sábado, 1 de dezembro de 2007
A Ideia
de copo em riste, Comité de Organização às 00:19 0 cagalhões
Da Vinicultuna e dos Modos com As Moças
"Rapto de Europa", Museus do Vaticano
"Rapto de Sabina", Giambologna, Loggia de la Signora, Florença
"Apolo aparece a Ninfa", Anónimo, Museu Bargello, Florença
de copo em riste, Comité de Organização às 00:00 0 cagalhões
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
"Da Igreja da Minha Terra, Vê-se o Mar e Vê-se a Vinha", ou "Viagem Por Um Paísem Festa, III"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:56 0 cagalhões
"Da Minha Vinha Vê-se o Mar", ou "Viagem por Um País em Festa, II"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:52 0 cagalhões
"Da Estrada", ou "Maravilhas", ou "Viagem por Um País em Festa"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:49 0 cagalhões
Caso Clínico
de copo em riste, Comité de Organização às 23:47 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico
Fratelli di Giornata - il Vino e la Amessa dei Popoli - IX
"... Este frio e esta mistura de cheiros nas ruas é tão agradável, tão Outonal... Castanhas, Farturas (?!?!?!?!), Canela..."
"... ... ...!Hoje vamos beber Vinho!"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:42 0 cagalhões
O que Cala Abelardo
de copo em riste, Comité de Organização às 23:38 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Ideia - A Propósito das Novas Ceroulas de Traje Para a Tuna
de copo em riste, Comité de Organização às 23:36 0 cagalhões
Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - IX
de copo em riste, Comité de Organização às 23:27 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grande Livro dos Animais
Bella Roma - nós só queremos uns cantinhos só para nós
de copo em riste, Comité de Organização às 23:18 0 cagalhões
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Hoje Só Pode Ser um Dia de Sorte - XXIII
Vou à Bola com o Senhor do Vale.
Hoje nunca poderá ser um dia de azar?
Nada pode correr mal, e essa previsibilidade limitante não augura nada de bom.
de copo em riste, Comité de Organização às 14:42 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XX
A Funcionária do Sistema Nacional de Saúde:
- Vamos lá, engula as pastilhinhas!
A Utente do Sistema Nacional de Saúde:
...gllp...glllp!
A Funcionária do Sistema Nacional de Saúde:
- Já está!
O Familiar da Utente do Sistema Nacional de Saúde:
- Maravilha! Eh! Eh!Até parece Vinho Tinto!
de copo em riste, Comité de Organização às 19:20 0 cagalhões
com um Vintage da casta Vinho e Empatia no SNS
sábado, 24 de novembro de 2007
Grandes Frases LXXIV
Platão
de copo em riste, maximum morsae às 14:06 0 cagalhões
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Hoje Foi Um Dia De Sorte - XXII
Lembrei-me de ir àquele sítio, e encontrei isto:
http://www.scsalgueiros.pt/www/hino/hino.mp3
Hoje foi um dia de azar.
Uma vez mais li a coluna d'"A Bola", "O País de Norte a Sul". Ainda não foi desta que anunciaram o regresso da equipa de futebol...
Tenho mesmo muitas saudades.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:01 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Um Lamento - seis lamentos
"...Pelo menos seis elefantes asiáticos, entre os quais três filhotes, morreram electrocutados depois de se embriagarem com cerveja e baterem em cabos de alta tensão no nordeste da Índia, indicaram hoje as autoridades..."
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=300880
lamentamos profundamente - estamos chocados
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Do Epicurismo
Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia
Tinha não sei qual guerra,
Quando a invasão ardia na Cidade
E as mulheres gritavam,
Dois jogadores de xadrez jogavam
O seu jogo contínuo.
À sombra de ampla árvore fitavam
O tabuleiro antigo,
E, ao lado de cada um, esperando os seus
Momentos mais folgados,
Quando havia movido a pedra, e agora
Esperava o adversário.
Um púcaro com vinho refrescava
Sobriamente a sua sede.
Ardiam casas, saqueadas eram
As arcas e as paredes,
Violadas, as mulheres eram postas
Contra os muros caídos,
Traspassadas de lanças, as crianças
Eram sangue nas ruas...
Mas onde estavam, perto da cidade,
E longe do seu ruído,
Os jogadores de xadrez jogavam
O jogo de xadrez.
Inda que nas mensagens do ermo vento
Lhes viessem os gritos,
E, ao refletir, soubessem desde a alma
Que por certo as mulheres
E as tenras filhas violadas eram
Nessa distância próxima,
Inda que, no momento que o pensavam,
Uma sombra ligeira
Lhes passasse na fronte alheada e vaga,
Breve seus olhos calmos
Volviam sua atenta confiança
Ao tabuleiro velho.
Quando o rei de marfim está em perigo,
Que importa a carne e o osso
Das irmãs e das mães e das crianças?
Quando a torre não cobre
A retirada da rainha branca,
O saque pouco importa.
E quando a mão confiada leva o xeque
Ao rei do adversário,
Pouco pesa na alma que lá longe
Estejam morrendo filhos.
Mesmo que, de repente, sobre o muro
Surja a sanhuda face
Dum guerreiro invasor, e breve deva
Em sangue ali cair
O jogador solene de xadrez,
O momento antes desse
(É ainda dado ao cálculo dum lance
P'ra a efeito horas depois)
É ainda entregue ao jogo predileto
Dos grandes indif'rentes.
Caiam cidades, sofram povos, cesse
A liberdade e a vida.
Os haveres tranquilos e avitos
Ardem e que se arranquem,
Mas quando a guerra os jogos interrompa,
Esteja o rei sem xeque,
E o de marfim peão mais avançado
Pronto a comprar a torre.
Meus irmãos em amarmos Epicuro
E o entendermos mais
De acordo com nós-próprios que com ele,
Aprendamos na história
Dos calmos jogadores de xadrez
Como passar a vida.
Tudo o que é sério pouco nos importe,
O grave pouco pese,
O natural impulso dos instintos
Que ceda ao inútil gozo
(Sob a sombra tranquila do arvoredo)
De jogar um bom jogo.
O que levamos desta vida inútil
Tanto vale se é
A glória, a fama, o amor, a ciência, a vida,
Como se fosse apenas
A memória de um jogo bem jogado
E uma partida ganha
A um jogador melhor.
A glória pesa como um fardo rico,
A fama como a febre,
O amor cansa, porque é a sério e busca,
A ciência nunca encontra,
E a vida passa e dói porque o conhece...
O jogo do xadrez
Prende a alma toda, mas, perdido, pouco
Pesa, pois não é nada.
Ah! sob as sombras que sem qu'rer nos amam,
Com um púcaro de vinho
Ao lado, e atentos só à inútil faina
Do jogo do xadrez
Mesmo que o jogo seja apenas sonho
E não haja parceiro,
Imitemos os persas desta história,
E, enquanto lá fora,
Ou perto ou longe, a guerra e a pátria e a vida
Chamam por nós, deixemos
Que em vão nos chamem, cada um de nós
Sob as sombras amigas
Sonhando, ele os parceiros, e o xadrez
A sua indiferença.
Ricardo Reis, 1-6-1916
de copo em riste, Fodunt às 22:31 0 cagalhões
domingo, 28 de outubro de 2007
Vinicultuna - Protocolo de Velhice - III
"Na Sua Velhice, o Tuno da Vinicultuna não estará correctamente trajado, sem o seu Lenço de Escarrar."
"Na Sua Velhice, e sempre que na qualidade de Palestrante Decano Convidado, o Tuno da Vinicultuna dissertar sobre o Homem e a Doença, usará termos como "Vísceras", "Humores", "Éteres" e "Males"."
"Sempre que a Sua Velhice levar um Irmão de Vinho, a Vinicultuna expressará as condolências segurando a mão da Viúva, fitando-a com admiração, e exclamando com majestade "Minha Senhora, Foi na vezinha dele!" , no que será a máxima manifestação de consideração e respeito pelo Notável e Completo Percurso de Vida do Ausente."
de copo em riste, Comité de Organização às 11:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Protocolo de Velhice
sábado, 27 de outubro de 2007
Grandes Frases LXXIII
de copo em riste, maximum morsae às 15:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Das Montanhas do Outro Lado do Mundo
Eu nunca acreditei que do Outro Lado do Mundo as montanhas fossem ao contrário.
Aliás estava convencido de que do Outro Lado do Mundo não havia montanhas.
de copo em riste, Comité de Organização às 02:07 0 cagalhões
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - VIII
“Os primeiros a juntarem-se à nossa Trupe, foram os Cavalos, os Bois, e um ou outro Jumento, por ocasião da Longa Prédica na Trave de Suporte do Pombal por Cima do Estábulo, “O Vinho Puxa Carroças”
“Quando Borrachos, à hora de pagar e sair do Tasco, os Bichos de Conta dão um jeitão.”
“Apesar de tudo, do Respeito e das Boas Relações, a Vinicultuna não é vegetariana”
de copo em riste, Comité de Organização às 00:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grande Livro dos Animais
Do 21 de Maio - "nenhum fdp beberá do meu vinho" - Notas Ilustrativas
de copo em riste, Comité de Organização às 00:29 0 cagalhões
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Em que Álgebro tende para Zero
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum
Tudo começou por um Zum Zum.
E nem Álgebro, o Professor de Aritmética, Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, nem qualquer Tuno se aperceberam. E que não se diga que estavam borrachos. Que nesse estado poderiam escutar o ténue suspiro de uma donzela que não apagasse uma vela, que não embaciasse a vidraça, na água-furtada do último prédio da Rua de Cedofeita.
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum.
Continuou. Não era uma donzela. Nem sequer uma mosca. Apenas um ruído incomodativo, embora crescente. Nada que valesse quebrar a Alegria de Álgebro, que transbordava lágrimas de Saudade da Mal-Agradecida.
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum
Não havia passado de fim de tarde em casa vazia com mulher ausente.
"Claro que não", diria Abelardo, o Cavalo que Cala, sentindo necessidade de evidenciar a sua erudição - único motivo, além da Boa-Educação, por que quebraria o seu quase-voto de silêncio, "É óbvio que se refere como "a que partiu", "a que o deixou", para não nos violentar com "a que morreu". Mas lessem vocês a expressão de Álgebro quando alegre chora a desgraça, como quando cantando seguis os movimentos dos seus lábios, e conseguis ler sem vacilar as letras codificadas, e saberiam como eu", um pouco presunçoso, este Abelardo, mas nunca tínhamos dito o contrário, e continuamos a ser amigos na mesma, "que a Dor de Álgebro se deve mais a...", e amigo Abelardo, a presunção é uma coisa feia, ou quem te manda falar, Cavalo Calado?, com esse ar afectado, quando pretendendo comparar a dor do Professor de Aritmético, apenas te ocorre a Dor de Corno, para opor à Dor da Alma mas nem essa serve, pois aí também dói aos desenganados, e então tentas a Dor da Morte, mas já disseste "a que morreu", e depois engasgas... e deixas a prosa a meio.
E logo um indiscreto, na mesa ao lado - "deve ter sido cancro. tão nova..."
Mas...
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum
... também não haveria falecida.
Que alheio a tudo, Álgebro, Feliz, continuava a chorar.
de copo em riste, Comité de Organização às 20:40 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Do Fim da Noite XVI
E o tempo em que nos beijávamos de olhos fechados, procurando entender o significado íntimo dos silêncios, e o tempo em que os silêncios se enchem e os olhares se encontram, para não mais se apartar. Pode viro céu cinzento, e pode nem nascer o sol. Depois do fim da noite, não mais o dia será triste.
de copo em riste, maximum morsae às 07:42 0 cagalhões
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Os Nossos Outros Valores - XXXVII
"Sempre que nas suas divagações a pé, de burrico ou a cavalo, o Tuno da Vinicultuna tropeçar na banca de uma Vendedeira Careca, comprar-lhe-á qualquer coisa."
"A Vinicultuna não paga em dinheiro às Vendedeiras Carecas. Antes lhes entrega Capachinhos de Lã de Pardal, feitos conforme ensina o Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais."
"Nunca o Tuno da Vinicultuna retirará sem licença o lenço que cubra a cabeça de uma Vendedeira que em cuja banca tropece, e cuja escassez de capilaridade careça averiguar. Não lhe está no entanto vedado o uso da Astúcia ou do Galanteio."
de copo em riste, Comité de Organização às 00:16 0 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
domingo, 14 de outubro de 2007
Menina Nua
lua da tua graça
de copo em riste, Comité de Organização às 23:17 0 cagalhões
com um Vintage da casta Poemas Duvalianos
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Descanse Em Paz II
Dirigi-me ao mar
Peguei num barco
E remei...
Remei durante horas com toda a força que tinha
Enquanto aguentei.
Até que esgotei.
Aí icei as velas e deixei-me à deriva
Durante horas
Dias
Semanas.
Perto do fim atirei-me ao mar alto
Na esperança de alcançar o mar profundo,
Lá onde a luz não chega
E a vida é quase impossível.
Alcancei.
Cessei os movimentos.
No escuro e no silêncio...
Veio a paz.
E lá fiquei.
de copo em riste, Fodunt às 13:36 0 cagalhões
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Ever Wonder why you get a Hangover after a Night of Drinking?
This is part of the new documentary entitled “Inside the Living Body” on the National Geographic Channel. It premiered last Sunday and will air again this Saturday, Sept. 22. It follows our first moments in life to the final breakdown of our bodies. By seamlessly blending 3D models, CGI, and real footage it creates the illusion of a journey through a living body.
Unfortunately, I don’t get the National Geographic Channel so if anyone saw it please let me know your thoughts!
Ou seja, encharquem bem pra não secar o cerabro!!!de copo em riste, Pissæ Cubis às 05:34 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Do Fim Da Noite - XV
"Acorda..."
"??u??a??h??"
"Acorda..."
"O que foi?"
"Shhhhhhhh.... escuta"
"..."
"..."
"O Tuno Genoval Fodido teve pesadelos outra vez?"
E adormecemos abraçados a ouvi-lo, até às 5 da tarde.
de copo em riste, Comité de Organização às 13:32 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
domingo, 23 de setembro de 2007
Novos Amigos Imaginários(?) da Vinicultuna ou Dos Pequenos Milagres
O Senhor Do Vale estava claramente a apreciar a presença de tal donzela, abandonando a nossa mesa para maior privacidade com ela, e tentando mesmo que ela fosse convidada para a festa de aniversário de casamento do nosso Velho. Ela também se mostrou bastante interessada em ir, e em participar em mais encontros da tuna, porque, segundo dizia, era "Mezzo-Soprano e Contralto. Ao mesmo tempo!". Ficou de se marcar qualquer coisa...
No casamento do nosso Velho perguntei ao Senhor do Vale como estavam as coisas com ela, ao que ele me respondeu: "Deixei a gaja... não batia bem da tola! Ahahahaha!!!"
Qual será o significado místico deste estranho episódio? Que implicações terá para o futuro da Tuna?
tempo dixirit
de copo em riste, maximum morsae às 03:53 5 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
sábado, 22 de setembro de 2007
Amigos da Tuna: Ana, a Satânica
Quem não se lembrará para sempre desta nova amiga da tuna, A Satânica?
de copo em riste, Pissæ Cubis às 01:11 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Da Cerveja, ou da Empatia entre Utentes e Utentes do Serviço Nacional de Saúde - XIX
Funcionária - Têm aqui um cházino e umas bolachas, para ajudar a recuperar da anestesia...
Utente 1 - Um chá? Não tem por aí uma cerveja fresquinha? Agora ia era uma cerveja fresquinha, não ia?
Utente 2 - (sorrisos) Ia, ia...
Utente 1 - Vê? E este rapaz anda a estudar para médico! Arranje lá umas cervejinhas...
Funcionária - ...! (abandona a enfermaria com ar de espanto)
Utentes - Ahah! (gargalhadas)
de copo em riste, maximum morsae às 12:22 2 cagalhões
com um Vintage da casta Vinho e Empatia no SNS
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Do Fim Da Noite XIV
4:12 - Acordo em sobressalto de um pesadelo.
Suspiro de alívio por não passar disso, mas aos poucos tomo consciência da sua realidade.
Não consegui voltar a dormir.
Peguei na guitarra para tocar o fado.
7:45 - Parei de tocar e entreguei-me à manhã chuvosa.
de copo em riste, Fodunt às 20:56 0 cagalhões
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Vinicultuna - Protocolo de Velhice -II
"Sempre que, na Sua Velhice, um Tuno da Vinicultuna entrar em palco de carcela aberta, e não reparar, deverá continuar assim até ao final da actuação."
"Na Sua Velhice, sempre que adormecer num cadeirão, o Tuno da Vinicultuna verá o produto excessivo da sua salivação ser aparado pelos lenços perfumados de rosas, dedelicadas senhorinhas que sairão de baixo da sua lapela, em danças graciosas, como se de bailarinas de caixa de música se tratassem."
"Sempre que, na Sua Velhice, um Tuno da Vinicultuna entrar em palco de carcela aberta, e reparar, deverá pousar o instrumento musical, desabotoar as calças, desbragá-las, dar-lhes um jeito, é às fraldas da camisa, para não ficarem de fora, repuxar as calças até ao umbigo, puxar-lhes o jeito, para não apertar muito os meios, coitados, e voltar a abreguilhar-se sem se trilhar, o mais rapidamente possível, para não deixar ficar mal-vista, o resto da Tuna. Mas se por causa do tremor, não conseguir abotoar, deixe lá, aperte o cinto mais um furo, e já está. "
de copo em riste, Comité de Organização às 01:09 0 cagalhões
com um Vintage da casta Protocolo de Velhice
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Caso Clínico Dr.Bayard, ou Dos Rebuçadinhos e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XVIII
O Funcionário - E as picadas? Têm estado altas?
A Religiosa, acompanhante da Utente - Oooh! Ela veio a chupar um rebuçado...
A Utente - Eram só três
A Religiosa, acompanhante da Utente - São daqueles do - passe a publicidade - Dr.Bayard
A título de curiosidade, acrescenta-se que os três protagonistas partilharam também a terceira parte do Primeiro Número IV desta rubrica, publicada na véspera de Natal de 2005.
de copo em riste, Comité de Organização às 21:36 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico, Vinho e Empatia no SNS
Grandes Frases - LXIX, LXX e LXXI
"Um prato de Tremoços!"
...
"Mais um prato de Tremoços!"
...
"Outro prato de Tremoços!"
Anónimo Popular vindo à tona, enquanto se afogava em Tonel de Boa Pinga
de copo em riste, Comité de Organização às 21:30 2 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Quadratura do Círculo
O Problema de Aritmética formulado há milénios, que a Vinicultuna de Biomédicas-Tinto se propõe resolver ao longo do mês de Setembro.
São precisas sugestões!
Se todos colaborarmos, estou certo, encontraremos a solução!!!
de copo em riste, Comité de Organização às 15:02 1 cagalhões
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Grandes Frases LXVIII
Há quem procure fama e fortuna, eu procuro naufragar.
Telefonei para Tokyo, só p'ra te ouvir cantar
Pensei que a tua voz me pudesse animar...
de copo em riste, maximum morsae às 20:45 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Vinicultuna - Protocolo de Velhice - I
"Na Sua Velhice, o Cajado fará parte do Traje do Vinicultuno, que poderá ser utilizado, entre outras funções, como bordão de apoio à marcha, falso instrumento de cordas, ou arma de arremesso."
"Na Sua Velhice, no Fim da Noite, o Tuno da Vinicultuna guardará a dentadura, numa malguinha de Tinto, que terá sempre pousada na mesinha de cabeceira."
"Na Sua Velhice, após cada Serenata, o Tuno da Vinicultuna deverá subir à varanda da Sua Donzela, que deverá recebê-lo e à Tuna, com as seguintes palavras, proferidas para o interior dos seus aposentos «Querida, faz um favor à Vovó, e serve umas torradinhas com manteigas a estes Senhores», ao que deverá a menina ser ensinada a responder, «E eles não quererão um Calicezinho de Porto para as molhar?»"
de copo em riste, Comité de Organização às 20:34 1 cagalhões
com um Vintage da casta Protocolo de Velhice
Antes Disso, Já Nós...
www.blackle.com, a versão ecran-negro do google.
A Vinicultuna preserva o Ambiente
de copo em riste, Comité de Organização às 20:19 0 cagalhões
Vinicultuna - Protocolo de Velhice
Para que um dia não ouçamos dizer a alguém "Estão xéxés, coitadinhos...", nem ensejo de que esse mesmo ouça por resposta "O Vinho encolheu-lhes o cérebro. Fizeram por isso, bebessem menos!", vamos tratar de estipular desde já, a forma de actuar um dia-além.
de copo em riste, Comité de Organização às 12:36 0 cagalhões
com um Vintage da casta Protocolo de Velhice
Grandes Frases - LXVII , ou, Sobre a Morte de um Tuno
"Olhe, Deu-lhe, e Ficou."
Anónima Triste
de copo em riste, Comité de Organização às 11:50 1 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Do Fim da Noite de Tokyo
Sou desperto de um sonho, por um tremor de terra.
Por muitos barcos vim ate aqui,
a esta terra onde Sol primeiro se consome,
antes de atravessar todos os ceus do Mundo.
Neste outro mundo flutuante, onde as margens do dia cedo se apagam,
tudo sao cores no olhar, estranhos perfumes e suaves sabores nos sentidos.
Onde todos os sons dancam em redor de fogos de artificio,
e giram e estoiram no ar e brilham como mil sois!
Fecho os olhos.
E de repente sao so as estrelas e um grande rio de pedras, e o mar...
E e tudo escuro, menos os teus olhos.
Como dois grandes farois na distancia.
Atraves dos mares, montanhas, rios, cidades, selvas e desertos.
Como uma luz antiga, tremula e quase perdida,
a indicar-me o caminho...
De volta.
de copo em riste, maximum morsae às 04:17 1 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Vou Já Cagalhão! - Mais provas da Existência do Japão
"Antes no Japão, é depois em Portugal!"
"Ou seja, Lá, é primeiro que Cá."
"E se fizermos uma coisa mais cedo, mais tarde é ao mesmo tempo."
"Ou então é por sermos todos da Vinicultuna."
"E tudo isto está provado, porque o post que vem antes, e o que vem a seguir, são ao contrário."
"Pchhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!"
de copo em riste, Comité de Organização às 22:59 0 cagalhões
Os Nossos Outros Valores - XXXVI
"Perante semelhantes provas, a Vinicultuna afirma que apenas por má fé, pode alguém duvidar por um segundo que seja, da existência do Japão. O Japão existe, Sim Senhor."
de copo em riste, Comité de Organização às 22:18 2 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Procura-se
"O coração das ceroulas
É difícil de entender,
Alegre quando tem fome,
Triste depois de comer."
in, "Folclore Pornográfico da Figueira da Foz", de 1914, atribuído a Cardoso Martha e Augusto Pinto
Reeditado Recentemente, estará disponível exclusivamente numa Livraria daquela Terra de Sereias, onde um dia não chegámos.
de copo em riste, Comité de Organização às 21:29 3 cagalhões
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Newsflash
A agência Biobacas aparece com uma notícia escandalosa:

de copo em riste, Pissæ Cubis às 00:42 1 cagalhões
domingo, 26 de agosto de 2007
A Nossa Mesa
"Junta-te, Irmão,
Puxa uma cadeira.
Escuta a oração,
Partilha a Nossa ceia."
Bem-Posta é a Nossa Mesa,
Lã negra e rasgões nas beiras,
Mal-cantada a nossa reza.
Temos Vinho, temos Pão
Mas não tábuas ou madeira
Estendam-se as capas no chão!
Bem-Posto é o Nosso Chão,
Sem talheres, sem cadeiras.
Suja o Vinho, seca o Pão
E lava o rio ou a chuva.
E se acaso não há dinheiro
A Mesa é Chão que dá uvas!
de copo em riste, Comité de Organização às 16:14 0 cagalhões
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Os Nossos Outros Valores XXXV
Instrumento de Tuna e todo o objecto capaz de produzir ruido, para o deleite de quem seja, e que possa ser transportado as costas em caso de fuga apressada.
Quando Vinicultuna se fartar desta vida tem planos para abrir um piano-circo, e uma Tabacaria voadora.
A Vinicultuna gosta de passear a chuva.
de copo em riste, maximum morsae às 05:07 0 cagalhões
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Os Nossos Outros Valores - XXXIV
"A fortuna acumulada da Vinicultuna conta-se por algumas notas escondidas no forro dos colchões velhos onde calhou dormirmos."
"Até prova em contrário, a Vinicultuna não acredita na existência do Japão."
de copo em riste, Comité de Organização às 23:11 4 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
Grandes Frases - LXVII
"Ó-i-ó-ai Quando se emborracha o Pobre
Ó-i-ó-ai Dizem, oooolh'ó Borrachão!
Ó-i-ó-ai Quando se emborracha o rico,
Quando se emborracha o rico, acham graça ao figurão!"
Quadra Popular, figurante em "Quatro Quadras Soltas", de Sérgio Godinho
de copo em riste, Comité de Organização às 23:06 0 cagalhões
Do Silêncio de Abelardo
Abelardo chegava, sentava e calava.
Discreto, no canto menos espelhado do Piolho, Abelardo, o Cavalo que Cala, pedia o café, e, depois de o tomar, ainda quente, de um golo, ficava, cascos dianteiros cruzados em cima da mesa, fixava os mesmos cascos, sem os ver, e calava.
Calava dores, pois claro. Não as suas, não donzelas – Senhoras Éguas, ou Senhoras-Senhoras, pois que em tempos com algumas delas sonhara – mas as dores de todos os Cavalos da Equinidade.
Dores de casco muitas, esporas gravadas outras tantas, Dores de flechas crivando flancos, de lâminas decepando patas, lanças trespassando pescoços, em nome do realismo da Batalhas; Calava a sede, a fome, em esqueletos cobertos de pele, assim colocados para dar nome à Seca, ao Deserto; e as cornadas fatais em dias de infelicidade.Calava cacetadas, varadas nas costelas de Rocinante; a morte do último Unicórnio, e o triste fim nunca esclarecido daquele cavalo -seria um burro?a dor era a mesma – com cuja queixada Sansão derrubou um exército de filisteus.
Calava as penas de todos os Cavalos da História, de todos os Cavalos de todo o Mundo. Do pelo queimado dos corcéis do carro de Hélio, aos tóxicos que reduzem drasticamente as populações de cavalos-marinho. E os esforços, os castigos, sofridos às mãos de lavradores injustos, carroceiros rudes, e donos de circo cruéis.
E se, no fim de tanto calar, a hora de ir embora coincidia com mais um brinde da Tuna, que diante do seu Silêncio ensaiava, Abelardo erguia-se e calava mais alto. O brinde era seu. Pedíamos Vinho, pedíamos Broa. E Abelardo Calado, logo brindava.
Era o Brinde das Sopas de Cavalo Cansado.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:49 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Os Nossos Outros Valores XXXIII
A Vinicultuna nao usa caldos Knorr.
A Vinicultuna gosta da gorda do presunto.
A Vinicultuna e um delirio colectivo.
de copo em riste, maximum morsae às 09:36 0 cagalhões
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Portfolio de Nomes para Tunos e caloiros de Tuna - I
Para usar nos futuros Tunos e caloiros de Tuna da Vinicultuna,
Para trocar com Tunas Amigas,
ou simplesmente para Coleccionar
Para caloiro de Tuna:
-Balancé
-Elefantino
-Pimpão
Para Tuno:
-Ogrão
-Malagueta
-Balsemão-Além-Mares
de copo em riste, Comité de Organização às 14:05 0 cagalhões
Os Nossos Outros Valores - XXXII (Especial Digressao)
Se a Vinicultuna fosse um barco, seria uma lancha poveira.
A Vinicultuna gosta de dormir ao relento, nas noites de Verao.
Sempre que pode, a Vinicultuna traz consigo um pote de banha. Para o que der e vier!
de copo em riste, maximum morsae às 05:11 0 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Álgebro, Professor de Aritmética, Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto
Enquanto Álgebro, o Professor de Aritmética foi o Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, não mais um Tuno trocou uma letra, não mais a segunda metade da segunda estrofe encaixou na primeira metade da primeira estrofe, não mais palavras foram soluçadas à pressa ou interrompidas a meio.
Álgebro, sentava-se invariavelmente num lugar lá para o meio, onde ninguém desse por ele, ligava uma lanterninha de espreitar gargantas, prenda de um dos Tunos que ia mais adiantado, e apontava para os próprios lábios, para os próprios dentes, e cantava a letra no código que ele inventara, e só a Tuna entendia. E, guiada pelos lábios de Álgebro, a Tuna cantava certinha, certinha, certinha, pauta acima, pauta abaixo, mesmo quem tinha faltado aos ensaios, e quem não aparecia há muito tempo, embora levasse bocas na mesma.
Álgebro não sabia as letras. Sabia o código. Álgebro não cantava. Excepto quando não havia mesas livres lá para o meio, e Álgebro se tinha de sentar nos lugares junto à parede, lado a lado com o reflexo dos espelhos. Então, Álgebro lia os lábios do Reflexo do Reflexo da sua própria imagem, a soletrar o Código, e então conseguia cantar. Menos no dia em que, em lugar de olhar para os Lábios do Reflexo do Reflexo, olhou directamente os Lábios do Reflexo da própria imagem, e cantou tudo invertido. O pior é que uma velhinha ouviu, e julgou que era coisa do Diabo-VadeRetrum.
E se calhar era, porque era um código difícil, com números, contas de multiplicar e dividir por mais de dois algarismo, e com tantos Pis, Rós, Xis e Quis Quadrados, que houve quem garantisse que Álgebro era da Faculdade de Letras. Pois apesar do grau de dificuldade a verdade é que, Álgebro nunca precisou de dar explicações aos Tunos para que estes aprendessem o Código. E nem sempre as contas eram fáceis. Umas vezes apareciam muitas cervejas a mais, noutras sobravam Restos esquisitos. Mas como a Tuna cantava bem, as cervejas iam por conta da casa, e os Restos Esquisitos, dava o Tuno Grande Morsa a comer aos caloiros – isto se não lhe soubessem.
Houve a noite em que Álgebro cifrou o repertório da Tuna num problema de torneiras e tanques, e de facto, quando a actuação acabou, a sala que começara vazia, estava a transbordar, e Álgebro disse que o segredo era um enunciado com Vinho.
E Álgebro, o Professor de Aritmética, conheceu o máximo expoente enquanto Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, na noite em que, sem combinar, Álgebro começou a silabar por algarismos, incógnitas e potências, a cifra do Próprio Fado Cantado, e a Vinicultuna cantou à primeira, sem nunca ter ensaiado ou sequer mirado pauta, a História do Amor Desgraçado de Álgebro, Abandonado pela Mulher da Sua Vida – e toda a gente no Piolho aplaudiu – embora algumas pessoas tenham ficado com a certeza de que a senhora tinha morrido.
Mas do que Álgebro mais gostou foi da noite em que sem combinar, o Magister Piça Quadrada apresentou “O Primo Álgebro”, e Álgebro cantou o “Fado do Trinta e Um”.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:59 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
sábado, 11 de agosto de 2007
Jogos de Sorte :: parte I
Após termos gasto em duas rajadas quase tudo o que tínhamos, à excepção de "uns pretos", como diz o tuno Inca, decidimos seguir caminho para despistar um amigo do ToZé que nos tinha aparecido e jurava que estava connosco. Foi preciso pedir-lhe que nos deixasse duas vezes, até este se encaminhar para o mar.
Quando demos por ela, tinhamos passado por um letreiro duma casa gigante que dizia
"Casino da Póvoa"... com um cartaz duma perna duma moça, tanto quanto me lembro, e que dizia que era possível jogar com 1 cêntimo. Ora, cêntimos era o que não faltava!
Então, rapidamente descobrimos que os finos eram a 80 cêntimos, com vista para os chineses a apostar aos 3000 contos por ficha na roleta! E os cafés 30 cêntimos. Para que é que gastámos tanto em frango!
Logo nos dirigimos para a entrada... onde somos muito bem recebidos por um senhor engravatado que nos diz que aquela situação era inédita! Os instrumentos tinhamos que deixar a porta! e as capas talvez... ia falar com o superior.
Perante esta hipótese sombria, impossível de aceitar, decidimos esperar.
Vem o tuno Fodunt:
"-Diz-lhes que se fossemos Árabes também não íamos tirar as burkas!"
Vem outro senhor engravatado, este com ar mais bem disposto, dizer-nos o mesmo...
Digo eu: "- Se fossemos Árabes também não íamos tirar as burkas!"
E diz ele... "- Pois... Deixe-me falar com o meu chefe."
Afasta-se uns metros e diz, com ar de riso... "-Sr. Engenheiro..... estão aqui uns... " o resto foi imperceptível mas após tentar medir as nossas intenções, indicou-nos prontamente o caminho do bar, mas não sem antes nos tentar dissuadir a tirar as capas. Se soubesse que dois caloiros tinham inclinações sadomaso e estavam a usar gravata e colete sem camisa... tería-nos indicado a sala vermelha para um show às loiras de 50 anos. Mas como discrição é uma característica nossa, nada foi descoberto, e fomos às loiras fresquinhas, a sair na hora.
E assim começou que poderia ter sido horas a beber cerveja, se não tivéssemos estourado 14 euros em cervejas de lata e 5 euros em águas frescas pela grade de um café fechado!
---Fim da parte I
Nota: Durante a realização deste filme nenhum caloiro foi ferido, e a identidade dos dois caloiros supra-referidos será protegida, sendo que um deles é menor. Mas já sabem traçar a capa!
de copo em riste, Pissæ Cubis às 17:51 0 cagalhões
domingo, 5 de agosto de 2007
Do Fim da Noite XIII
Luz da manha suspensa
sobre dois enamorados
Quarto sem cortinados
de copo em riste, maximum morsae às 10:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
Do Fim da Noite XII
A bordo do autocarro:
"E que tal se nao saisemos na nossa paragem. Pode ser que a proxima nos leve para mais perto do nosso destino.
Seja ele qual for..."
de copo em riste, maximum morsae às 09:40 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
Os Nossos Outros Valores - XXXI
"A Vinicultuna conhece a Velha do Arco. E nem a acha nada de especial."
de copo em riste, Comité de Organização às 05:04 0 cagalhões
Da Demanda de Sezaltina
Sezaltina nunca chegará a encontrar a Vinicultuna.
Mas procurá-la-á incessantemente por todo o lado.
E um dia, anos mais tarde, muitos muitos anos mais tarde, por alturas da, benzamo-nos, cruzes credo, arre-arreda-mafarrico, longe vá o agoiro, Sua Morte, não olhará para esse insucesso com amargura, como sonho interrompido ou desígnio poor cumprir antes como a sua condecoração enquanto Cavaleira do Graal.
Sezaltina nunca chegará a encontrar a Vinicultuna.
Na sua busca infindável, contará mil motivos para voltar à estrada, contará mil histórias a filhos, sobrinhos, netos, sobrinhos-netos, a um bisnetinho que então, nessa hora maldita-longe-vá-a-desdita, terá, e a muitos muitos mais ainda, médicos burros - “Isso cá para mim é cansaço”, “Está com um esgotamento”, “Deve ser princípios de Alzheimer”, “Hmm, hmm, está a fazer uma Trombose”, “Isso que me está a contar é muito estranho”.
Porque de cada vez que se escapuliu da vigilância da filha crédula e do médico burro, para rumar ao Porto guiada por sonhos, sinais, cartas, cartazes, por ideias, por lamentos, e uma vez por um motorista da carreira que já estava tocadito, Sezaltina viveu deslumbrantes peripécias. Aventuras. Loucuras.
Seguiu um cão-esperto, que a viera esperar à Central, e riu-se com as finezas do bicho a entrar nos talhos, a andar em duas patas, a prender os ladrões; a pular para as caixas das camionetas, a molhar-se nas fontes, e a roçar-se nas moças, e dormiu na sua casota;
Da vez seguinte à do Cão-Esperto, deitou-se a adivinhar como um detective, e desmascarou uma senhora que deitava remédio no chá dos velhinhos para lhes ficar com o cheque das pensões;
Foi entrevistada-de-rua para um programa de televisão – e ela até nem via o programa!;
Uma noite em que por três vezes lhe disseram que a Vinicultuna estava lá, só que quando ela chegava, a Tuna já tinha partido para ali, e ao chegar ali, tinha ido para acolá, e acolá, tinham voltado para cá, porque afinal a gente é de onde pertence, e por isso, Sezaltina voltou para a Terrinha;
Num dia de ventania, ao defender-se do vento com um guarda-chuva que lhe tapava as vistas, embarrou sem querer com um polícia, e sem querer vazou-lhe um olhinho;
Noutra noite ouviu o eco da “Feiticeira” filtrado pelas folhagens das árvores do Jardim da Cordoaria, só que quando lá chegou era só uma lagartixa, mas cantava parecido;
Perdeu o medalhão com a fotografia d'O Falecido para na mesma noite o encontrar noutro sítio, com a improvável ajuda de um cidadão Tailandês (dão de facto muito jeito – precisamos mesmo de arranjar um);
E a vez que esteve mais perto da Vinicultuna, foi quando encontrou um Professor de Matemática, mas com aspecto desarranjado, sentado na borda do passeio, com os pés na valeta, num dia a seguir a muita chuva com os bueiros entupidos, a chorar a despedida, só que Sezaltina não percebeu de quem se tratava, e deu-lhe um rebuçado de mel, para não se constipar;
Mas Sezaltina nunca chegará a encontrar a Vinicultuna.
de copo em riste, Comité de Organização às 05:03 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
terça-feira, 31 de julho de 2007
Grandes Frases - LXVI
"Cada qual é como Deus o fez, e muitas vezes ainda pior."
Sancho Pança, em "D.Quixote de la Mancha",de Miguel de Cervantes, Segunda Parte, Capítulo IV
de copo em riste, Comité de Organização às 20:12 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Abelardo, o Cavalo que Cala
Se alguém houve que tenha reparado nele, só pode ter sido um dos frequentadores mais antigos, dos tempos das reuniões do reviralho, e que ainda não perderam o hábito de pesquisar no Piolho a presença de discretos observadores.
Abelardo entrou discreto, de gabardine e óculos de sol, como só pode andar quem quer passar despercebido, e sentou-se num canto a ler o jornal, escondido no entalhe entre a coluna-mestra e a parede, no ponto-vácuo dos espelhos.
Portanto, não poderá sido a Vinicultuna a reparar nele, mas ele a reparar na Vinicultuna. Quantas vezes terá escutado os nossos ensaios? Já estaria lá quando preparávamos o Casamento do Velho, e depois saiu tudo ao contrário? Ou quando o Velho ainda era Novo? Mas nesse caso o Senhor Nogueira tê-lo-ia topado – que saudades de o ver a espreitar pelo espaço entre as revistas penduradas nas traseiras do quiosque do Senhor-Nogueira-Pai. Ter-se-á alguma vez sentido incomodado pela nossa presença? E se sim, como é que se terá dado a reviravolta da antipatia para a simpatia?
Certo é que já nos estudava há muito. E sem dúvida simpatizara connosco. De outra forma nunca teria quebrado o silêncio da forma que quebrou, no dia em que, sem reparar, nos havíamos sentado a seu lado, encurralando-o entre a harmónica-algazarra-em-preparação e o entalhe da coluna-mestra na parede, no ponto-vácuo dos espelhos. Simulando que precisava de se levantar, simulou que olhava o relógio e que ficava surpreendido com o mostrador, para poder simular que nos abordava para confirmar o atraso...
“Ó Crscalho...” - demonstrando a sua enorme categoria na atrapalhação com que se forçou a mal-disfarçar o palavrão - “...que horas são?”,- e na cortesia com que, denunciou a sua condição, pois que ao dirigir-nos a palavra pela primeira vez, retirou o chapéu que cobria sempre o cabeção.
E pela primeira vez o eco do brinde foi quebrado, pois que aos múltiplos “São as Horas que Eu quiser!”, alguém respondeu,
“Ó Carago! Um Cavalo que Fala!”.
Era Abelardo, um Cavalo sim, mas em vez de falar calava.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:17 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Da Doença de Sezaltina
"E agora, Doutor, que à Mãezinha dá-lhe para sair de casa porque diz que tem de ir não sei onde, ir ter ter com uma gente que a gente nem sabe se é parente da gente se é gente que ela ouviu falar a outra gente, ou sequer se é gente, e desaparece-nos horas mesmo dentro de casa, mete-se na cave, anda para lá aos tombos com a luz apagada, e a dizer coisas trocadas! Será Alzheimer?"
E o médico, que era burro,
"Hum...Isso deve ser Alzheimer!"
E Sezaltina, de si para si, bem-pensou
"E que bem que sabe!", e melhor-lambeu uma gota de Tinto da Cave que lhe ficara no canto dos beiços.
E enquanto o médico, que era burro, passava umas vitaminas e um calmante para o Alzheimer da Mãezinha, escapuliu-se do consultório, desceu as escadas de um salto, e escondeu-se na garagem da carreira para o Porto que ficava ao lado do consultório do médico-burro, e que estava mesmo a sair. Já por isso negociara com a filha "não ir à Caixa que os de lá não querem saber da gente, e ir por ir, ia a pagar, ao que fica ao lado da garagem da carreira, que dizem que sim, é muito bom."
Porque "não sei onde" era ao Porto, e "a gente" não era parente, nem se sabe sequer se é gente, porque é da gente, quer dizer da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto que se trata, de quem Sezaltina não ouviu falar a outra gente, antes encontrou um autocolante varrido pelo vento de uma noite de digressão, e colado nas manhãs anteriores ou nas manhãs seguintes por um menino mau no pêlo de um cãozinho-bom , que atravessou a ganir a terra, as terras atrás e à frente, as terras à volta e as estradas que as unia, até encontrar Sezaltina que descolou com cuidado o autocolante do cãozinho, e leu, "Vinicultuna de Biomédicas-Tinto? É gente boa concerteza, e não faziam isto ao bichinho.",no mesmo momento decidindo como desígnio de velhice calcorrear o país todo para os encontrar.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:01 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
quinta-feira, 26 de julho de 2007
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Procura-se Amigo Imaginário - O Caldas-Tinto
O Caldas estava de sentinela.
O Caldas adormeceu. E foi encontrado pelo Avô Custódio.
O Avô Custódio não denunciou o Caldas, e quando a Tropa acabou, ainda lhe arranjou emprego como capataz, que é uma espécie de sentinela nas obras da Barragem.
Por isso, o Caldas prometeu, e enquanto foi vivo cumpriu, entregar na casa do Avô Custódio meia-dúzia de caixotes de laranjas da terra.
Além disso, a par do Senhor António, marido da Carminda de Pardilhó, a quem o Avô Custódio também arranjou emprego lá nas obras da Barragem, era a única pessoa que era capaz de jurar, que o Avô Custódio era um Homem Muito Bom.
E jurou-o sem mentir, até certo dia do ano em que o Caldas deixou de mandar laranjas.
Naquelas noites em que o Piolho já está fechado, e o orvalho diluiu a última gota do Vinho trazido do Solar da Elsa, dava muito jeito um Caldas-Tinto que aparecesse sem avisar, para pagar favores eternos, com Produtos Engarrafados de Região Demarcada.
O Juvenal, que esteve a 5 dias de acabar a tropa, e é Oficial do Exército Português é que nos devia ter arranjado um.
E então nessas noites, se o Senhor Nogueira já se tivesse ido deitar, o Caldas-Tinto, ficaria de olhos bem abertos, de Sentinela como nos tempos da tropa, a ver se não vinha a polícia ou a escumalha perturbar as Serenatas. E enquanto isso também fazia horas até o Sol se levantar, para voltar para casa, pela estrada cheia de curvas, que isto da noite dá sono, e isto do sono torna a condução um perigo.
de copo em riste, Comité de Organização às 19:19 1 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
sexta-feira, 20 de julho de 2007
A Alegria de Um Amigo Imaginário
Depois de conhecer a Vinicultuna, Álgebro deixou de ser distraído.
E voltou a ser feliz.
Numa noite de copos abraçou-se ao Tuno Água Benta a chorar as agruras da viuvez.
Noutra noite pediu com voz de lábios trementes ao Tuno Genoval Fodido, que acompanhasse à guitarra a tabuada dos 7. E como foi tocante ouvir “8x7,56” cantado, e conferir que estava certo.
Noutra abraçou-se a chorar ao Tuno Honorário Mineteiro, queixando-se que se abraçara ao Tuno Sábio Inca, a chorar a mulher que o deixara, e que este sem o ouvir lhe respondera “Pois, pois...”, no que o Tuno Honorário Mineteiro o foi consolando com as palavras sábias “Pois, pois...”
E noutra ainda invocou a chorar os tempos de Faculdade, embebedando-se com todos os Tunos. E com a tristeza sincera a embargar-lhe a voz, lamentou não ter então sido mais calão.
E numa noite em que chovia, sob protecção de um Alpendre-mas-Pouco, contou aos Tunos-mas-Muitos, a história triste da única mulher da sua vida, não escapando a ninguém as lágrimas que se diluiam nas poças.
Os figurantes da noite do Porto habituaram-se a referir-se a ele como “o das matemáticas que anda na cantoria com os cabrões dos estudantes”.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:53 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Amigos da Tuna III

Nome: José
Mais conhecido por: "Senhor Zé"
Profissão: Marceneiro e Animador Cultural de Peso da Régua (agora no Porto)
Hobbies: Fadista e Dançarino
O pouco que sabemos dele é que exerce a nobre profissão de Marceneiro em Peso da Régua, em part-time com um importante papel na Animação Cultural da vitivinícola cidade douriense. No mês de Julho, desloca-se à Praça Parada Leitão, Porto, sempre de directa e acompanhado do seu ocasional amigo e instrumentista, Dum-Dum. Os objectivos destas incursões são pouco claros, ou talvez demasiado óbvios, mas não interessa aqui averigua-los.
O seu riso fácil, o seu gosto pelas bebidas do espírito, os seus dotes de cantor e bailarino, o seu bigode, a sua natural boa disposição, espontaneidade e a sua total desinibição fazem-no merecedor, como poucos, da nossa amizade ao primeiro copo.
de copo em riste, maximum morsae às 01:07 1 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Amigos da Tuna (pequeno parentesis, vulgo nota introdutória)
Porque na Vinicultuna gostamos de fazer as coisas ao contrário, ou melhor, como achamos que devem ser feitas, vou introduzir nesta rubrica dos amigos imaginários da Tuna um amigo real.
Com isto se pretende provar que a Vinicultuna trata bem os seus amigos, sejam eles reais ou imaginários, assim fundindo as duas rubricas.
de copo em riste, maximum morsae às 00:37 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XV
"...Tudo fino! Só ando cá com uma sede!"
"Se tem sede, beba Água!"
"Eu bebo. O problema é que a Água não me resolve esta sede..."
"Então?"
"Precisava de umas bebidas mais... picantes."
de copo em riste, Comité de Organização às 22:36 1 cagalhões
com um Vintage da casta Vinho e Empatia no SNS
Pois é Precisamente de Novos Amigos que se Trata!!!
Amigos Imaginários!
A Nova Rubrica Onírica da Vinicultuna!
Há dias, na Noite de S.João, brincava o Nosso Velho, o Tuno Fundador Cinderella com a descendência da vizinhança, fingindo ser um Humanóide Anormalóide, que as crianças combatiam com todas as suas energias, e às tantas vai um, e entre dois pontapés, pergunta-lhe "Como é que te chmas?", e vai ele, e afastando-o com a mão em garra no peito glabro, "Joel", que é como o Nosso Velho, o Tuno Fundador Cinderella se chama, e vai o menino, e enquanto escalava o braço para chegar aos cabelos, responde "Fixe! Tens o mesmo nome que o meu Amigo Imaginário!"
Ter Amigos Imaginários é Fixe!
A Vinicultuna também vai ter os seus! E vão acompanhar-nos nas nossas aventuras!
O primeiro já foi apresentado! É, como já devem ter calculado, o Professor Álgebro, Professor de Aritmética, e Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto!
de copo em riste, Comité de Organização às 22:25 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Inauguração Oficial do Verão (Com novos amigos!)
de copo em riste, maximum morsae às 00:07 1 cagalhões
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Granfes Frases LXV
"Dizem que ali em Lisboa
A Vida é boa,
Que boa é ela!
Andam catraias nuas
Por essas ruas,
Por essas vielas!"
Senhor Zé - Animador Cultural de Peso da Régua (ilustrado na foto acima)
de copo em riste, maximum morsae às 23:56 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Álgebro - Professor de Aritmética, e Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto - I
A Vinicultuna conheceu o Professor Álgebro num dia de vento, mas não de chuva, daqueles dias em que as pessoas andam de cabeça atirada para a frente, como os pretos quando ganham as corridas dos 100 metros, para que as suas cabeças cortem a meta antes que as cabeças dos outros pretos o façam. Os brancos também podem atirar a cabeça para a frente, mas não nas corridas dos 100 metros, porque acho que não podem participar, e por isso, os brancos atiram a cabeça para a frente nos dias de muito vento, quando por exemplo querem descer uma rua ó p'a lá, com o vento a soprar ó p'a cá.
Até hoje na Vinicultuna somos só brancos, embora tenhamos o Senhor Nogueira e o Tuno Honorário Mineteiro que são os que correm mais, e gostassem de participar em corridas de 100 metros, e por isso, naquele dia, como estava vento, íamos a descer todos a rua contra a direcção do vento, com a cabeça para a frente. Só que como quem atira a cabeça para a frente, tem de ir a olhar para o chão, e pode magoar-se porque pode ir sem ver, contra um poste de electricidade, um baldão do lixo, ou outro ser humano, íamos todos atrás do Tuno Grande Morsa, que é grande e faz um cone de vácuo atrás dele que deixa a gente ir de cabeça levantada, e também é forte, e por isso tem menos possibilidades de se magoar, se for só ele com a cabeça para a frente.
Claro que o Tuno Grande Morsa não se magoou. Quem se magoou foi o Professor Álgebro que apesar de vir na direcção do vento, também vinha com a cabeça para a frente, e a olhar para o chão, não porque precisasse – tinha o vento pelas costas, e como não é preto não estava a treinar para uma corrida de 100 metros - mas porque como Professor de Aritmética, o Professor Álgebro é muito distraído.
E foi assim que, sem os ofícios do Senhor Nogueira, Relações Públicas da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, a Tuna conheceu o Professor Álgebro.
“Magoou-se? Não foi por querer!”
de copo em riste, Comité de Organização às 18:31 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
terça-feira, 17 de julho de 2007
Sobre a Loucura
A Loucura tem uma componente forte de Vinicultuna.
de copo em riste, Comité de Organização às 19:17 0 cagalhões
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Grandes Frases - LXIV
"Poc!",
diz a rolha!
de copo em riste, Comité de Organização às 21:21 8 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Saudades da Estrada do Balouçar das Ondas da Barcaç que Não Mas devia ter sido construído no porto de Hamburgo e Sobretudo Saudades de Vós meus Tunos
Conheceramo-nos há 3 dias. Ao pôr-do-sol, no convés, agrupados em conversas a dois ou três, debruçados a sós na amurada a balançar e a espreitar golfinhos. Cada um por si. Um de nós fazia anos, mas cada um por si. Conheceramo-nos há 3 dias.
Desci à cozinha e abri o congelador. Após o almoço colocara o "João Pires" - Moscatel, Terras do Sado a refrigerar. Um de nós fazia anos. Trouxera a garrafa de Portugal de propósito para este momento.
Com cerimónia e espalhafato tirei todos os cálices das prateleiras e entrancei-os nos dedos. Com cerimónia e espalhafato subi as escadas a bambolear, e, outra vez no convés, abri a garrafa. Poc!, fez a rolha. Servi os passageiros, um por um, depois voltei às cabines e servi a tripulação. Sempre com cerimónia e espalhafato. Regressei ao convés e brindámos, na divisão mais apertada do convés. Afinal cabíamos ali todos.
Servi a segunda rodada a quem a ela se bateu, tratando com especial deferência aquele que de entre nós fazia anos.
Tratei da última rodada pessoalmente.
Enquanto a saboreava, único de entre dez que escolhera o chão como sofá, meditei, com o céu dourado por fundo, emoldurado pelas cabeças daquelas pessoas que já se conheciam há muito mais que três dias,e concluí
Se não fosse Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, nunca teria conseguido juntar aqueles
sorrisos naquele fim de tarde.
A Vinicultuna nasceu para fazer as pessoas felizes.
e tornou-me uma pessoa melhor.
de copo em riste, Comité de Organização às 21:16 1 cagalhões
sábado, 14 de julho de 2007
Julho, Mês do Estudo e da Piada Científica, e do Entulho para rimar com Julho!
O que é que diz uma IgA secretada para uma IgA de membrana?
- Ó mIgA... sIgA?
de copo em riste, Pissæ Cubis às 17:34 0 cagalhões
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Os Nossos Outros Valores - XXX
"Na Vinicultuna, gostamos daquelas bolachas que às vezes nos dão".
"Na Época de Exames, o Tuno da Vinicultuna molha os cantos de baixo das páginas dos seus livros num Copinho de Tinto, para estudar mais depressa."
"Há coisas que a Vinicultuna não sabe."
de copo em riste, Comité de Organização às 15:04 0 cagalhões
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Festa de Final de Ano & Magnífica Digressão de Tuna
No dia 27 de Julho, sexta-feira, tens mais um motivo para ficar uma última noite cá no Porto além de fugir de qualquer lembrança do último mês a queimar pestanas.
cortesia do Café-Repasto-Barbearia Piolho
Cerveja 0,33cl - 0,75 €
Cerveja 0,5L - 1€
Cerveja 1L - 1,25€
Vinicultuna de Biomédicas-Tinto - à melhor oferta
Não te esqueças de chegar cedo! À meia-noite acaba a mama :)!
Em simultâneo, será celebrada a refeição inaugural da magnífica
Digressão de Tuna 2007
de copo em riste, Pissæ Cubis às 22:46 0 cagalhões
domingo, 8 de julho de 2007
As 7 Maravilhas da Vinicultuna
A pauta do Afonso
Aurora e Outrora
A Menina Nua e as Pombas, imortalizada nos versos do Senhor do Vale
A Ventania que levar o anúncio que desfigura a Torre dos Clérigos
A Fonte dos Leões
A Estrada que Conduz ao Piolho
e a Tua Janela.
...e outras Maravilhas há...
...citemo-las, meus Tunos!
de copo em riste, Comité de Organização às 08:39 1 cagalhões
Paradoxo - ou - Reminiscências do Nosso Mês de Junho
Um RuAnão é um Ruano Muiiito Grande ou Muiiito Pequeno?
de copo em riste, Comité de Organização às 08:36 0 cagalhões
Do Fim da Noite XI
A noite - enorme.
Tudo dorme,
Menos o teu nome.
de copo em riste, maximum morsae às 03:23 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Caso Clínico
Homem de 52 anos, admitido por Suspeita de Crise Convulsiva. Assintomático até hoje de manhã, altura em que, de acordo com a esposa, se apresentou um pouco confuso, recusando a ingestão de um Copo de Vinho.
de copo em riste, Comité de Organização às 17:09 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico
quarta-feira, 4 de julho de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Quadra de Abertura de Épico de São João - em directo por telefone, do São João de Braga
?Estou? Estou?"
"Carlos Guimarães!
Médico Simões!
Estou no Campo da Vinha
A cantar provocações!
Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"
...e mais não retive, porque a borga era muita de um lado e outro da linha, mas versava Casamentos em Vila do Conde, com Rock até às 4 da manhã, e regressos na bagageira de uma carrinha de 2 lugares, e Parasitas Republicanos contra o Grande Reino do Minho...
de copo em riste, Comité de Organização às 23:13 0 cagalhões
com um Vintage da casta Poemas Duvalianos
E Assim se Fecha um Negócio
-Como está Vizinho! Como está NOVO Vizinho! A Donzela já lhe disse? Aquela mesa! É exactamente o que eu estava à procura! Para a casa de campo. Uma coisa pequena, e prática. Passei aqui na garagem e...É aquilo! Pequena, prática! A Donzela disse-me que não precisam dela. E então?... Quanto quer por ela? Nunca pensou em vender? Vá lá, um número! Não lha vou levar assim sem nada... Muito bem! Eu levo a mesa, mas com a condição de lhe pôr qualquer coisa lá em casa!...
Gosta de Bom Vinho?
de copo em riste, Comité de Organização às 23:07 0 cagalhões

