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terça-feira, 3 de novembro de 2009

As Nossas Lendas - VI

- Uma vez a Vinicultuna desapareceu. Disse-se muita coisa. Nós ficámos preocupados, mas a seguir encontrámo-la.
- Nas actuações da Vinicultuna já participaram: gatos, cães de passagem, pombas ao ar livre, uma galinha-estandarte, patos variados em noites de cerimónia, um gatinho numa caixa, um salmão numa grelha, um coati numa foto-novela, provavelmente coelhos de estimação e cavalos da GNR, decerto também ratos, o nosso Magister era meio Golfinho, outro Magister venceu um concurso de rádio enquanto Peixinho Dourado, e o Cão do Homem da Lua, quando lá chegarmos pelos nossos próprios meios.
- A Vinicultuna já teve uma Pandeireta Voadora Assassina.

quinta-feira, 26 de março de 2009

As Nossas Lendas V

  • A vinicultuna já praticou rituais racistas, nomeadamente contra outras raças. Para isso auxiliou-se do saco de banha.
  • A vinicultuna já foi interpelada pela polícia espanhola por má prática.
  • A vinicultuna AINDA não foi interpelada por polícia de outras nacionalidades estrangeiras, que não espanholas, por má prática.
  • A vinicultuna já tirou fotografias a si mesma...e ficaram bem.
  • A vinicultuna trata-se na terceira pessoa pela simples razão que não se pode cuidar na terceira pessoa.
  • A vinicultuna actualmente frequenta um curso intensivo de línguas.
  • A vinicultuna já fez coisas de que não se orgulha... mas percebe, portanto perdoa.
  • A vinicultuna aspira a associação vínica mas não há meio de avançar com o processo.
  • A vinicultuna já alistou um membro seu no exército.
  • A vinicultuna já fez diversas velhinhas felizes... inclusivé despertou um sentimento de paixão numa bela idosa por um índividuo de descêndencia ucraniana(ainda hoje fala nele...)
  • A vinicultuna já provou uma vez ou outra papas de sarrabulho
  • A vinicultuna já foi expulsa de um avião em andamento

domingo, 22 de fevereiro de 2009

As Nossas Lendas IV

  • Para entrar na Vinicultuna são necessários dois pré-requisitos - ser feio e cantar mal.
  • Alguns dos caloiros da Vinicultuna não podem estar presentes com a frequência que desejavam nos jantares por se encontrarem a realizar hemodiálise.
  • Um dos fundadores da nossa tuna mantinha uma relação com um seu amigo loiro.
  • Um dia fizemos uma digressão em carrinhos de golfe até à campa do António Variações, onde entoamos o fado da Mariquinhas.
  • Uma vez vimos um rato na rua, mas não o comemos.

As nossas lendas III

- O tuno da vinicultuna só se satisfaz depois de uma refeição composta por 3 pratos:

Língua de Vaca (de preferência estufada com ervilhas - conselho do nosso velho mestre)
Arroz de Grelos
Tripas à Moda do Porto
Pode ou não terminar com uma sobremesa como, p.e., baba de camelo ou natas do céu.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

As nossas lendas II

Mas que bela rubrica se havia de lembrar o nosso tuno Fodunt. Aqui fica a minha contribuição para a mesma:


  • A Vinicultuna gosta de apanhar patos, no largo do pato, e de libertar galinhas, nos jardins do Palácio de Cristal;
  • A Vinicultuna já se fez transportar durante as suas digressões de autocarro, comboio, bicicleta, barco, avião, metro, carro, escadas rolantes e caixotes do lixo. Dos meios atrás mencionados só se registaram acidentes em 3;
  • Os caloiros da Vinicultuna quando viajam de comboio são considerados bagagem mas quando viajam de avião são considerados passageiros;
  • A Vinicultuna já esteve no Araújo e conhece uma passagem secreta para lá;

E, para finalizar, a maior lenda que gira em torno da Vinicultuna de Biomédicas - Tinto e que jamais poderá ser confirmada se não pela voz daqueles que dizem ter presenciado tal acontecimento:
  • A Vinicultuna editou um CD, que era vendido num stander pelo Técnico de Execução de Tarefas Pereira Nogueira

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

As nossas lendas

De origem e veracidade incerta, muitas são as lendas que relatam actos ou situações, alegadamente praticados ou vividas (respectivamente) pela Vinicultuna de Biomédicas - Tinto.
Esta rubrica tenta recordar ou até lançar algumas dessas lendas. (Já que nos faltam os valores)

  • A Vinicultuna nasceu numa noite de nevoeiro e teve como pai um cão que voltámos a encontrar 5 anos depois, numa noite sem nevoeiro.
  • A Vinicultuna já atravessou parte da costa de Portugal (desde Aveiro até à Póvoa) abordo de uma embarcação a remo, numa epopeia equiparável à dos descobrimentos Portugueses.
  • Um dos membros da Vinicultuna já cruzou a ponte D. Luis dentro de um contentor de lixo público, apenas para sua realização pessoal.
  • A Vinicultuna cantou (e encantou!) para a Rainha de Espanha, aquando da digressão a Madrid e possui inclusivamente registos fotográficos do acontecimento. (Aproveitamos para agradecer a hospitalidade e o carinho de Sua Majestade).
  • Na mesma digressão fomos abordados pela polícia espanhola, por 14 vezes, visto ser proibido o transporte de mobília de ou para jardins públicos naquela cidade (lei que juramos desconhecer).