domingo, 23 de abril de 2006

para a Tuna... em DIGRESSÃO... e eu aqui


Só me apetece dedicar aos meus Tunos:

IT' S TIME TO TRAVEL
IT' S TIME TO GO
IT' S TIME FOR PACKING LITTLE DARLING
WE GONNA FIND ANOTHER WORLD
OH CANT YOU SEE!

YOU BELONG TO ME
ITS TIME TO TRAVEL IT S TIME TO GO

ALL WE NEED IS A LONG VEHICLE
A LONG VEHICLE, A LONG VEHICLE!

ALL WE NEED IS A LONG VEHICLE
A LONG VEHICLE, TO GO!

ITS TIME FOR BOARDING
SO HIT THE ROAD
TAKE YOUR TOOTH BRUSH LITTLE DARLING
TAKE YOUR LANGUAGE AND YOUR HOPE
OH CANT YOU SEE

WE HAVE NO TIME FOR CUP OF TEA
ITS TIME TO TRAVEL

ITS TIME TO GO.

ALL WE NEED IS A LONG VEHICLE,
A LONG VEHICLE, A LONG VEHICLE!
ALL WE NEED IS A LONG VEHICLE
A LONG VEHICLE, TO GO!


Long vehicle, de Goran Bregovic, na Banda Sonora de Black Cat White Cat, de Emir Kusturica

http://music.allofmp3.com/r2/Black_Cat_White_Cat/Music_By_Goran_Bregovic/group_5812/album_1/albref_29/mcatalog.shtml
(é a opção 18)

sábado, 22 de abril de 2006

Banda Sonora

Grava as do lado e estas duas:

Adeus

Ondas do Douro

domingo, 16 de abril de 2006

Grandes Frases XXX

"Mãe...sou fadista"

popular

Santas Páscoas!

Acabou a Quaresma.

Aleluia, Aleluia!

João 2; 7-11


Disse-lhes Jesus: “Enchei as vasilhas de água.” Eles encheram-nas até cima. Então ordenou-lhes: “Tirai agora e levai ao chefe de mesa.”
E eles assim fizeram. O chefe de mesa provou a água transformada em vinho, sem saber de onde era – se bem que o soubessem os serventes que tinham tirado a água; chamou o noivo e disse-lhe: “Toda a gente serve primeiro o vinho melhor e , depois de terem bebido bem, é que serve o pior. Tu, porém, guardaste o melhor vinho até agora!”
Assim, em Canaã da Galileia, Jesus realizou o primeiro dos seus sinais miraculosos, com o qual manifestou a sua glória, e os discípulos creram nele.

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - V

"A Vinicultuna recusa-se a chamar monco, catota ou mileca aos Macacos do Nariz."

"A cozinha da Vinicultuna é o habitat natural do Verdete."

"Os Cogumelos e a Levedura da Cerveja também são Bichos."

in "Capítulo dos Animais Pouco Vivos"

quarta-feira, 12 de abril de 2006

terça-feira, 11 de abril de 2006

Férias nas Biomédicas, Regresso ao Recreio da Minha Escola - Jogos e Cantigas da Nossa Infância - VIII

Um jogo - tendo falhado as férias de Carnaval, estava à espera da Páscoa para lançar:
quem nunca brincou com

"Peidinhos Engarrafados"
ou "Ampolas de Mau-Cheiro", assim eram chamados aqueles balõezinhos de vidro frágil, que se adquiriam na tabacaria do Senhor Parreira.
À transparência amarela do fino cristal, o líquido parecia inócuo - transparente, insípido, inodoro.
Inodoro.
Puro engano.
Uma vez quebrado no fundo de alumínio preto do caixote do lixo da sala 2a do pavilhão C, ou esborrachada sob o rabo do colega gordo, ou lançado em corrida à passagem da casa do porteiro - o Senhor Melo, ou Caramelo, porque era vermelho como um caramelo vermelho, ou o Senhor Pinheiro, que tinha barba, e a quem a gente perguntava, "Estás Bravo ou estás Manso?"-, o compartimento atingido era invadido por um odor pestilento que obrigava à sua evacuação urgente.
Estava atingido o objectivo do jogo.

A jogada mais brilhante de sempre.
Aquela manhã estava a correr bem. O Luís António, vítima habitual das maroteiras dos colegas, estava a obter a sua vingança. Duas bombinhas de mau cheiro lançadas e quebradas sob a porta da retrete, supreenderam o aflito utente.
Mau desportista, uma vez cumprida a higiene anal, aquele assumiu o papel de queixinhas. Postos em acção, os Senhores Melo e Pinheiro, apanharam o feliz Luís António, sustendo o ataque aos balneários, em final de aula de Educação Física.
Apreendidos os óbuses, o Luís António foi encaminhado ao Conselho Directivo, onde o esperava o Director, o Professor Manaú. Homem grande em tamanho e coração. Pedagogo e compreensivo, repreendeu o garoto, mas logo perdoou a falta, devolvendo os projécteis confiscados.
"É Carnaval, ninguém leva a mal", despediu-se, com uma palmadona pesada mas amiga, sobre o bolso do petiz.

Uma cantiga

Esta nós não cantávamos.
Em roda no jardim de infância, instados pela educadora a cantarmos, um-a-um, uma cantiga diferente, nós deixávamos esta para o Tiago Teixeira. Todos sabíamos que era a única cantiga que ele seria capaz de entoar.
No que se prova que as crianças não são necessariamente cruéis.

"Atirei o pau ao ga-to-to!
Mas o ga-to-to,
Não morreu-eu-eu!
Dona Xi-ca-ca,
admirou-se-se
Com o berro, com o berro que o gato deu
Miaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuu!"

sexta-feira, 7 de abril de 2006

Da evolução e do Bem vs. Mal


Desde tempos imemoriais que, aquando da extinção dos dinossauros, uma batalha entre o bem e o mal foi iniciada entre homens e bestas. De uma via comum ao homo sapiens mas por divergência (referida como degenerationis secundaris escolae já por Hipocrates no seu legado "da doença sagrada", Corpus hippocraticum) chegam os caloiros ao ensino superior, e como já Hipocrates havia referido.... a sua única salvação seria a água santa dos Leões, pela mão sagrada dos Doutores da Praxe. Vezes e vezes sem conta, estes seriam sugeitos a várias tarefas de preparação física e mental até, assim que os Doutores os achassem capazes, executarem a derradeira tarefa de fazer um assalto aos Leões, concluindo a luta imemorial entre homens e bestas. Essa só poderia ser ganha por uma besta, pelo que os Doutores, estudando os textos da bíblia, já desde o sex. XII, chegaram à conclusao que a domesticação de caloiros seria a via de atingir este fim, e fechar o ciclo. Caloiros de várias colheitas e faculdades tentaram, remontando os primeiros a um período que só pode ser confirmado como anterior a 1940 por determinalção da taxa de susceptibilidade completa de Candidas, Funárias, Actinomicetes spp. e outras Bactérias esporuladas a antiobioticos (usando o API20) encontradas na água dos leões. Na passada terça feira, antes do sol se levantar, alguns caloiros foram capazes de vencer. Após se terminar o ciclo, a Câmara Municipal do Porto decidiu mandar lavar a fonte, deixando os leões com algumas caudas tortas e dentes partidos, de forma a eternizar o mal que durante tanto tempo representaram, pelo lado das bestas. Fontes próximas ao Departamento de Hidrobiologia referem que tal foi conseguido pois a flora microbiana da peça de roupa interior que foi asteada no final da batalha matou os leões, contudo é impossível de confirmar pois a fonte foi lavada com água das pedras... que queima tudo.

MwaHaAaAH... o que eles não sabem é que os leões foram assaltados por bestas maiores que os leões, e que estes representam um mal que só assim poderá ser chamado quando o mal que conhecemos for o bem fossilizado........ mwaHaHahAha

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Caso Clínico - III

- Já há muito que a bebida dele é água. Mas aqui há dias, antes de vir para cá, ele pediu para fazr umas torradinhas,... com vinho. Porderá ter sido disso? A gente ainda disse, para beber antes um chá, mas não "eu é que sei...", e, já sabe, é uma pessoa de idade, tem de se fazer a vontade. Mas depois ele ficou mais caído...
Poderá ter sido do vinho?
- Não.

Do Vinho e da Empatia entre Funcionários e Utentes do Sistema Nacional de Saúde -V

-E vinho?
-Ah!Isso antes...
-Bebia?
-Sim. Era um bocado caleiro...

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - IV

Como nota de rodapé, pode ler-se na página de onde se transcreveu o excerto anterior, que a receita do mel que a Vinicultuna transmitiu às abelhas fora encontrada no bolso do forro de Gilé Acqua Bentis, mas ele achava que não lhe pertencia.

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - III

No tempo em que os animais falarem, saiu a Vinicultuna em digressão.
Desapontada com os humanos, os tunos procuraram a solidão dos montes e bosques, encontrando a companhia e os aplausos emntre os bichinhos do campo e da floresta.
Foi um período de harmonia e partilha, e também uma vírgula entre duas eras.

Nesse tempo os burros aprenderam a zurrar,
e encaracolou-se a lã das ovelhas.
Os ursos aprenderam a gostar de mel, e as abelhas a fazê-lo.
Os tunos começaram a ronronar quando dormem satisfeitos,
e como os cães começaram a urinar nas encruzilhadas, e a espojar-se nos excrementos.
Um javali ensinou os tunos a comer de faca e garfo, mas, ilustração máxima da imensa abertura cultural que caracterizou este breve período, depois disso, optou ele próprio por deixar de o fazer.

Viva a Vinicultuna e Vivam os Animais!

segunda-feira, 3 de abril de 2006

Reações Dos Mercados Ao Post Anterior

Depois de meses consecutivos a subir de cotação, as acções da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto SGPS deram um salto explosivo com a publicação, ontem, das visitas ao blog no último ano. Os investidores entraram claramente num clima de euforia, que não pode deixar de estar relacionada com a reabertura do Piolho.
No entanto algumas vozes cépticas já se levantam, e acusam esta tuna de excesso de liquidez. Um deles chegou mesmo a dizer "É nitido que eles andam enfrascados!". Outros há que vêm perto o rebentar de toda esta bolha expeculativa. Em reação a esta possibilidade, um dos elementos do conselho de admistração, o CEO Chiclete terá dito "Se a bolha rebentar, vai ser complicado. A bolha é grande, e está mesmo debaixo do dedo gordo do pé. Não sei se conseguirei correr nas próximas semanas."

domingo, 2 de abril de 2006

Apetece-me dizer!!!

O BLOG da Vinicultuna está
!!!VIVO!!!2928 visitas

A Bem De Definir Algumas Coisas...

Maximum Morsae, tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, a partir do muy nobre e antigo edificio de Biomédicas, pelas dezoito horas do dia vinte e dois de abril do ano da graça de dois mil e seis, define-se a si próprio como:

- Palhaço-Cantor

Esta definição entrará em vigor a partir do momento em que for publicada, revogará todas as definições que ele deu de si mesmo até á data, e terá efeitos retroactivos imediatos.

Grandes Frases XXIX

"A ver vamos!"
O Cego

Ainda Há Esperança

"O Caderno de Tuna - sim, aquele de Coimbra, com capa de papel cartonado e canelado verde, com umas palhas a fazer de costuras, o melhor que alguma vez tivemos- está morto."

Talvez resulte...

E hoje apetece-me lamentar...

"O Caderno Literário está morto..."

e logo gritar

"O Caderno Literário nunca esteve tão vivo!!!!!!!!!!!!!!!!!"

porque me sinto mais vivo também!

http://www.clicbas.blogspot.com

Grandes Frases -XXVIII

"O Livro está morto.
O Livro nunca esteve tão Vivo!"

Editorial Corpos

Pensando surpreendê-los pela insistência, desembainhou a espada e disse - XVIII

-Sois Homens ou sois ratos?
-Prometeis que não ligareis para o serviço de desinfestação do Paço?

Hoje foi um Dia de Sorte - XI

De manhã, depois de mais uma noitada de trabalho, o sol brilhava, mas eu, em vez de sair para a vida, fiquei no hospital mais umas horas, a preencher uns protocolos, que é uma coisa muito nossa que nós lá temos. Liguei para o laboratório a pedir um resultado de uma albuminúria e um creatinina numa urina muito especial, que faltava, e, surpresa, atendeu-me a Hermínia.
A Hermínia é uma colega das Biomédicas, que trabalhava na sala de computadores com o João Preto, e o Daniel Basílio Leitão que também é preto, mas ela não é preta. Ficámos ao telefone muito mais tempo do que era preciso, a dizer palhaçadas, e novidades sobre as Biomédicas, e eu tinha posto o "Por Este Rio Acima" do Fausto no computador, e também falámos nisso, e foi melhor do que se tivesse ido passear à Foz e encontrado um amigo.

Hoje Foi um Dia de Azar

Fiz o saco da roupa suja, e deixei-o em Guimarães

Os Nossos Valores XXXIV

"Os tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto assumem todas as culpas pelos beijos que dão."

-no entanto-

"Os tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto não se responsabilizam por eventuais danos colaterais, inflingidos ao coração"

Ontem Foi Um Dia De Azar X

Alguma coisa de mal me deve ter acontecido, embora não me lembre, porque, e sobretudo:

Ontem Foi Um Dia De Sorte

Atravessei a ponte da Arrábida, de forma pouco usual, e só até meio. E assim, ainda que por algumas horas, encontrei-me.

sábado, 1 de abril de 2006

Jantar de tuna

Jantar de tuna, segunda, dia 3, as 18h no Piolho.

sexta-feira, 31 de março de 2006

Elegia

É toda a minha alma um desconcerto.
Ora sou eterno, ora morro, lutando.
Agora erro, agora acerto,
Em busca do cuidado, do beijo terno,
Em doce malviver estou penando.

Embriagado me trago, em sonhos acordados.
E tão depressa me desfaz, uma palavra,
A alma em cem bocados.

Trago-vos em cada cantiga,
Tanto que vos quero,
Minha linda, doce e ausente inimiga.

domingo, 26 de março de 2006

Os Nossos Valores - XXXIII

"Nos seus primórdios, a Vinicultuna ensinou o Diabo a amassar o pão correctamente, e depois comeu-o."

"A Vinicultuna é oca por fora, mas o seu conteúdo é recheadíssimo"

"A Vinicultuna pode ter o Diabo no corpo."*

* A incerteza presente neste Nosso Valor deve-se à imprecisão do registo deste capítulo da história da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto. Como sobressai da leitura do primeiro Nosso Valor enunciado neste tomo, não é possível concluir se os primeiros Tunos apenas comeram o Pão que o Diabo Amassou, se o próprio Diabo.
Os estudos desenvolvidos pelo nosso centro de investigação histórica, levaram-nos a deduzir e a poder afirmar que com grande probabilidade os primeiros Tunos comeram de facto o próprio Diabo, uma vez que,tendo sido seus Mestres na arte de bem-amassar o pão, não nos parece que faça muito sentido que se fossem contentar com a iguaria do aprendiz.
A versão, defendida por algumas correntes, que defende que comeram o Diabo como punição e forma de demonstrar desagrado em relação à fraca qualidade do acepipe, é meramente especulativa.

Desembainhando a espada, ele questionou-os - XVII

-Sois Homens ou sois ratos?
- Cuidado, não respondeis, irmãos, a pergunta deve ter ratoeira.

sexta-feira, 24 de março de 2006

Hoje Foi Um Dia de Sorte - IX

Meti 0.75€ na máquina para tirar uma sandes de panado (o facto de existirem sandes de panados nas máquinas de comida do ICBAS é uns dos segredos mais bem guardados desta nobre instituição), e quando fui recolher a dita sandes, qual é o meu espanto, quando vejo, não um, mas dois panados no interior do molete.
Hoje foi um dia de azar
Continuo perdido.

Complicadíssima Teia

Quem põe certezas na vida
Facilmente se embaraça
Na vil comédia do amor;
Não vale a pena ter alma
Porque o melhor é andarmos
Mentindo seja a quem for.

Gosto de saber que vives,
Mas não perdi a cabeça
Nem corro atrás do desejo;
Quem se agarra muito ao sonho
Vê o reverso da vida
Nos movimentos dum beijo.

Ando queimado por dentro
De sentir continuamente
Uma coisa que me rala;
Nem no meu olhar o digo
Que estes segredos da gente
Não devem nunca ter fala.

Talvez não saibas que o amor,
Apesar das suas leis,
Desnorteia os corações;
- Complicadíssima teia
Onde se perde o bom senso
E as mais sagradas razões.

António Botto

(sim, sim!) Múuuuusicas

Depois de vários problemas que acabaram com terminar de uma relação de meses com o sapo, ainda nao tinha posto as músicas acessíveis.. AGORA ESTÃO!
Aproveite esta oferta exclusiva para si e aceda à galeria de fotos, com a edição premium limitada da galinhada SEM CENSURA :) Só até me lixarem a cabeça pra eu as tirar outra vez :)

Abraços!

terça-feira, 21 de março de 2006

Solicitação

A Vinicultuna de Biomédicas solicita (mas não exige) à Organização, o direito de escolher a criança deficiente a quem será entregue a cadeira de rodas adquirida após a agremiação da primeira tonelada de tampas de garrafa exclusivamente formada por rolhas de vinho tinto.

Os Nossos Valores - XXXII

"A Vinicultuna ignorava e desprezava o que era politicamente correcto, mas passou a abominar e cuspir no politicamente correcto desde que se tornou politicamente correcto gostar da Vinicultuna".

A Cruzada pelos Direitos dos Objectos - II

A Vinicultuna e os Objectos, novamente na luta pela igualdade entre estes.
Desta vez apresentamos uma proposta que acabe com a discriminação escandalosa que está a ser feita no nosso país através de uma campanha absolutamente tendenciosa em favor das cápsulas de garrafas de água.
Sugerimos. NÃO! Exigimos!
Exigimos que as Rolhas de Garrafa de Vinho e das Caricas de Cerveja, também sejam pesadas junto com aquelas ridículas tampinhas azul-bebé de andar à roda, e, uma vez atingida a tonelada estipulada, se entregue mais cedo a cadeira de rodas à criança deficiente.

A Bondade da nossa demanda comprova-se pela evidência de que assim se poderão ajudar muitos mais necessitados.

sábado, 18 de março de 2006

Os Nossos Valores - XXXI

"A Vinicultuna entende o que canta o vento às águas, e sol sussurra à Lua."

"A Vinicultuna está boa e, o que ainda é pior, de boa saúde. Mas não se recomenda."

O Senhor Joaquim quererá entrar para a Vinicultuna?

Quando lhe perguntei o que estava a fazer na Casa de Saúde em Barcelos, ele respondeu que tinha ido lá passar por causa de uma Viagem Trans-Global. O quê? Uma Viagem Trans-Global. E o que é isso? Rindo-se com decoro da minha ignorância, esclareceu-me. É saltar de um planeta para outro a voar.
Talvez nos possa ajudar a chegar à Lua pelos nossos próprios meios.

Ontem Foi Um Dia de Sorte - VIII

Tenho um Poker de Joaquins entre os meus doentes. E 3 deles no mesmo quarto. É mesmo fixe. Parece mesmo aquele jantar de Tuna em que o Joel, que é um que nós lá temos que está sempre a ter ideias malucas, se lembrou de chamar Senhor Vítor a todos os caloiros. É uma grande confusão.

Ontem foi um dia de azar.

Quando já vinha no elevador desfardado (uf!) para vir embora, larguei um peido sonoro. Fiquei contente, claro. Mas logo a seguir reparei que só estava mais uma pessoa no elevador. Uma senhora nova. Não tinha forma de disfarçar. Que vergonha!

Se António Aleixo Cantasse na Tuna

Mau-cantor assim me queixo dos homens que ouvem bem,
Fosse a voz do vento humana, não lhe chamariam tal
Fosse o galo uma pessoa, e seria um zé-ninguém
E a mim aclamariam fosse eu pedra ou animal.

sexta-feira, 17 de março de 2006

Ainda Há duas noites

Praça Coronel Pacheco, ali junto à antiga fábrica "Polónio".
Lá está ele outra vez!
Claro que eu não podia ir logo embora.
Por um atalho, que só nós, os de Paranhos e os da Vinicultuna conhecemos, voei para a Baixa, cheguei antes do autocarro aos Aliados, percebi que o Senhor do Vale tinha descido na Praça da República, e por ali e por além, tracei o trajecto que me levou ao reencontro.
"Então ainda não foste? Vais chegar atrasado!"
Agora dançava eu! Sob as estrelas, e à frente do carro a quem atravancava a passagem.

Ah!Ah!Ah!AH!Ah!
Boa viagem para Guimarães!
Só agora podia ir.

Há duas noites...

Fui ao Porto levantar as cópias de um processo de uma doente que tinha transferido para o Hosp.S.João, para apresentar em reunião de Serviço.
Fui, analisei os papéis, jantei em casa, passei como sempre a deixar um beijo na Avó - moramos todos à beira uns dos outros - e corri para voltar à estrada, à cama, já com umas horas de sono de véspera de trabalho perdidas. "Vai que se faz tarde"
E nisto...
ele também mora à nossa beira
...dobro a esquina...
mais precisamente entre a minha casa e a casa da avó
...e na paragem de autocarro...
no Bairro Novo do Amial
...para a frente e para trás...
mais conhecido por Bairro dos Pretos
...a silhueta inconfundível...
um caso feliz de integração social
do Senhor do Vale!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Era ele outra vez!!!!!!

Parei o carro, abri a janela, e, como já sabem, comecei a rir como um alarve.
Enfiou a cabeça dentro do carro!
Riu! Oooh!
Começou a dançar no passeio como se de um "Vira" se tratasse, como se abraçasse pela cinta e segurasse e se debruçasse sobre o par. La-la-la! La-la-la! La-la-la! e eu batia palmas.
"Vais para Guimarães?" e contou-me uma história da véspera, que incluía uma ida a Braga com"o meu amigo", a televisão, uma sobrinha chamada Filipa, uma jornalista chamada Filipa, o Primeiro de Janeiro, e o Gilé!
E depois começou a correr porque o autocarro chegara, estava a partir, e ele era o único passageiro em terra.

Um céu preto e azul é recortado por um rectângulo branco.
A silhueta do Senhor do Vale despede-se a fazer-me continência! E eu a ele. Ainda vou a trás do autocarro, mas o Senhor do Vale, sempre a dizer adeus e a rir, aponta a direcção Guimarães.
Obedeço.
Já tive o meu momento mágico da noite.

quarta-feira, 15 de março de 2006

Hoje não pensei em ti.
Mas ao fechar os olhos, vi-te na rua a caminho de casa.
Sem uma palavra cruzaste o teu braço no meu e seguiste comigo, como tanto gostavas.
Com os velho sorrisos, o nosso caminho foi percorrido em silêncio.
Entrei em casa e abri os olhos.
Desapareceste.
Voltaste no sonho.
Por teimosia.
Hoje não pensei em ti.
Mas estiveste sempre comigo.

Grandes Frases XXVII

"Uma vez vimos um rato morto na rua...não o comemos."

Cinderela

Os Nossos Valores XXX

"A Vinicultuna olha para o passado com expectativa, para o futuro com orgulho e para o presente em cegueira."

"A Vinicultuna pratica a arte da música tântrica."

"E do sexo em si menor."

terça-feira, 14 de março de 2006

Para Começar Bem O Dia

Suspiro por ver-te, quando estamos separados.
Anseio abraçar-te sempre que te vejo.
E se te tenho nos meus braços, menina dos olhos rasgados,
Fundir-me contigo é o meu unico desejo.

É sempre um prazer levar o Senhor do Vale a casa

Porque ele sai do carro todo curvado, e curva o dorso da mão fazendo um gesto que mistura a afabilidade de um aceno, com a cerimónia de uma continência, a deferência de uma vénia, com a troça de um malandro.

E fazendo minhas as palavras de outro, "Cada vez mais gosto desta puta desta tuna"!

E depois de sujarmos as mãos no pó que cobre as janelas do Piolho, concluímos

Puseram placas a imitar granito no chão, em vez daquela cerâmica a imitar louça... (o senhor do Vale é que usa os termos técnicos certos)
Não fizeram nenhuma janelinha de abrir para o ToZé meter a cabeça de fora quando estiver a trabalhar
Avançaram o balcão.
Mandaram a parede que separava a sala principal da salinha confortável onde uma noite decidimos que mesmo sem Tunos íamos fazer uma serenata.
Está tudo muito liso e limpo.
Estamos com medo.

E um quarto homem juntou-se a nós, sujou também a palma das suas mãos no pó que cobre as janelas do Piolho, e disse, "Estão a dar cabo disto", e a minha vontade era convidá-lo para se vir sentar à bocadinho connosco no nosso banco à sombra e ao sol.

Três Homens Conversam num banco de jardim. Em frente a duas bonitas visitantes estrangeiras - mãe e filha?- que repousam.

Em que eu escolho o único banco que está ao sol e à sombra no Jardim do Carregal, em que se fala na influência do Senhor do Vale na construção do túnel do Canal da Mancha, em que o TóZé diz mal do Rui Rio, em que o Senhor do Vale resume numa frase dicotómica tudo aquilo que um homem pode querer, em que amaldiçoo dos esqueletos de cimento que se erguem na margem sul do rio, e o TóZé invoca amores antigos para não olhar para lá, em que o Senhor do Vale sugere um Hotel para o terreno baldio sobre o Horto das Virtudes, em que o TóZé se emociona ao ouvir nomes de amores recentes na minha boca, em que se fala do Domingo à tarde, dia de regresso dos magalas, do Rolando, e em que se poderá encontrar o Gilé, no café à hora do Benfica, em que o TóZé explica os limites das freguesias que se encontram neste Jardim, revela a sua ambição política, e a sua situação laboral actual, em que lambo os beiços a sonhar com os fins das noites futuras em que a Tuna baterá à porta da pastelaria do TóZé e se recomporá com as suas confeituras, em que o Senhor do Vale e o TóZé refazem o percurso empresarial do pai deste, e eu identifico duas águias de pedra no friso das fachadas de duas casas que encaram o Jardim da Cordoaria.
Em que o sol se põe.

O Poeta Cumprimenta-nos

"Riba d'Ave, Riba d'Ave!
Entre Porto e Guimarães!
Vai buscar o seu namoro!
...
O Carlos Guimarães!
Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"

"Ó Zé estás com uma linda perinha", e começou a fazer festinhas na barbicha ruiva do TóZé, e eu comecei a fazer festinhas na barbicha branca do senhor do Vale, mas o TóZé não fez festinhas nas nossas barbichas, ou melhor, na do Senhor do Vale, porque eu não tenho barbicha."

segunda-feira, 13 de março de 2006

A Tarde Candidata-se a Melhor do Ano

Pois é! Comecei a rir-me daquela maneira porque do outro lado da rua estava o Senhor do Vale!!!

O TóZé precisava de falar comigo

Se já nada podia estragar esta tarde de Domingo, agora ela prometia tornar-se memorável.
O TóZé estava à minha espera à porta de casa a ler "A BOLA". Perguntei-lhe para onde ele preferia ir. Para a sombra ou para o sol - porque ir para dentro de um café com esta tarde era um crime. Optámos por caminhar. Afinal eu já tinha estado sentado.
À porta das Biomédicas ainda lhe perguntei se queria entrar. Entrar nas Biomédicas não é o mesmo que estar sentado num café. Sempre é a nossa casa.
Mas decidimos continuar. Eu queria passar no Jardim do Carregal.
Branco, verde e lilás. Está muito bonito. E os patos voltaram ao lago do jardim.
Íamos falando na Tuna, claro. Era sobre isso que o TóZé queria falar.
Atravessámosmos, logo a seguir à boca do túnel, onde não há passadeira, e começámos a descer as traseiras do Hospital de Santo António.
Continuávamos a conversar. A trocar desabafos.
E nisto, ao chefqar à esquina, eu comecei a rir muito alto, como se estivesse a puxar o riso.

E quando, deusa, te estavas quase a ir embora...

... Apareceu o TóZé!!!

De como uma companhia agradável potencia uma tarde de Domingo que, de tão bela, já não podia ser estragada

Por isso, decidimos ir para um café, uma esplanada.
Jardim da Cordoaria, escolhes tu, aquela mesa, escolho eu. E fico com o sol a dar-me nos olhos.
Como a luz me obriga a semi-cerrar os olhos, isso ajuda-me a revisitar o passado, os anos de ICBAS.
Tu encarregas-te da ponte para o futuro. O Caderno Literário vai ser relançado. Só isso chega para criar esta tarde de Domingo. E para te chamar deusa.

Desembainhando a espada ele insistiu - XVI

- Sois Homens ou sois ratos?
- O facto de por vezes assumirmos a posição bípede confunde-vos, não é verdade, senhor?

Escrevo-te outra carta de amor,

... nos vincos desta folha em branco que dobro em três.

Hoje foi um dia de Sorte - VII

O Carlos, um mongolóide do internamento, hoje estava particularmente activo, e começou por nos abraçar a todos. Foi bom sentir aquele calor a rodear-me pelas costas. Depois, começou a rir muito, e, cada vez mais excitado, a abanar os raços ao longo do corpo, a dar sapatadas no chão, e depois a apitar como um comboio. Começou a marchar e a fazer continência, imitou umas bombas a explodir muito alto, tudo intercalado com uns arrotos sonoros.
Ri-me muito. Parecia mesmo um jantar de Tuna.

Hoje foi um dia de Azar

Amanhã tenho visitas, pelo que tive de aspirar a casa.

sexta-feira, 10 de março de 2006

Descansem Meus Amigos!

Um certo ambiente depressivo que se têm abatido sobre esta Tuna não pode deixar de estar relacionado com a falta que nos faz... o Piolho! E o medo, que todos temos um pouco, de o ver irremediavelmente ferido e descaracterizado depois das obras.
Mas descansem meus amigos, tenho passado por lá todos os dias, e posso-vos garatir que está a ficar igual ao que era. Nada de cromados, cor de rosa, metais, vermelho choque, cartazes da delta, azulejos nas paredes e outras foleirices. Madeira, pedra e paredes brancas! Ainda não vieram os espelhos, mas já estão prometidos. E o melhor de tudo: isolamento acústico, discreto e eficaz!
A inauguração parece estar para breve, mais duas ou três semanas. A Vinicultuna, na qualidade de tuna oficial, certamente marcará presença.

É mais um dia, e sol não brilha


Que começou tarde, depois do Acaso me fazer deitar tarde.
Ia dizer nos, porque por acaso todos estes momentos sobre os quais me apetece escrever se enquadram numa atmosfera nossa. E se mais ninguém de nós estivesse, acho que seria na mesma a mesma. Começou triste, e continuou como de costume... a desenrolar-se à minha frente..... as coisas simplesmente acontecem sem me perguntarem nada. As vezes mesmo querendo dar um passo, parece que a terra gira aquele bocadinho que ha-de ser sempre dela, e ponho o pé no mesmo sítio. Outras vezes..... o mesmo.
Calhou de algo quase se desintegrar em chamas, mas miau........ ficou. E o susto. Tão básico e tão duro. Será que complico demais?

Engraçado como às vezes podemos ser tão com tão pouco. E às vezes tão repetitivos. Tão Nós (de mim). Para algúem que é tão como é - mas infelizmente se sente infelizmente diferente - ...será que é mesmo? Eu sentia-me igual. E agora sinto-me igual a mim. Sinto exatamente o contrário... no sentido da referência. E as pessoas que vejo não se sentirem tão infelizmente diferentes delas, sentem-se assim, como eu. Mas fazem-me sentir outra coisa qualquer, sair disto. E aquelas a quem mostro que a referência são elas, sem bom nem mau, sem bem nem mal, fazem-me sentir nem diferente nem igual, nem contra nem pró, mas eu.
Como os olhos dizem tanto, sendo quase sempre iguais. É infinitamente mais o que mantêm do que a sua mudança, mas é ela que nos faz querer ir mais fundo. Seremos curiosos ou mesmo indelicados? Ou achamos que isso mostra que buscam a certeza? e a queremos dar sem querer que a tenham..... pra não serem assim, iguais a eles.


Afinal... ?

Porque é que agora sinto que compreendo as físicas dos movimentos incálculaveis da vida e das condições íntimas de todos? E me sinto contente sem saber, e sem querer, e sem querer voltar a sentir-me obcecado com as minhas? Será que é assim tão mau (eu)? Ou que tão mau é isso de querer saber? Será que alguém com um olhar reprovador poderá dizer... -"Pois".. e acenando a cabeça num gesto de arrogante complacência (ou vice-inversa) me fará sentir tão insignificante que quero voltar a questionar o porquê de tudo o que sou e me esquecerei de tudo isto que às vezes vejo, tão diferente de ver sempre as mesmas coisas (in)diferentes? O bom da vida é sentir felicidade na inspiração e trizteza na expiração. Quando passamos uma estação do ano ou uma viagem na vida sem um momento assim, esquecemo-nos dela.

Não te queiras encontrar, que o vais fazer de certeza. Perde-te, que depois de saberes o caminho não o vais mais conseguir (nem te perderes, nem esse.... caminho)

E amanhã?

Sobreviver é ser uma primitiva. Viver é sentir numa derivada....

//PS: Curiosamente, acordei no mesmo sítio que à umas duas 3 semanas tive que fugir para uma sala escura e ver radiografias enquanto ma ia embalando no ritmo alegre que às vezes fica de acordar com a rádio...... e que só volta às vezes

"Vou viver
até quando eu não sei
que me importa o que serei
quero é viver

Amanhã, espero sempre um amanhã
e acredito que será
mais um prazer

E a vida é sempre uma curiosidade
que me desperta com a idade
interessa-me o que está para vir
a vida em mim é sempre uma certeza
que nasce da minha riqueza
do meu prazer em descobrir" A.V.

Como às vezes voltamos ao certo, sem ser bom nem mau, e sem bem nem mal, e nos sentimos tão bem? Será que complico?

quinta-feira, 9 de março de 2006

Os Nossos Valores - XXIX

"Com chuva nas meias de lã e nas palmilhas daquele material fofinho, ou com as solas rasgadas pelas areias ferventes do sol do deserto, a Vinicultuna cantará."

"Durante Eclipse Lunar, ou ao Sol da Meia-Noite, a Vinicultuna cantará à Lua"

"Os Tunos da Vinicultuna toleram como ninguém a fome, a sede e a privação de sono"

"Uma vez por ano, os Tunos da Vinicultuna disputam uma partida de futebol entre aqueles cujos pénis cheiram a ananás, e aqueles cujos pénis cheiram a santola. No fim todos cheiram a concerto de concertina feita em madeira de coiso."

quarta-feira, 8 de março de 2006

Retirando rapidamente a espada da bainha, ele disse - XV

- Sois Homens ou sois ratos?
- Senhor, porque nos limitais a apenas duas possibilidades.

terça-feira, 7 de março de 2006

Previsão Para o Fim de Semana, Santiago

Jueves 9 de marzo
Períodos de lluvia
Min: 5C Mx: 15C

Viernes 10 de marzo
Nubes y sol, posibilidad de un chubasco
Min: 6C Mx: 12C

Sábado 11 de marzo
Más cálido, con brillo de sol y algunas nubes
Min: 11C Mx: 17C

Domingo 12 de marzo
Mucho brillo de sol
Min: 9C Mx: 21C

sábado, 4 de março de 2006

E preparando-se para degolá-los...indagou...XIV

-Sois homens ou sois ratos?
-Meu senhor...não percebeis que somos apenas ratos personificados?
-N aceito essas desculpas...quem sois Vós?
-Mickey, meu senhor...é o nosso nome de família.

O Nosso Valor - XXVIII

"Se a Vinicultuna fosse uma Mulher, serias Tu."
*

Os Nossos Valores - XXVII

"A Vinicultuna tem coisas muito suas, e cantinhos só seus."

"O seio da Vinicultuna é um ambiente propício ao desenvolvimento de síndromes de distorção da realidade e patologia bipolar."

"O seio da Vinicultuna é grande, quente, fofinho, e jorra leite quando já não nos apetece vinho."

"A Vinicultuna pagará em dobro o que receber em triplo."

quinta-feira, 2 de março de 2006

A Cruzada pelos Direitos dos Objectos

Depois do Homem, da Mulher, da Criança, dos Animais, a Vinicultuna pretende com esta iniciativa orientar a Humanidade no sentido de uma sociedade cada vez mais justa.

Para inaugurar este espaço, foi escolhido um exemplo considerado clássico da injustiça gritante que separa homens e objectos: o Jogo das Cadeiras.
Este Jogo pretende seleccionar o Humano mais apto de entre um grupo numeroso. A escolha não se faz de forma aleatória. O grupo humano, composto por N seres humanos, dança ao som de música em torno de um grupo de N-1 cadeiras. Finda a música os humanos sentam-se nas cadeiras, sendo excluído o menos apto, aquele que ficar de pé por ter sido lento e não ter arranjado assento a tempo. O jogo prossegue até que os dois humanos mais aptos dançam em torno de uma cadeira. Finda a música é declarado o vencedor final.

As injustiças:
É porventura a cadeira da final declarada vencedora?
Porque é que o critério de selecção do humano vencedor passa por uma prova de destreza e coordenação acústico-motora, e o critério de selecção da cadeira vencedora é totalmente aleatório?
O que diriam os humanos, se, finda a música de cada ronda, em lugar de acorrerem como tolos a pousarem o traseiro na cadeira, o fizessem com vagar e cavalheirismo, visto haver lugar para todos, e se limitarem a aguardar, com o coração aos pulos, que uma cadeira da organização viesse e, ao calhas, sem olhar para caras ou biótipo, pousasse uma pessoa sobre o espaldar e a retirasse do jogo?

A Vinicultuna organizará no próximo jantar de tuna um Jogo das Cadeiras no qual, pela primeira vez na História, em simultâneo com a competição para Seres Humanos decorrerá a competição para Cadeiras.
Ambas as competições serão dotadas não do mesmo prémio, porque não se pretende que a realidade cultural de uma Cadeira seja a mesma de um Ser Humano, mas do mesmo valor pecuniário.
Acima de tudo, no final, Cadeiras e Seres Humanos terão retirado da diversão exactamente o mesmo disfrute, e confraternizarão como nunca antes puderam.

Tourdion

: Quand je bois du vin clairet,
Ami tout tourne, tourne, tourne, tourne,
Aussi désormais je bois Anjou ou Arbois, :

: Chantons et buvons,
à ce flacon faisons la guerre,
Chantons et buvons, les amis, buvons donc! :

Quand je bois du vin clairet,
Ami tout tourne, tourne, tourne, tourne,
Aussi désormais je bois Anjou ou Arbois.

Buvons bien, là buvons donc
A ce flacon faisons la guerre.
Buvons bien, là buvons donc
Ami, trinquons, gaiement chantons.:

En mangeant d'un gras jambon,
À ce flacon faisons la guerre!

Buvons bien, buvons mes amis,
Trinquons, buvons, vidons nos verres.
Buvons bien, buvons mes amis,
Trinquons, buvons, gaiement chantons.:

En mangeant d'un gras jambon,
À ce flacon faisons la guerre!
Le bon vin nous a rendus gais, chantons,
Oublions nos peines, chantons.

Anonyme-publié en 1530 par Pierre Attaingnant

Tenho em casa, guardado dos tempos do Coral, as pautas deste bonito cânone a 4 vozes. Como já podem deduzir é muito fácil. Basta pensar no refrão do "Afonso"

Saudades

Recordo esse momento em que te vi,
Recordo esse dia de amanhã

Auto-de-Fé

Carlos Fodunt, Tuno Honorário da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, vem por esta forma renegar as heresias proferidas de forma irresponsável no contexto/ambiente de folia de Terça-Feira de Carnaval, no qual se deixou levar pelo frenesim pagão, e atentou verbalmente contra o jejum e abstinência quaresmal.
Vem também Carlos Fodunt renovar a fé na Infinita Benevolência do Altíssimo, inequivocamente manifestada pelo facto de, duas noites passadas sobre a blasfémia, se ter visto poupado à Fulminação, recebendo a possibilidade de redenção.
De novo na posse das suas capacidades de ser humano promete seguir o exemplo dos anos anteriores, e cumprir escrupulosamente os rigores da época.
Mais acrescenta que desconhecia que as entradas já contassem, que o frango do almoço estava uma porcaria, jura que pediu que a gaja escolhesse um rissol de camarão, que só comeu o bife ao jantar porque a alternativa era polvo prato de que gosta muito mais, que discorda terminantemente que Fiambre seja carne.

H5N1

Preparando a chegada do vírus invasor, o Grande Conselho dos Gansos da Califórnia deliberou por unanimidade e aplausaso a atribuição do título honorífico de Leal Defensor da Colónia a todos os tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto.

Insistindo no gesto por demais conhecido, ele insistiu na pergunta que aqui se recorda - XIII

- Então, sois Homens ou sois ratos?
- Em má hora perguntais, senhor...
- Estávamos precisamente a dar conta que não estamos na posse dos nossos documentos de identificação.
- Como homem prevenido, tendes decerto convosco uma tocha.
- Será possível pedir-vos que alumieis a nossa busca?

Esticando braço e espada como se fossem um só corpo, ele disse - XII

- Sois Homens ou sois ratos?
- Mais ou menos.
- Assim-assim.
- Pois.
- É.
- Claro.

era uma vez

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

Em tempo de Paixão, eles vão enfrentar as regras...

Vinho Tinto e Carne Assada, todas as Sextas Feiras.

Estreia, Quarta-Feira de Cinzas

A VINICULTUNA DESAFIA A QUARESMA

Enfrentando-os com a espada desembainhada, ele disse - XI

- Sois Homens ou sois ratos?
- Senhor, que tristeza. Porque pretendeis comparar-nos a rastejantes animais. Porque sois de linhagem superior à nossa? Porque é de seda a vossa capa, e as nossas de lã? Porque degustais o vosso vinho francês, e nós engolimos o que nos servem nas tabernas? Tende vergonha. Escutai os ventos que chegam da Europa e nos dizem que todos os Homens são iguais. O Príncipe e o Miserável, o Senhor, e o Servo, o Cão e o Gato. Liberdade, Igualdade, Fraternidade. Fazei destas palavras a vossa forma de apresentação, e não essa questão que nos colocastes que envergonha a raça humana. Não é o sangue que corre nas vossas veias igual ao que nos enche as artérias? Embainhai a espada. Não a levantarás contra o teu semelhante.
- Senhor, não façais caso. Fica sempre assim. Esteve a beber.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Carnaval

Follow the light.
Forget the white rabbit...

domingo, 26 de fevereiro de 2006

Digressão por terras de nuestras hermanas

Nos próximos dias 9, 10, 11 e 12, realizar-se-á a digressão de tuna a Santiago de Compostela. Como noutras, os custos serão totalmente patrocinados, em regime de pensão completa.

Horário da saída a confirmar.
Programa a descobrir.


PS: Se procuras um grupo académico que te permita fazer uma viagem por ano de borla a um local exótico, encontraste!

Ensaios e afinações

Todas as quintas-feiras, quinta-feiras e quintas-feira, às 18h, no Bar de Biomédicas com instrumento afinado.

Neste próximo ensaio pede-se que cada caloiro apareça com as músicas "Olá Copo", "Mentirosa" e "Adeus" sabidas, e copiadas à mão três vezes.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Esperando surpreendê-los, desembainhou a espada e gritou - X

- Sois Homens ou sois ratos?
- Senhor, que disparate!
- Não vedes que somos cães!
- Escutai como uivamos à Lua!
-Aúúúúúúúúúúúúúúúú!
-Aúúúúúúúúúúúúúúúú!
-Aúúúúúúúúúúúúúúúú!
-Aúúúúúúúúúúúúúúúú!
-Aúúúúúúúúúúúúúúúú!

Dando um passo em frente e apontando-lhes a espada, ele disse - IX

- Sois Homens, ou sois ratos?
- Senhor, é uma bela lâmina.
- Caístes nas boas graças de um armeiro de Toledo?
- Por favor, não a sujeis nos nossos corpos...
- ...Somos homens, sim,...
- ...Mas vivemos nos esgotos...
- ...e foi justamente a hora da descarga.

Hoje Foi Um Dia de Sorte - VI

...despejei o saco dos remédios da velhinha sobre a escrivaninha, e o vi o processo aberto encher-se de uma substância granulosa acastanhada. Exclamei "areia!", mas levei um À boca. Era chocolate moído que estava ali há não sei quanto tempo!

Hoje foi um dia de azar

Acordaram-me ainda não eram oito horas, e quando depois de responder ao solicitado, fui dar conta da minha descarga matinal, mais uma vez, não havia papel. Tenho a certeza que num ano já tive de limpar mais vezes o cu ao papel grosso rude e não absorvente de limpar as mãos, do que o somatório ao longo dos anos de todas as outras pessoas do serviço.

Com a ponta da espada e a voz a tremer cada vez mais, ele repetiu - VIII

-Sois Homens ou sois ratos?
- Buuuuuuuuuurp!
-Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!
-Oh!Oh!Oh!Oh!Oh!Oh!
-Eh!Eh!Eh!Eh!Eh!Eh!
-Uh!Uh!Uh!Uh!Uh!Uh!
-Ih!Ih!Ih!Ih!Ih!Ih!
- Perdoai-nos, senhor, não sei se é mais porco o que exprime sonoramente a sua peristalse, se os que encontram nisso motivo de regozijo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

Habemus Titlum

"Fodido", Tuno da Vinicultuna de Biomédicas - Tinto vem por este meio comunicar a sua decisão (após discussão com as suas diferentes personalidades), de que durante os próximos 15 dias de cedência do título por empréstimo ao con-tuno "Mineteiro" , adoptará o nome "Amália".

Cede-se por empréstimo

"Fodido", Tuno da Vinicultuna de Biomédicas - Tinto vem por esta forma aceder ao pedido do seu Con-Tuno e Honorário Carlos "Mineteiro" e ceder-lhe o seu nome de "fodido" e a apetitosa variante "fodunt" por empréstimo, pelo período de 15 dias, a partir do presente, de forma a que este possa tirar partido de todos os privilégios inerentes ao dito título. Caso seja de flagrante interesse para ambas as partes, o período poderá ser reduzido ou ampliado.
Reservo-me contudo ao direito de escolha do meu título para os próximos 15 dias, que poderá ser uma "troca por troca", caso opte pelo nobre título de "Mineteiro" ou um título que se adeqúe mais às minhas necessidades momentâneas, desde que, em prol dos interesses da Vinicultuna de Biomédicas - Tinto.

A
Vinicultuna
não
é
uma
primitiva,
é
uma
derivada.



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Mal-me-quer, Bem-me-quer, Muito...



O segredo é jogar com trevos.
Quando sai "Pouco", dá sorte.

Nota: original de uma carta para a nossa feiticeira de Coimbra

Com a espada em riste, com a ponta a tremer muito, ele disse, e a voz também tremia - VII

- Respondei! Sois Homens, ou sois ratos!
- Buuuuuuurp!
- Perdoai-nos, senhor, somos porcos.

Irmãos Catita


Caros amigos, caso ainda não saibam, os nossos companheiros do vinho e da música - Irmãos Catita - vão actuar na Casa da Música no próximo dia 24, 6ª feira pelas 23h. O bilhete são 4€ para jovens como nós. Venho de Lisboa directamente para o evento e quem sabe, para um copo com vocês após o espectáculo. Aqui fica a sugestão...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Desembainhando a espada uma vez mais, ele disse - VI

- Sois Homens ou sois ratos? Puxai das vossas espadas! Tentai atingir-me!
- Senhor, por favor, peço-vos que não repitais essas palavras, não as profirais tão alto.
Contra mim falo, somos gente do pior. Somos suficientemente canalhas para pegar nas vossas palavras, as distorcermos numa metáfora ordinária, desbragarmos as calças, empunharmos as pichas, e cobrirmo-vos da mais fétida urina.

Pede-se Emprestado

"Mineteiro", Tuno Honorário da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, vem por esta forma requerer ao seu con-Tuno Juvenal Genoval "Fodido", este seu último nome, por precisar dele hoje e nos próximos dias.
Em troca, e se for do agrado do con-Tuno Juvenal, o requerente cede o seu próprio título, de que não fará uso enquanto ostentar nome requerido.

Obrigado.

Desembainhando a espada, ele insistiu - V

- Sois Homens, ou sois ratos?
- Eu sou um Homem!
- Eu sou um rato.
- Senhor, não façais caso. Perdoai-nos, estamos todos borrachos.

domingo, 19 de fevereiro de 2006

Há Dias Descobri que...

Quero Ser Figura Típica

Hoje acordei, olhei-te e decidi
Dedicar-te a vida inteira, ó Porto
Pois se em vida, der vida a ti,
Aqui pairarei depois de morto.
Quero ser parte integrante
Tua voz, tua cor, cidade rica.
Daí digo, quando for grande,
Quero ser figura típica.

Entrar no autocarro, ir da Praça até ao Fim
A Cantar e rir em verso como o Senhor do Vale
Posso ser o motorista que não ouve mas diz sim
Ou o senhor que vai de pé, e lhe diz o que está mal.
*
Quero sentar no meu táxi, no capot apanhar sol
Quero tropeçar na rua, ser alegre borrachão
Ou àquele dizer piadas, ser malandro de urinol
Ou o papagaio loiro que repete o palavrão
*
Ser Avô que canta as Pombinhas da Catrina
Atirei o Pau ao Gato e outras canções diferentes
...Mas... porque [também] decidi
Que finado te quero aqui,
Varina,
Venderei fruta no Bolhão se estiveres na banca em frente

Empregado preguiçoso, o patrão está para fora
Fecha o tasco para o cigarro, fecha o tasco para o arejo.
Ser o tolo conhecido, canta o galo às meias-horas
Anjo azul lá no cantinho do painel de azulejos.
*
Mentiroso gabarola “comigo ninguém se mete”
O amigo agitador “corro com todos a estalo”
Mais pacato, Homem-Estátua sentadinho à Garrett
Braço em riste, perna aberta como o “Gajo do Cavalo”
*
Amola-Tesouras e Navalhas, com a gaita traz a chuva
Ou pelo passeio descalço, tiracolo, o ardina
...Mas... porque [também] decidi
Que finado te quero aqui,
Mesmo prostituta,
Escolho ser triste solitário à tua espreita na esquina

Um polícia de bigode, prestável e educado
Cavalheiro à moda antiga, às senhoras galanteios
Ser viúvo assumido, contristado, sofredor
Chorar em tons vermelhos, a derrota do Salgueiros
*
Ser velho espreita-suecas no banco de jardim
Velho-espreita-andaimes, costela de mestre de obras
Ser velha carregada, de pregão boli-berlim
Ou velha carregada, de pregão líííngua da sogra.
*
À tarde trabalhador em sorna de tripa cheia
À noite, embriagado, ser o teu pior poeta.
...Mas... porque [também] decidi
Que finado te quero aqui,
Sereia,
Serei tritão tatuado no coto sujo do maneta.

Namorado compostinho em passeio de domingo
Mão na mão da namorada, o ouvido no relato
O pé ao Engraxador, menos tinta que afinco
Pescador do rio Douro, mais tainha que pescada
*
No quiosque do Piolho, quero ser como o Tozé
“Boa tarde. O que deseja? Não pode ler o jornal!”
Ser um menino pequeno, corre a pomba a pontapé
Que vai sujar um beijo furtivo na ponte do Carregal
*
Puto sujo e reguila, que quando perde chora,
Homem que quando aperta urina na viela
...Mas... porque [também] decidi
Que finado te quero aqui,
Donzela, senhora,
Serei Tuno em serenata, à tua janela, a qualquer hora.

Porto, 19 de Fevereiro de 2006, data dupla efeméride,
Para a Tuna, e para Ela

Caso Clínico - II

João? César? Osvaldo? Rolando? Ulisses?

A Dona Elsa é mouca!

Batendo com a espada numa pedra para chamar a atenção, ele disse - V

- Sois Homens ou sois ratos?
- Perdoai-nos, senhor, se vos confundimos. Sofremos de distorção das nossas personalidades.
- Ora queremos apertar-vos vigorosamente a mão...
- ...ora ajeitamos o corpo de modo a que nos possais fazer festas entre o queixo e o pescoço.

sábado, 18 de fevereiro de 2006

Brandindo grosseiramente a espada, ele gritou - IV

- Então? Sois Homens ou ratos?
- Somos ratos, senhor.
- Eu sou o Rato-que-Roeu-a-Rolha-da-Garrafa-do-Rei-da-Rússia.
- Eu sou o Rato-que-Bebeu-o-Vinho-da-Garrafa-do-Rei-da-Rússia.
- E eu sou o Rato-que-Encheu-de-Urina-a-Garrafa-do-Rei-da-Rússia.
- E eu o Rato-que-Voltou-a-Colocar-a-Rolha-Roída-no-Gargalo-da-Garrafa-do-Rei-da-Rússia.
- E Vós, senhor, porque estais tão furioso? Será possível que sejais o Rei da Rússia?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Personalidades

"O grande problema dos intelectuais é que só se relacionam com intelectuais. E é necessário ouvir o povo."

Agostinho da Silva, Pelo seu 100º aniversário


"Só se vive no Amor e os empregos são intervalos, os intervalos da nossa vida..."

Carlos Paredes, Porque completaria 81 anos

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Desembainhando a espada, ele disse outra vez - III

- Então, enfrentai-me. Sois Homens ou sois ratos?
- Somos ratos, senhor, mas os hábitos de má vida deformaram-nos os corpos até este triste ponto.

Encontrado por aí - a pontapés

"Não me bateria, muito menos até à morte, para defender o direito que tens de o dizer, mas concordo, inteiramente aliás, com o que dizes."

Do Manual do Cobarde

Os Nossos Valores - XXVI

"A Vinicultuna é uma entidade colectiva de utilidade pública, e isso faz confusão e raiva a muita gente."

"Se a Vinicultuna fosse uma pessoa, seria um Animal."

A notícia por que todos esperávamos | Drink red, live longer

Feb. 15, 2006— A red fountain of youth makes vertebrates, and possibly humans, live longer and feel better, according to a new study by Italian researchers on a species of short-lived fish.

Neuroscientist Alessandro Cellerino at the Scuola Normale Superiore in Pisa, Italy, and colleagues report in the February issue of Current Biology that resveratrol, an organic compound found in red grapes and wine, "prolongs lifespan and retards the expression of age-dependent traits in a short-lived vertebrate."

(...........)
A control group of 47 fish had their insect larvae meal without resveratrol. While the control and low-dose fish saw no significant benefits, the fish who received only a medium dose of the compound lived up to 27 percent longer!

Vou já cagalhão!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

Os Nossos Valores XXV

"A Vinicultuna tem a noção do rídiculo. No entanto, sente-se bastante confortável com ele."

"Os Tunos da Vinicultuna bater-se-ão até à morte pela honra das suas donzelas. Já a sua própria honra tem menos que esperar..."

Um Homem Na Cidade...

"Eu sou o homem da cidade
que manhã cedo acorda e canta,
e, por amar a liberdade,
com a cidade se levanta.

Vou pela estrada deslumbrada
da lua cheia de Lisboa
até que a lua apaixonada
cresce na vela da canoa.

Sou a gaivota que derrota
tudo o mau tempo no mar alto.
Eu sou o homem que transporta
a maré povo em sobressalto."

José Carlos Ary dos Santos