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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - XI


sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Ensaio/Conto Sobre a Preguiça - Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais

"Morreria a Preguiça de sede se, em vez de à borda do charco de água, tivesse adormecido junto a um Pipo de Vinho?", enunciou um deles em voz alta, e os outros calaram-se como que anuindo.
"A Preguiça está a dormir.", postulou com voz firme.
E os outros trouxeram o Pipo de Vinho, e abriram-no por cima.
Todos se afastaram, e observaram.
A Preguiça acordou, e não morreu de sede.
E eles concluiram, "Assim seja!"
E foram Felizes para Sempre.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - IX


Anónimo Romano-Antigo - Museus do Vaticano

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - VIII

“Os primeiros a juntarem-se à nossa Trupe, foram os Cavalos, os Bois, e um ou outro Jumento, por ocasião da Longa Prédica na Trave de Suporte do Pombal por Cima do Estábulo, “O Vinho Puxa Carroças”

“Quando Borrachos, à hora de pagar e sair do Tasco, os Bichos de Conta dão um jeitão.”

“Apesar de tudo, do Respeito e das Boas Relações, a Vinicultuna não é vegetariana”

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - V

"A Vinicultuna recusa-se a chamar monco, catota ou mileca aos Macacos do Nariz."

"A cozinha da Vinicultuna é o habitat natural do Verdete."

"Os Cogumelos e a Levedura da Cerveja também são Bichos."

in "Capítulo dos Animais Pouco Vivos"

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - IV

Como nota de rodapé, pode ler-se na página de onde se transcreveu o excerto anterior, que a receita do mel que a Vinicultuna transmitiu às abelhas fora encontrada no bolso do forro de Gilé Acqua Bentis, mas ele achava que não lhe pertencia.

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - III

No tempo em que os animais falarem, saiu a Vinicultuna em digressão.
Desapontada com os humanos, os tunos procuraram a solidão dos montes e bosques, encontrando a companhia e os aplausos emntre os bichinhos do campo e da floresta.
Foi um período de harmonia e partilha, e também uma vírgula entre duas eras.

Nesse tempo os burros aprenderam a zurrar,
e encaracolou-se a lã das ovelhas.
Os ursos aprenderam a gostar de mel, e as abelhas a fazê-lo.
Os tunos começaram a ronronar quando dormem satisfeitos,
e como os cães começaram a urinar nas encruzilhadas, e a espojar-se nos excrementos.
Um javali ensinou os tunos a comer de faca e garfo, mas, ilustração máxima da imensa abertura cultural que caracterizou este breve período, depois disso, optou ele próprio por deixar de o fazer.

Viva a Vinicultuna e Vivam os Animais!

quinta-feira, 15 de setembro de 2005

Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais

"A Vinicultuna é Amiga dos Animais"

"À partida a Vinicultuna é amiga de TODOS os animais."

no entanto

"Há animais que são piores do que as pessoas."

"Pelo que, a Vinicultuna pode deixar de ser amiga de alguns animais, em função do seu comportamento"

"A Vinicultuna tem em sua posse provas irrefutáveis que demonstram que as fábulas que povoam a imaginação populo-infantil se passam no futuro, "No tempo em que os Animais Falarem"."

"A Vinicultuna está envolvida no desenvolvimento do ramo das Ciências do Comportamento e Sociologia que defende que a evolução do Homem passa pela imitação e adaptação progressiva do ethos animal."

da Editorial Araújo, de quem mais poderia ser?