sábado, 14 de outubro de 2006

JANTAR CALOIRO MATXO

Todo o caloiro matxo está convocado/convidado/conspurcado para Fausta Refeição, com a chancela/piela/panela da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto.

Encontro às 7:30 de Terça-Feira no Átrio de Biomédicas.

Pré-requesitos: Arranjar um caloiro do sexo feminino que assine por ele as aulas que ele iria ter durante a manha seguinte, e tarde, quiçá...

Outros: Nada a declarar.

Beberum humanun est

domingo, 8 de outubro de 2006

Actuação

"O Senhor do Vale já te disse?"
"O meu amigo telefonou-me para ver se daqui em 15 dias dá para ir com 4 ou 5 amigos daqui do grupo da cantoria, a Oliveira de Azeméis...
O de São João da Madeira pode ir de bicicleta."

Nota - Estimo testemunhar o Senhor do Vale e o Senhor Nogueira estão a trabalhar conjunta e coordenadamente, independentemente das funções dos cargos que ocupam na estrutura da Tuna.

Os Nossos Outros Valores - XVIII

"Às vezes, a Vinicultuna mede o tempo em estrelas."

"O Tuno da Vinicultuna sabe imitar na perfeição o piar de qualquer pássaro imaginário."

Aparece o TóZé para Epílogo de Uma Longa Conversa ao Luar, em tarde de Domingo, com o Pôr-do-Sol filtrado pela copa das Árvores do Jardim da Cordoaria

...
"O que foi Senhor do Vale?"
(com a mão sobre os olhos) "Estou a ver... Aquilo ali é um pato?"
"... parece um pato"
"É um pato? É um pato Ah! Ah!Ah! Ah! Ah!"
"Parece um pato morto"
"Não deve ser um pato"
"É um pato"
"Se for um pato deve estar morto."
"Perdão. Seja o que for, está morto."
"Se calhar não é um pato"
"Se for um pato está morto."
"Seja o que for está morto. NEnhum bicho nada assim."
"Deixa cá atirar-lhe uma pedra... splash!"
"Ora deixa ver... Mexeu com a onda. É um pato!"
"Mexeu só com a onda, não deve ser um pato."
" Eu atiro outra. Onde é que há pderas? Splash! Merda, lancei curto."
"Olha a onda, olha olha, Mexeu!"
"Eu atiro mais"
"Não lhe acertes."
"Não lhe acerto porquê?"
"Se for um pato..."
" E se estiver morto?"
"Se estiver morto não tem mal."
"Vamos até lá ver se é um pato ou não".
Circula-se o lago do Jardim da Cordoaria.
"Daqui já não parece um pato."
"Pois não, mas daqui já parece outra vez. É um pato"
" Não é um pato."
"É uma gaivota!"
"Morta."
"Mas acho que não foi a Tuna."

E mesmo mesmo no fim da noite...

..., depois de levantarmos as duas molduras esquecidas no Café Aviz que já estava fechado -veio só a menina simpática entregá-las num saco -, quando nos preparávamos para voltar ao carro sem beber, com pedras da calçada e um sarrafo, nos fizemos Irmãos de Armas, em nome de donzela ofendida.

...E pusemos-lhe uma orelha à banda!

Em que aparece um senhor baixinho, de barbada cuidada, e com gravata cor de vinho, e se prosseuge a longa conversa ao luar

E fala-se da Medicina, da falta de cuidados na prevenção de infecções nosocomiais, e o Senhor do Vale, e da cura para a Hepatite C, desmentida por uma Bióloga Letã que estava alojada na Pensão Estoril, e a quem todos foram ao pito; fala-se da ingratidão do Estado para com os Heróis do 25 de Novembro, relembra-se o ataque à sede da Polícia Militar, e recordam-se noitadas com altas patentes dos exércitos Angolano, Cubano e Norte-Coreano em Luanda; e de uma equipa de futebol que tinha de atravessar as serras do Norte de Angola, e nunca foi atacada, mercê das boas relações do treinador com aquele, que, vir-se-ia a saber mais tarde, era o comandante da UNITA na região, quem diria, um homem muito culto que metia os outros todos no bolso; e de um comprimido milagroso para o paludismo, que arrancou das febres para o pelado o melhor avançado da equipa; e do marido da médica irlandesa da equipa, um tipo alto chamado Castelo, que não jogava nada mas entrava no fim para os cantos e o chuveirinho, e marcava sempre um golo; e do fuzilamento do General Ochoa; e, entre tantas histórias, se vai dando conta aos poucos, de forma entrecortada, qual Santiago Nasar de Garcia-Marquéz, da Morte Anunciada do Coimbra, no ataque ao Regimento da Amadora. Fala-se ainda do medo, no que intervém o Senhor do Vale - emboscada na Guiné, as balas a bater no alumínio do onimogue, e ele deitado, esticado (e já sabemos que esticado dentro de um carro é todo encolhido), e rá-tá-tá-tá-tá-tá!
O Senhor do Vale volta a intervir quando a propósito de Coimbra e Repúblicas vem a palavra "caloiras", "Também estavam caloiras, na quarta-feira!"
E depois, a propósito da subsídio-dependência, agora já não da comunidade científica, mas dos artistas - esses da animação de rua, que se dobram, e fazem caretas, e abrem guarda-chuvas ali na praça, e dizem que é uma crítica da sociedade, passa a ser o Senhor do Vale o protagonista. "Este homem é há muitos anos o Maior Animador Cultural da Baixa da Cidade do Porto, e nunca recebeu um tostão. É ou não é? Ainda há dias passei por ti, e estavas todo animado na cantoria. E as pessoas paravam e olhavam."
"Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

Da LOnga Conversa ao Luar; Em que se passa a uma ainda mais recente Cerimónia de Passagem a Tuno

"De repente, aparece-m um todo molhado. Atirou-se de ao lago. Assim! Não sei quem era...
Eu de tarde por acaso tinha estado lá. E tinha visto um pato todo encolhido. Nem sabia se estava vivo ou morto. Então pego, atiro uma pedra, e o pato levantou a cabeça a ver o que era. Mas deixou-se ficar lá.
E à noite, ele deitou-se ao lago, e trouxe o pato, ´lá debaixo da batina. Senhor do Vale, olhe um pato. Mas o pato nem mexia. Nem se viram se o pato estava vivo ou morto.
Depois eram 5 da manhã, queriam que eu fosse ao lago com eles para porem lá o pato, mas eu disse que não, ia mas é apanhar o autocarro das 5 para voltar para casa.
E parece que eles foram devolver o pato. Mas olhe, nem sei se agora o pato está vivo, se está morto, se o comeram."

"Depois esse, o que é muito ruço, veio e pediu-me o chapéu. Até hoje. Estou para ver quando é que mo devolve.
E veio também aquela rapariguita de Ciências. É assim engraçada. A que foi no outro dia connosco para a praia. E pediu-me os óculos. Também ainda não a voltei a ver."

"Mas eu gosto disto. Destas nossas tangas. Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!"

"Mas é por isso que eu gosto. Das nossas tangas"

Da longa conversa ao Luar; Em que se aborda um casamento recente

"São os dois loucos! São os dois loucos... Ela, com o rock... O Joel, com o rock... O meu amigo bem que me tinha avisado que aquilo ia acabar lá para as quatro da manhã... Eu depois da meia hora já não via nada. Estava a ver quando é que aquilo acabava. Só que eles casavam, e estavam com os copos..."
"E nós também..."
"Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!

"Eu sentei-me lá esticado, a fumar o charuto. Veio depois um traveste...pintar-me os colarinhos."
"!!!"
"Devia ser um traveste, senão ia fazer isso a uma rapariga. E começou a pintar-me os colarinhos com vinho.
Cheguei a casa vi-me aflito para tirar. Mas vá lá, depois pus um bocadito de lixívia e parece que já não se nota."

"Depois para vir embora, disse-lhes para eles que aqui o meu Amigo de Guimarães tinha ido dormir para o jardim, e devia ter ido com companhia. Estou fodido! Como é que vou embora? Já estava a pensar em chamar um táxi ou vir só de manhã. Mas depois eles abriram a mala. O Teixeira, e o que está a viver em S.João da Madeira.
Já lá estava um esticado. Assim... Só que esticado, na mala, ia encolhido!
Eu também me encolhi, ia com o chapéu a bater no tecto."

sábado, 7 de outubro de 2006

Às portas da Mata Nacional do Buçaco...

...fica a Boa Terra do Luso.

Gosto destas terras com uma pequena Estação dos Comboios, bancos de jardim, mesmo que vazios, entre canteiros floridos, a ladear um passeio de calçada à portuguesa, Posto dos Correios com telhado triangular e placa vermelha dependurada com o cavaleiro da corneta e sacola da correspondência a tiracolo.
Gosto de terras, onde do lado de lá do balcão, alto e de madeira, as meninas ficam atrapalhadas, se as olhamos nos olhos e sorrimos, ao pedir informações. Mas sorriem também, e fazem questão de nos acompanhar à porta da rua, para apontar a direcção.
E no Café do Abel João não há SportTV, e os dois clientes de sempre, os mesmos bigodes conhecidos, trôpegos e vermelhuscos. trocam as Curas de Águas pelo Tinto da Bairrada.

Grandes Frases - LI

"Isto é que é uma estrada!"

Diz o carro, ao entrar no empedrado serpenteante de paralelos regulares da Mata Nacional do Buçaco, depois de kilómetros de auto-estrada lisa e alcatroada.

E porque o vento de Outono traz o cheiro da Viagem

A solidão é uma opção.
A solidão nunca é uma opção.

Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XI

"Para beber água, é que vai ser um problema... Só se lhe escondermos a água dentro de uma garrafa de vinho..."

Grandes Frases - L

"Vamos Beber Vinho."

Anónimo. Popular Desencaminhador

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Da Vida Eterna

Uma vez morto, o Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, assume a sua verdadeira forma de Diabrete Alado dos Copos de Vinho das Senhoras.

E vive feliz para sempre.

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Diálogos....

Pai: Pronto...com essas 3 camisas novas já podes trajar com outro aprumo.
Filho: Obrigado Papá...
Pai: (ironicamente) Agora só falta mesmo comprares vinho, pô-lo num alguidar e jogares as camisas lá dentro.
Pai: Qual é o melhor?
Filho: (enbaraçado) Verde Tinto

Simplex

Imagina-te numa sala de espera... um sítio enfadonhamente escuro, com vários seres a lutar por desviarem olhares uns dos outros, e a aprisionar o arroto do almoço recente porque isso é que é socialmente recomendável... o tempo passa... e passa... e ao passar deixa-te unicamente com os teus pensamentos. Estás farto... MUITO FARTO. De repente... Na sala entra um velho poeta... Usa um chapeu castanho... diz meia dúzia de versos que terminam numa sonora gargalhada. Depois entra um rapazinho a quem alguém chamou de "rapaz mais musculado do Porto" que anuncia: Vinicultuna de Biomédicas - Tinto. Ninguém precebe bem o que se está a passar. Eis que entram na sala um bando de jovens despreocupados, com instrumentos alegremente em riste a cantar músicas impreceptiveis, mas que até devem ser bonitas... durante 15 minutos enchem a sala de espera com várias distrações. depois partem sem grandes despedidas.

Estava eu a penar numa sala de espera e pensei.... que bom era se entrasse aqui a vinicultuna...

Deviamos fazer isso um dia....

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Dos Tempos de Andarilhos

Voltando-se para o carroça, sob cujo rodado, identificara o ruído de peso-vivo ajeitando-se em palha fofa, convidou:

"Sai! Porque não te levantas e nos acompanhas, em vez de ficares a salivar de boca aberta a ouvires as nossas histórias?"
"Mas como se os meus pés nunca pisaram erva que não fosse molhada pelos ribeiros e orvalho deste vale? Se nunca pulei o muro que aquela serra além representa?
"Óptimo! Serás o nosso guia."

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

Os Nossos Outros Valores XVII

"A Vinicultuna está consciente que o planeta Terra efectua movimentos de translação em redor do seu astro."

"Não obstante, a Vinicultuna acredita que o Sol gira á volta do Mundo."

"A Vinicultuna sabe que o tempo se pode deter em certos sorrisos."

sábado, 16 de setembro de 2006

Amanhã Será Um Dia de Sorte - XX












Amanhã será um dia de azar?

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Os Nossos Outros Valores XVII

A vinicultuna sabe bem a diferença entre apertar a mão e dar um aperto de mão!