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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Ήταν μια τυχερή μέρα σήμερα - XXVII




Σήμερα ήταν μια ημέρα τύχης.


sábado, 14 de maio de 2011

Ontem Foi Um Dia de Sorte - XXV

Foi o 13 de Maio, e a rodinha à volta do Sol brilhou muito.
Glória, Glória, Aleluia, Glória!

Ontem foi um dia de azar

Foi Sexta-Feira 13.
Arre, diabo!, vade retrum mafarrico!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Hoje É Um Dia De Sorte - XXIV

Encontrei o CD do Harrison's dentro da caixa do "Aos Amores" do Sérgio Godinho, que felizmente estava no mesmo sítio.
Há que tempos não ouvia da "Querida Fátima"!

Hoje é um dia de azar.

Lembrei-me de ir ver, mas o estandarte da Tuna não estava no meio das páginas do calhamaço da Medicina Interna...
... será que o teremos mesmo deixado a servir de babete àquele cão gigantesco, naquela noite de serenata? Alguém o viu depois disso?

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Hoje Só Pode Ser um Dia de Sorte - XXIII

Vou à Bola com o Senhor do Vale.

Hoje nunca poderá ser um dia de azar?

Nada pode correr mal, e essa previsibilidade limitante não augura nada de bom.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Hoje Foi Um Dia De Sorte - XXII

Lembrei-me de ir àquele sítio, e encontrei isto:

http://www.scsalgueiros.pt/www/hino/hino.mp3



Hoje foi um dia de azar.

Uma vez mais li a coluna d'"A Bola", "O País de Norte a Sul". Ainda não foi desta que anunciaram o regresso da equipa de futebol...
Tenho mesmo muitas saudades.

sábado, 16 de dezembro de 2006

Ontem Foi Um Dia de Sorte - XXI

Depois de ter saído tarde do jantar-oficioso-de parte-do-serviço, na Adega dos Caquinhos, onde, por distracção acabei por beber a garrafinha de verde tinto, e ido para casa preparar o caso clínico para a reunião de serviço, acabei por ser elogiado no fim da apresentação.
Estou orgulhosíssimo.

Ontem foi um dia de azar

Passei o dia todo rameloso e com os olhos vermelhos. Espero que não tenha nada a ver com o macaquito que há um mês me trepou para o colo, e eu, antes de me lembrar que era uma coisa muito estúpida porque há macacos que passam micróbios para a gente, lhe enfiei o dedo mindinho na boca, e deixei que me mordesse.
É que eu já sou míope, e não quero ficar cego.

sábado, 16 de setembro de 2006

Amanhã Será Um Dia de Sorte - XX












Amanhã será um dia de azar?

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Ontem Foi Um Dia de Sorte - XIX

Tem um aspecto fino, cuidado. E estuda nas Biomédicas. Quando lhe perguntei quase retoricamente "Então aprecias a sonoridade da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto", ela respondeu "Nem por isso!".
Mas o melhor é que fez aquela cara de "quase-nojo", que eu já não via há tanto tempo, e que, temia, já não conseguíssemos despertar!!!

Ontem foi um dia de azar.

Aproveitando que regressava pela noite pela nacional, fiz um desvio e passei na rotunda de Brito. Tinham-me dito que andavas a trabalhar outra vez. Mas não te vi.

quinta-feira, 6 de julho de 2006

A semana passada tive um dia de Sorte - XVIII



A caminho de Bremen conheci um cão, um gato e um galo, e decidimos ir os quatro viver para a cidade e ser músicos.

A semana passada tive um dia de azar

Voltei a Nuremberga com o fito de recuperar o relógio do meu Avô, mas a secção dos perdidos e achados da estação de comboios estava fechada.

sábado, 1 de julho de 2006

Ontem foi um Dia de Sorte - XVII

Passei o dia no Jardim Zoológico, e fiquei com imensas ideias para prendas para um casamento que aí vem.

Ontem foi um dia de azar.

Como sempre que vou a estes sítios, fiquei com imensas dúvidas quanto à minha identidade.
Logo agora que há três semanas que já só estava indeciso entre ser um Acor como o Pauleta ou um Zé-Kalanga como o Palanca.

terça-feira, 27 de junho de 2006

Ontem foi um dia de sorte - XVI

Com os saltos e os pinotes do fim do jogo de Portugal, perdi o relógio. Era um presente muito engracado. O meu Avö era sovina, e filho de um relojoeiro. Quando mo ofereceu disse que era um relógio muito bom. A primeira vez que tive de lhe mudar a pilha, na casa onde o levei disseram-me que é um relógio indiano que näo vale o que aparenta. De qualquer maneira foi a última coisa que o meu Avö me ofereceu.
Calcorreei o mais metodicamente possível o terreiro de cascalho da Festa de Nuremberga(muito curioso, revistam-nos e nao nos deixam entrar com garrafas de plastico, mas o chao está cheio de pedras), mas já estava escuro e a comecar a chover. Quando já estava a preparar-me para repetir o percurso, reparei que um homem pequenino que fazia o mesmo que eu, se baixou para apanhar...
... sim! adivinharam
O homem era um emigrante Tailandes e nao falava uma palavra de ingles, e poucas de alemäo (lingua que eu nao arranho). Foi difícil explicar-lhe que näo o estava a roubar. Dei-lhe o meu cachecol como agradecimento.

Ontem foi um dia de azar

Passada uma hora voltei a perder o relógio. Näo o voltei a encontrar

Ontem foi um dia de sorte - XVI

Com os saltos e os pinotes do fim do jogo de Portugal, perdi o relógio. Era um presente muito engracado. O meu Avö era sovina, e filho de um relojoeiro. Quando mo ofereceu disse que era um relógio muito bom. A primeira vez que tive de lhe mudar a pilha, na casa onde o levei disseram-me que é um relógio indiano que näo vale o que aparenta. De qualquer maneira foi a última coisa que o meu Avö me ofereceu.
Calcorreei o mais metodicamente possível o terreiro de cascalho da Festa de Nuremberga(muito curioso, revistam-nos e nao nos deixam entrar com garrafas de plastico, mas o chao está cheio de pedras), mas já estava escuro e a comecar a chover. Quando já estava a preparar-me para repetir o percurso, reparei que um homem pequenino que fazia o mesmo que eu, se baixou para apanhar...
... sim! adivinharam
O homem era um emigrante Tailandes e nao falava uma palavra de ingles, e poucas de alemäo (lingua que eu nao arranho). Foi difícil explicar-lhe que näo o estava a roubar. Dei-lhe o meu cachecol como agradecimento.

Ontem foi um dia de azar

Passada uma hora voltei a perder o relógio. Näo o voltei a encontrar

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Hoje foi um Dia de Sorte - XV

Cheguei a Hamburgo. Terra de piratas, marinheiros, e patifes. E mulheres vividas mas quentes. E histórias de aventuras, e cancoes temperadas com sal e rum.

Hoje foi um dia de azar

Nao encontro a minha bandeira de Portugal. A bandeira-agasalho. A bandeira-colchäo. A bandeira urinol. Estou tristíssimo.

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Hoje Foi Um Dia de Sorte - XIV

Quatro. Pretas. Aos círculos. Vi as primeiras Andorinhas.

Hoje foi um dia de azar.

Atchim! O ar continua cheio de cotões alergéneos.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Ontem Foi Um Dia de Sorte - XIII

Vem que no Sarau da Queima das Fitas, já vai para mais de uma semana, iniciava o Tuno Grande Morsa a leitura do excerto escolhido do D.Quixote de la Mancha, a quem era dedicada a actuação, no que começou o Tuno Água Benta, a executar um fundo musical na trompa. Discreto, mas emotivo, aquele trecho de um famoso musical.
Acontece que nem o nome da peça, nem as suas notas me vieram à memória ao longo da última semana.
Ontem, batia-me com um jantarzinho frugal mas requintado, numa esplanada de uma mesa de uma rua sossegada de Guimarães, talheres na mão, a obra de Miguel de Cervantes aberta, segura pelas loiças, começa a sair suave a melodia mágica da coluna do estabelecimento.

Ontem foi um dia de azar.

A empada de carnes já tinha acabado.

domingo, 23 de abril de 2006

Ontem Foi Um Dia de Sorte - XII

Quando despejei na mesa a saca de plástico com os remédios da doente na Sala de Emergência, saiu, preso ao tilintar de um molho de chaves, um cãozinho de peluche.
Era cor de mel, e tinha umas orelhas de abano muito engraçadas, e eu pude fazer uma pausa no trabalho extenuante, e brincar um bocado.

Ontem foi um dia de azar.

Na sala de Triagem estava um adolescente bêbado. Estava prostrado, meio torto, de bruços ao longo de dois sofás brancos, mas com os joelhos no chão. Estava de rabo ao léu, e, o espaço entre dois sofás era atravessado por um looooongo e grosso cagalhão.
Eu até achei piada, mas a Auxiliar, a Dª Prazeres ficou muito zangada, e eu agora tenho medo que digam que foi a Vinicultuna.

domingo, 2 de abril de 2006

Hoje foi um Dia de Sorte - XI

De manhã, depois de mais uma noitada de trabalho, o sol brilhava, mas eu, em vez de sair para a vida, fiquei no hospital mais umas horas, a preencher uns protocolos, que é uma coisa muito nossa que nós lá temos. Liguei para o laboratório a pedir um resultado de uma albuminúria e um creatinina numa urina muito especial, que faltava, e, surpresa, atendeu-me a Hermínia.
A Hermínia é uma colega das Biomédicas, que trabalhava na sala de computadores com o João Preto, e o Daniel Basílio Leitão que também é preto, mas ela não é preta. Ficámos ao telefone muito mais tempo do que era preciso, a dizer palhaçadas, e novidades sobre as Biomédicas, e eu tinha posto o "Por Este Rio Acima" do Fausto no computador, e também falámos nisso, e foi melhor do que se tivesse ido passear à Foz e encontrado um amigo.

Hoje Foi um Dia de Azar

Fiz o saco da roupa suja, e deixei-o em Guimarães

Ontem Foi Um Dia De Azar X

Alguma coisa de mal me deve ter acontecido, embora não me lembre, porque, e sobretudo:

Ontem Foi Um Dia De Sorte

Atravessei a ponte da Arrábida, de forma pouco usual, e só até meio. E assim, ainda que por algumas horas, encontrei-me.

sexta-feira, 24 de março de 2006

Hoje Foi Um Dia de Sorte - IX

Meti 0.75€ na máquina para tirar uma sandes de panado (o facto de existirem sandes de panados nas máquinas de comida do ICBAS é uns dos segredos mais bem guardados desta nobre instituição), e quando fui recolher a dita sandes, qual é o meu espanto, quando vejo, não um, mas dois panados no interior do molete.
Hoje foi um dia de azar
Continuo perdido.

sábado, 18 de março de 2006

Ontem Foi Um Dia de Sorte - VIII

Tenho um Poker de Joaquins entre os meus doentes. E 3 deles no mesmo quarto. É mesmo fixe. Parece mesmo aquele jantar de Tuna em que o Joel, que é um que nós lá temos que está sempre a ter ideias malucas, se lembrou de chamar Senhor Vítor a todos os caloiros. É uma grande confusão.

Ontem foi um dia de azar.

Quando já vinha no elevador desfardado (uf!) para vir embora, larguei um peido sonoro. Fiquei contente, claro. Mas logo a seguir reparei que só estava mais uma pessoa no elevador. Uma senhora nova. Não tinha forma de disfarçar. Que vergonha!