas do Porto. Gostava muito que aquele acordeonista cego que anima há muitos anos a porta do Antiquiário na esquina de cima da Rua José Falcão nos acompanhasse num sarau.

-Mas sobretudo, a Prorrogação do Dom de Fazer as Pessoas Felizes.

Vou Já Cagalhão!

Antes que o Ano acabe...












...a Vinicultuna devolve o que não é seu:

"Aqui tem a sua Caixa de Ferramentas, senhor Gepeto.
Usamos alguns parafusos, mas as brocas do berbequim e o cabo do martelo já estavam partidos.
Muito obrigado. Desejos de um Feliz 2007."

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXI


Da Execução do Castigo...

...que atendendo à excepcional seriedade dos actos, foi entregue às mãos de um profissional competente, cujo trabalho é de há muito estrela, bússola, luz do percurso da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto.

"O meu avô também era barbeiro", disse o Tuno Honorário Mineteiro

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XX


Do Solene Conselho de Tuna.
Em que são julgados as desrespeitosíssimas acções do caloiro saca-rabos.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XIX

Onde se demonstra a falibilidade das avaliações de integridade, salubridade e maturidade de outrém, por juízes com princípios de camaradagem e bem-querer, com o exemplo concreto dos Bons Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto que, influenciados pela diligência, presteza e entrega observadas no caloiro saca-rabos na arte ultrapassar os desafios e ardis apresentados durante a Vida de Tuna, o interpretaram como apto a integrar a Embaixada da Tuna ao Casamento da Gentil Senhora Donzela Dona Rute, e o Senhor Tuno Fundador, Dom Velho Cinderella; em que se dá conta do Grave Mal de Protagonismo, Engraçadismo, Maioralismo, Espertismo-Saloio, Melhor-da-Sua-Ruísmo, -Terrismo ou Cantareirismo, Vedetismo, Xico-Espertismo, Mania-Que-os-Pitos-Comem-Alfacismo, e se alonga o relato para, abdicando-se da descrição as infâmias contra a honestidade das moças, se enumerar as sucessivas garotices e mumices desenroladas pelo caloiro saca-rabos ao longo da cerimónia, desmerecendo a confiança depositada, traindo Vinicultunos, incomodando convidados, ofendendo noivos e pais.
E os Tunos, “Sabes o que é?...Confiança a mais.”.
E a Mãe da Noiva, a Senhora Doutora Armandina “Isto realmente,... francamente... Isto realmente.”
E o Pai do Noivo, o Senhor Doutor Alfredo, “Grandessíssimo Filho da Puta!”, ele que até nem é dado a essas linguagens.
E a Irmã da Noiva, a Donzelíssima Senhora Doutora Ariana, recolheu aos lavabos, para, recatada, chorar.
E o Tuno Xiclete, à entrada dos lavabos, apelando a sua Dama, Musa e Senhora, “Não estás a ver bem isto, deixa lá, abre a porta, chega-me a esfregona, eu limpo tudo enquanto retocas a maquilhagem, esta noite só vai acabar lá para as cinco da tarde, e vai-não-vai, deixo tudo num brinquinho”, não se sabendo se seria verdade ou paleio, pois que, há uns meses se leu neste blogue, ser a casa do Tuno Xiclete local pouco salubre, onde abundam as moscas, e os sacos com lixo.
E os noivos, coitadinhos, assistindo impotentes ao arruinar do dia mais importante das suas vidas.
E os Tunos, acusando-se em círculos “Ele faz, vocês riem-se..."
E o Senhor do Vale, "Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

sábado, 30 de dezembro de 2006

Grandes Frases LIV

"Sobretudo, conservai entre vós um grande amor, porque o amor cobre uma multidão de pecados."
São Pedro, Primeira Epístola 4; 8

O Fabuloso Destino da Vaca Verde

Vaca Verde - Episódio Especial de Férias

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

A Vinicultuna...



...Já tem idade p'ra ter juízo

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XVIII






"Do Período Áureo de saca-rabos enquanto caloiro da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto; em que ele muito cresce humanamente, através do desempenho com sucesso e bravura de sucessivas missões, que não tarefas, que para essas já temos um Técnico de Execução, o Senhor Nogueira, que muito estimamos; em que são descritos os raríssimos ingredientes, há muito esgotados que o caloiro saca-rabos conseguiu disponibilizar ao Tuno Honorário Mineteiro, para que este confeccionasse, um requintadíssimo manjar; onde o caloiro saca-rabos vence, todas à uma, a hipotermia, a hipoxia e as dores de costas, que às vezes até são o pior, confundindo os sábios da Medicina; em que se dá conta de como o caloiro saca-rabos se intrometeu na coreografia de dança do Coral de Biomédicas - e das chatices que isso deu, das pessoas que se zangaram, das que deixaram de se falar, das que diz que disse, e das lágrimas que ser verteram; em que se avalia a altura do Tabuleiro Superior da Ponte de D.Luís, e se cronometra o tempo durante o qual conseguiu o caloiro saca-rabos manter entre aquele e o Senhor Douro, um jacto contínuo de urina de puro vinho, e esta proeza é que foi!;
Onde por fim e por exaustão, que não por preguiça, se omite outros, muitos outros feitos, pois que muitos mais houve!

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XVII


"Em que, uma vez resolvidos os pequenos mal-entendidos, através do nobre jogo da pancada, Tunos e caloiro apertaram as mãos, e se dirigiram a casa da Amadíssima Vaca Verde, onde, após magnífica serenata, mais pelo dedilhar de Juvenal (ah! Grande Juvenal!) na Guitarra Portuguesa, do que pela voz do caloiro saca-rabos que por esta hora ainda cuspia sangue, lhes foi franqueada a porta e servido o Tradicional Esparguete.
Que bom.
Estava quentinho."

Caso Clínico de Outro - Da Convalescença - Epílogo

"Cheguei a casa, e disse à minha mãe e à minha irmã, "Vou dormir. Vocês vão lá espreitar. Se eu estiver a dormir, deixem-me dormir."
Fui para o quarto, e sentei-me na cama. Assim, com as mãos na cabeça, pensar na coisa, a reflectir no que tinha passado.
Depois deitei-me. Deitei-me à larga, de braços estendidos. Vinha habituado às camas do hospital, parecia que estava num navio.
A minha mãe e a minha irmã foram lá espreitar, e dizem que eu estava a dormir.
Dormi seguido. Das onze da noite, às três da tarde do dia seguinte...
... Acordei cheio de fome! Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

Caso Clínico de Ouro - Sobre a Doença, Sobre a Cura- X

"Veio o meu cunhado buscar-me, e fomos para o café.
Eu estava lá no café, assim acabrunhado, e... e envergonhado. Envergonhado de estar doente. Porque estar doente... é uma humilhação. É não ter saúde, que é aquilo que a gente mais tem. É sentir a fraqueza da doença.
Eu estava no café envergonhado, a ver as pessoas passar, e quando reparei, já estava ali sentado há hora e meia sem dores. Eu no hospital, tinha de estar sempre a mexer. Sentava-me. Levantava-me. Deitava-me. Não conseguia estar 5 minutos doía-me o corpo todo, doiam as costas. E ali, já estava há hora e meia sem dores.
Virei-me para o meu cunhado e disse... "Olha! Estou Bom!""

Caso Clínico de Ouro - Do Fenómeno -IX

"Na noite antes de ter alta, não conseguia dormir. Acordei com insónias. Tinha muita comichão. Chamei o enfermeiro, ele ligou a luz, olhou para mim assim com uma cara, e disse, "Tem o corpo cheio de pintas vermelhas e brancas. Disse "você está perdido", e foi chamar o médico.
Tinha o corpo cheio de manchas vermelhas. Foi um fenómeno."

Clássico de Natal

1997, Caderno Literário, assim debutava no Univeso Cultural Biomédico este que aqui assina.

"Consoada do Caixeiro Viajante"

Guiava sem qualquer firmeza,
E mal olhava a estrada.
Lembrava a mulher e a filha,
"Rezamos enquanto viajas..."
Mas durou pouco a tristeza,
Cedo findou a saudade,
"É Natal, mas que se quilhe,
Esta noite vou às gajas."


Perdoem-me o auto-elogio, mas digam-me se não é um magnífico exemplar do que deve ser um poema curto com drama, comédia grotesca, reviravolta e final surpreendente.

Contos de Natal por Começar

No primeiro, à Menina de Lisboa, sozinha na véspera de Natal na cidade para onde veio trabalhar, teria sido oferecida uma viagem labiríntica pelas ruas e pelas almas de um Porto que não conhece. Entre História, histórias, vidas e lugares, gente estranha e comum, ela apaixonar-se-ia.
não fosse eu tão burro

No segundo, em vez de Oh!Oh!Oh!, o Pai-Natal, de trenó vazio, regressa a casa seguindo o autocarro, com um lamento Oooooooh!


Ai, que saudades, venha o próximo Natal.

domingo, 24 de dezembro de 2006

Noite Feliz...


... como todas as outras

Aos Tunos da Vinicultuna



Hannöver, Herrenhäuser Gärten, "Grötte" Nikki Saint Phalle

Boas Festas

São os Votos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto.
Por um Natal Minimalista.

Caso Clínico de Ouro - A Salvação - VIII

"Eu nessa altura só comia os chocolates que o homenzinho me tinha dado. Comecei a obrigar-me a comê-los. Era isso, e as frutas que o meu cunhado me trazia todos os dias. Foi com isso que sobrevivi.
O meu cunhado chegou e disse
"Ah! Homem Morto, Homem Resistente!"
Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

Caso Clínico de Ouro - O Enviado - VII

"Na primeira cama estava um homenzinho, um velhote que não tinha pernas. Um dia chamou-me. Acenou-me com o braço, e disse "Venha cá!, Venha cá!", muito brusco.
Pediu-me para abrir a gaveta, e para tirar de lá uma caixa de chocolates. "Dê-me um chocolate." Eu dei-lhe, e ele mandou-me tirar um. Eu não queria, mas ele insistiu "Tire um, tire um." Eu nunca tinha reparado no homenzinho. Quer dizer, sabia que ele estava ali, mas nunca tínhamos falado. Mas ele, sabia quem eu era."Você tem de o comer. Tem de o comer."
Abri o chocolate e meti-o à boca, mas aquilo não descia. Tive de dizer "Eu tenho de comer isto". E enfiei os dedos na boca, e empurrei o chocolate para o fundo.
O velhote obrigou-me a ficar com o resto da caixa "Leve o resto. Leve o resto. Você tem de comer."

Caso Clínico de Ouro - Da Fraternidade -VI

"Costumávamos ir lá para um cantito das escadas, no corredor, junto aos vidros, fumar uns cigarritos.
Havia duas raparigas das doenças infecciosas, que saíam todos os dias, não sei como, e voltavam com cigarros. Havia um de Bragança que já estava internado há mais de um ano. Não sei o que é que tinha, mas era coisa séria e tal, e havia outro, do piso de cima, que tinha as pernas inchadas, mas uma mais que outra.
O de Bragança, morreu-lhe o pai. Foi um problema. Os médicos não sabiam como lhe haviam de dizer... Ele no ano anterior já tinha ido a casa por essa altura, por causa da matança do porco, e depois tinha voltado. Então eles deixaram-no ir, ele julgava que era pela mesma coisa. Depois não voltou. Nem sei o que é feito dele... Nem do das pernas inchadas, depois de sair nunca mais o vi. Não sei o que é feito desse povo..."

Caso Clínico de Ouro - Um Raio de Luz - V

"Então um dia lembrei-me do que o meu falecido Pai dizia de quando tinha estado internado; sempre que um doente começava a não comer, isso era um sinal de morte...
Alto lá!"

sábado, 23 de dezembro de 2006

Outro Lamento, se Possível, Mais Triste Ainda

Estava lá fora a ver os golfinhos, quando o vinho beberam.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Lamento

Estava lá dentro a beber vinho quando os golfinhos passaram.

Grandes Frases LIII

"..."



Afonso (Quando questionado pelo pai sobre o seu estudo)

domingo, 17 de dezembro de 2006

Caso Clínico de Ouro - Da Doença - IV

"Não comia. Estava doente, não comia.
Eu que nunca tive pesadelos, até pesadelos tive! No hospital, na cama alta, tinha medo de cair. Não sei o que sonhava. Via tudo preto. Como alcatrão. Sò me via a mim, e tudo preto. Não me acontecia nada, mas ficava oprimido. Era um pesadelo.
E não comia nada.Eu pesava 76 kilos. Mais ou menos. Cheguei a pesar 43!
O que me valia é que ainda ia comendo umas frutitas. O meu cunhado ia ver-me todos os dias, levava umas frutas. E cigarros.
Uma vez falharam os cigarros, no dia seguinte andei pelo chão, a apanhar varonas...
E não comia nada."

Caso Clínico de Ouro - Do Lento Despertar - III

"É curioso, que há pessoas que têm muito pêlo nas costas, e quase nenhuma barba. Mas eu tenho bigode quase até aos olhos Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!
Então uma vez, depois de acordar, sentei-me na cama, peguei na gilette, e comecei a desfazer a barba.
Depois pus-me a olhar para o espelho, a passar a mão no rosto... e disse
"Ó menino! Estás magrinho!"... Eu por baixo desta barba, tenho cara de menino... E tinha perdido mais de trinta kilos. "Ó menino estás muito magrinho..."

Fábula

"Um Belo Presente de Natal", pensexclamei, ao descobrir o título no alinhamento da prateleira. Muito bonita a edição da Prefácio, com motivos de tipografia, a preto na capa branca, e a escoltar o início de cada capítulo.
"Um belo presente de Natal... para quem?", continuei comigo, folheando a obra.
Já com a resposta em mente, deixei a aleatoriedade da pesquisa, e abri as páginas do índice, "Vamos lá ver quantas fábulas foram dedicadas a temas do Nosso Bom Vinho."
Com muita satisfação, vi confirmada a predição, ali estavam "A aranha e a uva", "O aldeão e a videira", "A parreira e a velha árvore", "O salgueiro e a videira", mas sobretudo, a acabar, a extraordinária fábula que aqui deixo:

O Bêbado e o Vinho

"Um camponês, numa tarde em que tinha bebido mais do que a conta, disse à mulher:
- Traz-me outra garrafa.
- É a última- respondeu a mulher, dando-lhe a garrafa - .Se a bebes não sobra nenhuma.
- Óptimo - exclamou o camponês -. Quero esgotar todo o vinho que haja cá em casa, quero acabar com ele. E, cheio de raiva, bebeu um copo atrás de outro, até esgotar a garrafa.
Ofendido, o vinho decidiu vingar-se do seu bebedor.
Quando o camponês saiu para apanhar um pouco de ar e acalmar o ardor que sentia no corpo, o vinho fê-lo trocar as pernas, atirando-o de cabeça para a mais suja das estrumeiras."

Fábulas,
Leonardo da Vinci

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XVI


Da Tolada do Magister .

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XV


Durante o qual a Donzela Vaca Verde se volta para se despedir com olhos lânguidos de vaca do caloiro saca-rabos, assistindo à execução das tesouradas e unhadas que lhe cabiam; apercebendo-se o caloiro saca-rabos da testemunha inesperada da sua humilhação, sente-se na obrigação de se elevar perante os olhos grandes, tristes, húmidos de vaca da sua Senhorinha, pelo que, apelando ao vetusto Código de Praxe, reclama, uma vez aplicada a pena, o direito de "jogar a pancada" com os seus verdugos; sucedem-se as sucessivas recusas em "jogar a pancada", por parte do Tuno Fundador, o Velho Cinderella, com o pretexto válido de ser Mestre de Artes Marciais, e Veterinário, não podendo jogar a pancada com animais; do Tuno Honorário Mineteiro, alegando a contra-indicação total para o jogo da pancada que é o porte de óculos; e do Senhor do Vale, a pretexto de ter de ir para a paragem, para não perder o autocarro das 5 da manhã; no qual se perfilam perante o caloiro saca-rabos, e são sucessivamente derrubados através do "jogo da pancada", os Tunos Água Benta, Inca, Grande Morsa e Fodido, sendo que ao Tuno Grande Morsa coube a pior parte, já que, antes de ser derrubado, viu-se por dentes afiados, atacado nas partes baixas, a que os homens rudes chamam colhões, e os de dizeres refinados quilhões;
por momentos temer-se-á o pior, valendo para sossegar os aflitos, a justificação por parte do Tuno Grande Morsa de ser o triângulo preto visível entre suas coxas, a parte anterior de umas cuecas muito sujas, e não um buraco fundo; em que exclamando "...Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuf! Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!" entre o local da refrega, e a paragem de autocarro, o Senhor do Vale conclui a récita de um poema épico .

Valerá a Grande Morsa que ninguém se lembrará de fazer a observação, de que, a não ser o triângulo preto que separara as suas coxas um buraco negro, como é possível que dali saia a cabeça do Tuno Fodido?

sábado, 16 de dezembro de 2006

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XIV


No qual, após a saída da Senhora Donzela, se confronta o caloiro saca-rabos com a indelicadeza cometida por este, apresentando-se acompanhado em jantar de Tuna sem aviso prévio, e pelo total alheamento durante todo o jantar, privando os Tunos da sua companhia.
Como é habitual nestas graves infracções, à reprimenda segue-se a aplicação do inevitável e pedagógico castigo.
"Isto custa mais a nós do que a ti!", diz com algum pesar o Sábio Tuno Inca.

Caso Clínico de Ouro - da alienação parcial dos estados de desorientação transitórios - II

"Levaram-me para o Hospital de São João, e internaram-me numa enfermaria.
Sò que não havia camas na enfermaria de homens, tiveram de me levar para a enfermaria de Doenças Infecciosas de mulheres. Eu estava numa sala sozinho, numa espécie de corredor de passagem. Tinha uma enfermaria de mulheres para um lado, outra enfermaria de mulheres para o outro. Mas naquele quarto do corredor só estava eu.
Eu nos primeiros dias só dizia:
"Tenho fome! Tenho fome! Tenho fome!"
E do outro lado uma mulherzinha respondia.
Não sei o que é que ela dizia, só sei que era ela de um lado e eu do outro, Ah!Ah!Ah!Ah!Ah! "Tenho fome! Tenho fome! Tenho fome!" Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

A la Table avec la Tune, le Ménu à Le Minétiére a la minute - I

parce que nous sommes un group académique, et la céne des groups académiques, elle doit commencer par le fin, nous irons commencer cette rubrique avec une Déssert

Banane aux Compote de Cérise

Ingredientes:
- une banane descasquée par notre Singe de Cuisine;
- deux, trois, quatre, cinque, je ne sai pas, depend du tamanho da banane, couilléres de compote de cérise (moi-même, je use la Compota de Cérise des "Compotas Tradicionais de Lamego", parce qu'elle a des piéces de Cérises intiéres a son coeur);
et deux, trois, quatre, cinque, je ne sai pas, depend du tamanho da banane,
de les cérises intiéres qu'y on été mergulhé ao coeur de la compote

La importance de la dégustation d'un bon plat, passe tant par la forme comme il doit être cozinhé, presentée, mais também mangée.
Dans le case de cette déssert ça y est FUN-DÁ-MEN-TEL
La joie de manger ce déssert passe pour l'art de la mangée. Le plaisir ser proportionel a la dificulté de la manger.

Le Garçon, doit placer la Banane Descasquée dans deux doits (Le Polegar, et l'indicateur) du Gourmet.
Le Gourmet doit ségurer la Banane son extrémité inférieur (la extrémité qui a la parte noirette et dur)
Le Garçon placera des Cérises Intiéres aux long de la Banane.
Depuis, le Garçon servira la Compote. Il doit laisser la compote, en un fio trés fino, aux long de la Banane, pour molhar tout sont comprimento.
Ici, sera temp pour le Gourmet demontré son agilité. Il doit manger la Banane avec Compote de Cérise avec grandes trincadelles, et il doit éviter que les pingos de la compote tombent dans la table.
Comme le faire?
Il doit d'utiliser les doits de l'autre main.
Quand un pingo de compota va a tomber, le doit de l´autre main servira comme une séconde banane qui va apanher la Compota.
Le Gourmet doit soucer le doit pour dégouter la Compota.
Mais... et quand la Compote qui a tombé de la Banane pour le Doit de âutre main, va tombé une autre fois pour la table?
Mais... Ça c'est l'objectif!!!
Le Gourmet doit utiliser la Banane pour éviter ça!
Le Superbe-Gourmet est le que est habile pour passer le même Pingo de Compota entre la Banane de son Main Doite, et les doits de son Main Gâuche mille fois, enquanto mange le resto de la Banane.



Hmmmmmm!... Que delícia!
Mnhã, Mnhã!
Slurrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrp!
Buuuuuuuuuuuurp!
Soube a pouco.
E a toalha ficou limpa!

Caso Clínico de Ouro - De um Encontro Prometedor ao Diagnóstico - I

De costas para o Piolho, alguns metros afastado da porta. Rosto avermelhado a sobressair da barba, do chapéu e do sobretudo. Está frio. Abre os braços e o sorriso:
"Que saudades!"
Já não nos víamos há mais de um mês.
"Vamos beber um copo?Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

Uma das melhores viagens do mundo faz-se à noite entre o Piolho e o Aviz. A passo lento, muitas vezes interrompido para dar conta dos pormenores.
Desta vez fizemos uma variação, pela Travessa de Cedofeita, um snack-bar árabe que não conhecia. Foi-me apresentado, bem como a donzela. Depois José Falcão, até ao início da Rua da Fábrica (que ali se chama de Santa Teresa, corrigiria o TóZé), onde se reavivou a memória.
"Lembra-se do outro dia, da pancadaria? Não voltaram a aparecer, mas se voltassem, até podia vir um grupo, não havia problema. Eu dantes tinha uma supremacia... E mesmo agora, se não me tivesse dado a meningite..."
"..."
"Foi em 1993, por esta altura. Tinha feito anos no dia 20, e três ou quatro dias depois, deu-me a meningite."

Ontem Foi Um Dia de Sorte - XXI

Depois de ter saído tarde do jantar-oficioso-de parte-do-serviço, na Adega dos Caquinhos, onde, por distracção acabei por beber a garrafinha de verde tinto, e ido para casa preparar o caso clínico para a reunião de serviço, acabei por ser elogiado no fim da apresentação.
Estou orgulhosíssimo.

Ontem foi um dia de azar

Passei o dia todo rameloso e com os olhos vermelhos. Espero que não tenha nada a ver com o macaquito que há um mês me trepou para o colo, e eu, antes de me lembrar que era uma coisa muito estúpida porque há macacos que passam micróbios para a gente, lhe enfiei o dedo mindinho na boca, e deixei que me mordesse.
É que eu já sou míope, e não quero ficar cego.

Os Nossos Outros Valores - XXV

"A Vinicultuna rege-se pelos códigos da Cavalaria Errante."

"Os Tunos da Vinicultuna sabem apertar os cordões na forma de Nome de Donzela."

"O s elementos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto que não sabem tocar guitarra foram proibidos pela Senhora Dona Amália, de continuar a ficar atrás delas a fazer coreografias patéticas quando ela aparece ao serão na Tasca do Araújo. Agora sentam-se na primeira a patear e pigarrear."

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Notícia Agradável entre Riso de Histeria Contida, e Sininhos de Felicidade

HiHiHiHiHiHiHi!
Indagando por ti
ouvi
que indagavas por mim.
Sim!Oh! Sim!
Timdrlimdrlimtimtim!

domingo, 10 de dezembro de 2006

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XIII


Em que, num acto repetido ao longo dos séculos por quase todos os caloiros de Tuna, o caloiro saca-rabos se apresenta em jantar de confraternização da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, em companhia de sua amada, que, lamentavelmente, não apresenta aos Senhores Seus Tunos, de quem se alheará durante toda a refeição, só tendo olhinhos para ela.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XII


No qual, num gesto que para o comum mortal será incompreensível, a Vinicultuna abre os seus compridíssimos braços, para receber a prodigalidade de saca-rabos, e fecha os seus comprídissimos braços para abraçar a prodigalidade de saca-rabos, e a isto se chamará "Perdão"; e como a Vinicultuna é grande, Grande, Muito Grande, Enorme (além de Biomédicas-Tinto), ao caloiro saca-rabos será oferecida a Serenata.

Muito bonito o pormenor da lágrima que do olho esquerdo da donzela, cai no focinho de saca-rabos.
Esperemos que não lhe entre à-uma na narina e estrague o olfacto, nem provoque pneumonia ou pior. Ou pior.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XI


No qual reaparece, Tão Triste, Quase a Chorar, o caloiro-saca-rabos, e em que, durante a execução da sentença devido às repetidas faltas injustificadas aos encontros e aprontamentos da Vinicultuna, se descobrem as razões do reaparecimento, e disso se faz gozo e troça, no que finalmente as lágrimas rolam. E caem.
E o TóZé, na qualidade de Senhor Nogueira, Informador da Vinicultuna, conta à gente os detalhes daquela tristeza, antes apurados quando o Senhor Nogueira, na qualidade de TóZé, Confidente e Amigo dos Tunos da Vinicultuna, escutara o caloiro-saca-rabos.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Em cerimónia oficial realizada na passada madrugada, na sagrada Fonte dos Leões, foram declarados abertos os festejos comemorativos do 10º aniversário da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto. Entre outros actos simbólicos, a população do Porto pôde assistir, maravilhada, a faustas exibições de dança e música, a provas atléticas de nivel inegualável e ao arremesso de um Sofá-Cama.
Os jogos estão abertos!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Os Nossos Outros Valores - XXIV

"Às vezes, a Vinicultuna reune-se para combinar coisas."

"Os Guitarristas da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, continuam a acompanhar a Senhora Dona Amália, sempre que ela aparece nos serões da Taberna do Araújo"

Vem Aí...

O Melhor Caso Clínico de Sempre:

A Meningite do Senhor do Vale

Relatada com palavras do próprio

Em capítulos para coleccionar

domingo, 3 de dezembro de 2006

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - X


No qual o TóZé, na qualidade de Senhor Nogueira, Informador da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, explica os motivos da ausência do caloiro saca-rabos ao ensaio, para grande desapontamento dos Tunos que, semana após semana, apesar dos exames, dos pesados calhamaços deixados abertos em cima das camas, do adiamento dos encontros com múltiplas inúmeras donzelas, e das coisas combinadas, marcam sistematicamente presença no aprumo vocal e instrumental da Vinicultuna.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - IX


No qual pela primeira vez aparece o Senhor Nogueira, na qualidade de "Tó-Zé, Confindente dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto", e no qual o Caloiro Saca-Rabos partilha os seus tropeços e avanços, na conquista daquela que ama.

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Do Pinheiro

Do encontro com a donzela
“-Já vais? Mas ainda não cambaleias.”
“Eu nunca cambaleio. Só bebo água.”
”E desde quando é que a água impede alguém de cambalear?”

Do copo com um cavalheiro:
“Sozinho?”
“Não. Vou encontrando companhia... Como se demonstra.”

Do Feliz encontro com meudeusquepelepérolacetimsedaporcelanarosaalvobrilhoéaluasópo-deseraluaesorriaefoielaquemfmeviuequemfalouprimeiro:
“-BoaNooite!”, E riu, frescocristalinoalegreeinocentegenuínodivertidoseráqueficoumesmocon-tentepormeencontrar
“-Boa-Noite, Senhora, senhoras” – pois que outras havia mas nãos as via - “para onde ides?”
“-Vamos sem destino.”
“-Pois então aí 'inda esta noite nos encontraremos”, e por essa certeza, sem remorsos me afastei.

Do sítio que vocês sabem:
“- Olá, Meninooooo!!!!!
Como estás?!!!
Vens beber uma garrafinha?”

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Informações do Ártico

Alheios a toda a polémica que recentemente envolveu a Vaca Verde, os Pinguins do Polo Norte continuam a fazer aquilo que melhor sabem... cantar. Inspirados pela Vinicultuna, em particular, e pelo seu membro Arnaldo Duran, em geral, decidiram fazer uma versão do conhecido clássico de sempre My Way. A Vinicultuna agradece, e promete cantar a "novel version" num dos seus futuros shows. Esta é a performance, notável a todos os niveis, e aqui fica a letra, para os ouvidos menos habituados ao Castelhano do Polo Norte:

"Yo se, se termino nuestro amor divino.
A mis amigos les declare, les dire, que estoy seguro
Que es un hombre sin nada mas,
Si no un senor con lagrimas.
Debe decir, debe gritar, debe sentir en la verdad!
Luche y gane, sobrevivi
Y lo hise MYYYYY WAYYYYY!!!"

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Da Estrada

Ao avistá-los levantou-se da berma, sacudiu o cu do capote e acenou-lhes.
Ao verem os seus sinais, fizeram parar as bestas, e o que as conduzia perguntou-lhe
"Para onde vais?"
Dos buracos da lona que descobria a carroça sairam dezenas de cabeças que escutaram.
"Para além", disse apontando o horizonte. "E depois para lá de além", disse, apontando os montes, ou as cidades, ou os oceanos que não se viam por terem o horizonte à frente.
"Já temos o carro cheio, e os animais estão cansados. Dominarás porventura os sons de algum instrumento musical?"
"Se não considerardes o som que as pedras que meus pés jogam, fazem ao rolar na terra, ao poisar na erva, ao desaparecer nas poças, terei de responder não.", disse tornando a sentar-se. "E a minha voz rivaliza com a das ovelhas", acrescentou cruzando as pernas, já depois de passar as mãos pelo solo, e pelo cu do capote.
"Óptimo, sobe e escolhe um instrumento. Precisamos de um solista para o novo original que prometemos apresentar na próxima paragem. Entra depressa pois terás de nos ajudar. Desde o fim da noite estamos com imensa dificuldade, falta de criatividade, dores de cabeça, fotofobia, mal-estar gástrico, alguma pirose, um de nós com palpitações, outro com cagamalcheira, para o compor."

Porque a Idade Não Justifica a Calúnia;

Porque a Vinicultuna de Biomédicas-Tinto ~jamais ficará com aquilo que não lhe pertence;
o Senhor Gepeto não mais será Bem-Vindo na nossa mesa.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Caso Clínico de Sonho

Peço desculpas por os estar a incomodar a desoras, mas tenho lá em baixo o nosso primeiro Caso Clínico de Sonho - depois do desvanecido em não confirmação caso do Abstinente Alcoólico Centenário.

Anão. Anão de Circo. Do Circo Itinerante que agora visita Guimarães. Com um Irmão Gémeo que o trouxe e está na Sala de Espera. O Circo Itinerante que agora visita Guimarães tem uma dupla de Anões de Circo Gémeos.
Coma Alcoólico após ingestão de cerca de 600 g de alcool, traduzidas em duas garrafas de Whisky.
Está deitado em decúbito dorsal, com os braços erguidos na posição de Dança de Baile, sinal patognomónico de Homem que Sabe Agradar a Senhora.
Glasgow 10 (olhos abertos a estímulos dolorosos, resposta verbal imperceptível e de certeza inapropriada, localiza a dor).


Aproveitando este Caso Clínico de Sonho num artistas de Circo, aproveito para recordar a importância de uma anamnese bem colhida, que deve sempre incluir a profissão do doente. Neste caso temos um Anão de Circo com Irmão Gémeo, com um Glasgow 10, que na realidade corresponde a 12,5, depois de ponderada a média com o seu semelhante que, de Olhos Abertos, Orientado, e executando indicações, aguarda na Sala de Espera. Porque como toda a gente sabe, e ainda que não pareça, os Irmãos Gémeos, sentem/sofrem sempre o mesmo, e na doença vão buscar forças à saúde do outro, ainda que o mar os separe. Sobretudo se forem anões.
Menos importância ainda teria a mesma escala de Glasgow, se a nós tivesse chegado, no mesmo estado o Faquir do mesmo Circo. Homem habituado a tolerar a dor e a, através da concentração alhear-se do mundo que o rodeia, a mesma pontuação, ou até mesmo um 3 na Escala de Coma de Glasgow, corresponderia a um 15 numa pessoa, e em grande erro acometeria, aquele médico imprevidente, que por não perder tempo a conhecer aquele ser humano/pessoa que tinha pela frente, o julgasse em elevado perigo de vida.

Mário Cezariny de Vasconcelos (1923-2006)

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto, tão perto, tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco

domingo, 26 de novembro de 2006

Os Nossos Outros Valores - XXIII

"A Vinicultuna apossou-se da Careca de Pierluigi Collina, utilizando-a não apenas na construção do seu Golem, mas também na decoração da cabeça dos seus caloiros."

"A Vinicultuna tem imenso respeito pela Ciência e Conhecimento do Rabi Loew, mas sendo o tempo tão curto, e a Torah tão comprida, o Golem da Vinicultuna não será animado pela Palavra, mas pelo talhar Ferramentas de Gepeto."

NOTA - o Departamento Logístico da Vinicultuna, na dependência das competências do Técnico de Executor de Tarefas, o Senhor Nogueira, acrescenta, a título informativo, que a Caixa de Ferramentas de Gepeto não se encontra listada no Inventário da Propriedade da Vinicultuna.
Ao contrário do Olho de Camões, do Punho de Miguel de Cervantes, da Perna de Long John Silver, da Orelha de Van Gogh e dos Ouvidos de Beethoven, a Caixa de Ferramentas de Gepeto não foi adquirida, mas, como qualquer Caixa de Ferramentas, pedida emprestada.
Não é nossa. Se ainda não foi devolvida, é porque ainda é necessária.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - VIII


Em que se demonstra a Incomensurável Bondade da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, que após perdoar a ofensa do seu novel caloiro, lhe oferece a Primeira Serenata.
"Vocês não estão bem a ver!!!", ri-se o Tuno Xiclete, enquanto esfrega as mãos, "Isto vai ser uma Noite que só vai acabar lá para as 5 da tarde!", continua, em jeito de segredo.

"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - VII


No qual através Baptismo, Saca-Rabos obtém o relevo das suas faltas.

"Bem-Vindo à Academia, caloiro Saca-Rabos!"

sábado, 25 de novembro de 2006

Vaca Verde - A História Nunca Contada (Preâmbulo)

O blogue das nossas candidatas a inimigas teve, recentemente, o desplante de revelar ao grande público as verdadeiras origens da Vaca Verde, deitando por terra todas as manobras em que este vosso escriba e o seu bando se tornaram peritos para lançar a confusão sobre o seu passado. A Vaca Verde entrou numa depressão profunda que lhe levou mesmo a equacionar a sua participação no ENEM deste ano, o cessar dos seus esforços no sentido de levar os Pinguins do Polo Norte e o Canguru Perneta a assinar o armistício, e até a uma súbita vontade de beber águas Vidago Maracujá até á indigestão.
No entanto, após uma apurada reflexão na companhia dos que mais estima (A Galinha Ana do Palácio de Cristal, o Teletuby Preto e a Vinicultuna de Biomédicas-Tinto), a Vaca Verde decidiu, por fim, assumir inteiramente toda a sua história, tal como ela é, e mais pediu que esta fosse publicada neste nosso/vosso blogue.
Como comentário final, esperamos que nada disto possa por em causa a grandeza de tal personagem, e que as Bio-Bacas se retratem publicamente pelo mal que fizeram, e que quase levava á destruição da Vaca Verde, da Humanidade, do Universo Tal-Qual-O-Conhecemos e do stock de águas-Vidago-fora-da-validade que a UNICER orgulhosamente preserva, para todos os vindouros.
Terminamos, felizes, com o poema:
-
"Cor de Verde, é a Vaca... É a Vaca, Cor de Verde." - Cesário

Vaca Verde - A História Nunca Contada - Parte Primeira

Vaca Verde - A História Nunca Contada - Parte Segunda

Vaca Verde - A História Nunca Contada - Parte Terceira

Vaca Verde - A História Nunca Contada - Parte Quarta

Vaca Verde - A História Nunca Contada - Parte Quinta