domingo, 3 de fevereiro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Do Fim da Noite... em Braga, à carga!
de copo em riste, Pissæ Cubis às 02:46 2 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Sobre o Apetite - Pecado ou Virtude? - Ensaio Fotográfico
de copo em riste, Comité de Organização às 22:08 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
Entre a Virtude da Fome, e o Pecado da Gula, ...
de copo em riste, Comité de Organização às 22:04 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
"Oveso" será, o Tuno Aqua Bentis
de copo em riste, Comité de Organização às 22:02 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
domingo, 27 de janeiro de 2008
Do Fim da Noite
O contorno do monte destaca-se da madrugada.
Aqui ainda está escuro.
Morre Alonso Quijano,
o Bom, o Assizado.
Que não Dom Quixote.
Esse viva!
E já há muito tem o sol pelos olhos, do outro lado da Penha.
de copo em riste, Comité de Organização às 07:19 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Grandes Frases de Grandes Digressões
"O nosso Magister é "Oveso""
Tuno Aqua Bentis no final da digressão a Braga
de copo em riste, Fodunt às 02:06 0 cagalhões
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Do Pecado da Gula
O Magister Piça Quadrada engordou 30 quilos em 2 meses.
de copo em riste, Comité de Organização às 19:31 2 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
À Mesa, como Na Vida - da Justiça e Equilíbrio da Colher do Tuno Honorário Mineteiro, quando ainda não o era, na hora de servir os Futuros Contunos...
...à mesa na República "Ó-Ay-Ó-Linda!"
Duas Colheres de Arroz para o Tuno Grande Morsa, que ainda não o era, porque é muito grande e forte.
Uma Colher-e-Meia de Arroz para o Tuno Chiclete que já o era, que não é tão grande como o Tuno Grande Morsa que ainda não o era. Corrijo, Uma Colher de Arroz para o Tuno Chiclete, porque de facto é bastante mais pequeno que o Tuno Grande Morsa que ainda não o era, e porque ainda falta muita gente servir-se, o arroz não é assim tanto, somos visitas, e não podem pensar que somos uns alarves.
Duas Colheres de Arroz para mim, que não era nem sou tão grande como o Tuno Grande Morsa que ainda não o era, e até era e sou mais pequeno que o Tuno Chiclete que já o era, mas depois de ver o produto de Uma Colher de Arroz no prato do Tuno Chiclete que já o era, concluo que é capaz de ser pouco, e agora já não falta tanta gente servir-se.
de copo em riste, Comité de Organização às 19:20 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
Das Virtudes dos Pique-Niques
"Riu-se o lacaio, tirou a cabaça, sacou dos alforges as fatias de queijo, e um pão pequeno, e ele e Sancho sentaram-se na verde relva, e em boa paz e companhia deram cabo de tudo o que vinha nos alforges com tanta gana, que até lamberam o maço das cartas, só porque cheirava a queijo."
de "O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha", de Miguel de Cervantes
de copo em riste, Comité de Organização às 19:16 1 cagalhões
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Da Virtude da Fome...
O Tuno Chiclete rapou o tacho depois do jantar, na Real República Ó-Ay-Ó-Linda.
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com um Vintage da casta Pecados Mensais
sábado, 19 de janeiro de 2008
L’enfance de Pantagruel
de copo em riste, Comité de Organização às 20:33 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Grandes Frases Gúlicas - LXXX
" Mas soube-me a pouco, mas soube-me a pouco mas soube-me a pouco, mas soube-me a pouco..."
Sérgio Godinho, (mesmo antes de lhe saber a tanto)
de copo em riste, Comité de Organização às 00:30 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
E que bem que nos soube...
... à sombra e ao sol sob o abrigo do lago, ao almoço as vitualhas do Mercado Municipal D.Pedro V, regadinhas com o tintol, que tanto nos custou a ganhar!
E às tantas chegou o Nosso Velho, o Tuno-Fundador Cinderella, outra-vez-Vivo, a descer a Avenida, e ainda havia para ele.
E como sobremesa as laranjas das laranjeiras do Jardim da Manga, que aquele que seria o Tuno Grande Morsa, mas já era grande como os galhos grandes da árvore colheu.
Soube-nos tão bem que ficámos até ser tarde.
de copo em riste, Comité de Organização às 00:23 0 cagalhões
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Gulodice
"Quando eu tinha doze anos, descíamos
Todos em bando até Pointe-à-Pitre
COlhíamos sapotas e anacardos
À beira da estrada amarela
E as aves brincavam ao gato-no-poleiro
Guinchando velhas árias crioulas
A vida era em forma de drageia
Não havia nada que não fosse muito doce
E, apesar de tudo, cheio de substÂncia...
A minha ama pegava-me ao colo
Aos doze eu já era do seu tamanho
Mas ainda gostava de ter na boca
A ponta redonda e negra dos seus belos seios pesados
Estendíamo-nos atrás dos caniços
REstolhava o vento por entre as longas folhas
Agudas e polvilhadas de seda rude
A minha ama estava sempre nua
E eu, sempre despido
Assim, estendíamo-nos bem
Ela tinha um odor selvagem
E dentes brancos por toda a cara
A terra cheirava a orbenipelara
E as flores do Cogo ardente
Cobriam-nos de pólen alaranjado.
Durante três estações, tive doze anos
Porque amava tanto a minha ama
Que a não podia deixar
A minha pele tingia-se de reflexos trigueiros
Queimada ao sol da pele dela
Eu tocava-a com todas as minhas mãos à mistura
As mãos dos meus olhos, as do meu corpo
E os nossos membros fumegavam no ar estriado de negro.
Não sei como dois fósforos
Se podem confundir, mas sei
Que estávamos bem direitos um contra o outro
Como dois fósforos; e ao cabo de um instante
Um gato seria incapaz de encontrar as suas crias.
Alíás,
Mais sabia ele que as suas crias não estavam lá."
de "Cantilenas em Geleia", de Boris Vian
(Tradução de Margarida Vale de Gato)
de copo em riste, Comité de Organização às 22:35 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
Das Bodas de Camacho
Finalmente, o aparato da boda era rústico, mas tão abundante, que podia sustentar um exército.
Para tudo Sancho Pança olhava, e a tudo se afeiçoava.”
De “O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha”, de Miguel de Cervantes
de copo em riste, Comité de Organização às 22:16 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e os Funcionários do Sistema Nacional de Saúde
- E as fezes?, como é que são ?
- As fezes são normais, são sempre pretas.
- São pretas? Pretas como?
- São pretas mas é do Vinho... Quando bebo menos um bocado já vêm amarelas.
de copo em riste, Comité de Organização às 20:01 0 cagalhões
Grandes Frases - LXXIX
"Se a ASAE aí vier, fecha isto pela cozinha..."
"O Mais Velho", sobre a permissão de fumar...
de copo em riste, Comité de Organização às 19:57 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
sábado, 5 de janeiro de 2008
Bom-Apetite

"Król Pije", Jacob Jordaens, Musées Royaux des Beaux-Arts, Bruxelas
de copo em riste, Comité de Organização às 19:31 0 cagalhões
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Ideia - "O Tirano"
Totalmente inspirada na primeira "Grande Frase" de 2008 - Bem Hajas, Tuno Fodido - Ideia para nova rubrica novelesca neste espaço.
Relato da metamorfose comportamental de um simples e por vezes simpático antigo empregado de um quiosque/tabacaria familiar de um popular café portuense, após a subida ao poder e o assento na cadeira da Presidência da Junta de Freguesia da Vitória.
´
"Lá tá ele a queimar o nosso dinheiro pelo ar."
de copo em riste, Comité de Organização às 01:00 0 cagalhões
Boas Entradas
Croquetes
Rissóis
Bolinhos de Bacalhau
Empadas de Galinha
Azeitonas
Melão com Presunto
Tostinhas com Caviar
Moelas
Mexilhões no Vapor
Rolinhos de Queijo e Linguiça
Polvo em Molho Verde
Salmão Fumado
Camarão da Costa
Ossos de Passarinhos Fritos para Chichar
Ovas de Truta Panadas
Punheta de Bacalhau
Broa de Milho e Cebola Crua demolhadas em Vinho Verde Tinto
Janeiro de 2008, o Mês da Gula Vinicultúnica
de copo em riste, Comité de Organização às 00:45 1 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Maskarada - Taraf de Haidouks



Auto-intitulam-se bandidos, e são os melhores músicos da Europa.
Os seus passaportes ostentam os carimbos das alfândegas de todo o mundo , mas continuam a habitar os casebres sobrelotados da sua aldeia natal. Porque ano após ano, no final de cada digressão aos EUA, à Europa, à Austrália ou ao Japão, o seu empresário os engana e foge com todo o dinheiro, deixando-os entregues à triste sina cigana.
Numa manhã de Junho de 2005, cheguei a Clejani, alguns quilómetros a sul de Bucareste.
Fui bem recebido.
Numa canção à desgarrada, o Homem Rico perguntava ao Homem Pobre porque é que, sendo pobre, era feliz. O Homem Pobre respondia que era feliz, porque era pobre e porque bebia Vinho.
E bebemos toda a manhã, e não lamentámos o dinheiro que o empresário roubara na última digressão.
Maskarada é o seu último trabalho. Uma reinterpretação tradicional de temas clássicos de inspiração tradicional...
Foi a ouvi-lo que entrámos em 2008.
Feliz Ano Novo
de copo em riste, Comité de Organização às 01:51 0 cagalhões
Depois do Tottenham, o Bayern - Petiscos
Na Adega Papagaio, a caminho da Pedreira
-Tem Petiscos?
-Tem Petiscos?, completei
O Patrão de Voz de Cancro da Laringe, do lado de lá do balcão -Petiscos?
-Queremos jantar.
- Tem petiscos?, ajudei
O Patrão de Voz de Cancro da Laringe - do lado de lá do balcão, para o lado de lá da parede -Temos petiscos?
E do lado de lá da parede - É para jantar?
O Patrão de Voz de Cancro da Laringe - Parece que temos umas febras descongeladas. E podemos fritar umas batatas.
- Estão a sair?
- Quanto tempo demora?, sublinhei
A Patroa, Mais Desarranjada do que Gorda, Mais Gorda do que Velha, Mais Velha do que Loura, e com uma Boca Grande - Os senhores quanto tempo têm?
- Vamos ao Futebol...
- Vamos à bola!, acrescentei
Aquele de três bêbados iguais, todos de olhos amarelos sem vida além dos raios de sangue, e copo de bagaço semi-erguido, que estava mais próximo do balcão - São alemães, são alemães - e continuou em voz de fundo - são alemães, são alemães - enquanto, alheios tentávamos estabelecer o negócio - jantamos ou não jantamos - são alemães, são alemães
O Patrão de Voz de Cancro da Laringe - ??? Estes senhores não são alemães... São Portugueses, não são?
- Sou de Braga!!!
- Viemos ver a Bola!, esclareci
Aquele de três bêbados iguais, todos de olhos amarelos sem vida além dos raios de sangue, e copo de bagaço semi-erguido, que estava mais próximo do balcão - Ah!(só que sem ponto de exclamação) Trabalham na Alemanha, trabalham na Alemanha
de copo em riste, Comité de Organização às 01:28 1 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos, Pecados Mensais
"Da Infância de Pantagruel" - ou "Abertura do Mês de Janeiro-Mês da Mortal Gula Vinicultúnica"
"(...)Direi apenas que, a cada refeição, bebia o leite quatro mil e seiscentas vacas e que foi preciso chamar todos os oleiros de Saumur, de Anjou, de Normandia, de Bramont e de Lorena para lhe fabricarem a sertã para as papas. Serviam-no numa gamela - que se encontra actualmente à desbanda do palácio de Bourges - mas o raio do cachopo tinha já uns dentes tão aguçados que, certa feita, lhe arrancou um pedaço do rebordo. Uma manhã em que queriam que mamasse numa vaca (segundo a História não conheceu outras amas), desatou os atilhos que o prendiam ao berço, e, deitando os galfarros ao animal, trincou-lhe as tetas emetade dapança, mais os fígados e os rins. E tê-lo-ia devorado inteiramente se o nutritivo animal não tivesse mugido de horror, como se uma alcateia esfomeada o estracinhasse. Acorreu a gente do palácio e, à uma, esbofando-se, intrometeu-se, puxando pela vaca, repuxando por ele. E quanto mais se afanavam, mais o marmanjo fincava õs dentes. Devo acrescentar que lhe ficaram na boca as patas do animal. Recuaram os outros, estupefactos, mas já ele, enquanto o diabo esfrega um olho, deglutia o pitéu, com teríamos feito com uma linguiça. Quiseram então tirar-lhe os ossos, não fosse engasgar-se o lambão. Penas baldadas: tragou-os com mais voracidade do que um alcatraz a um peixe. Ainda não aprendera a falar, mas, para grande espando dos circunstantes, destampou a dizer: «Bom, bom, bom» querendo significar com isso que comeria mais se lho dessem.(...)"
de Pantagruel , de François Rabelais
de copo em riste, Comité de Organização às 01:07 0 cagalhões
com um Vintage da casta Pecados Mensais
Grandes Frases LXXVIII
"Lá tá ele a queimar o nosso dinheiro pelo ar"
Popular (Madeirense indignado com o ratio custo/benefício do espectáculo pirotécnico de fim-de-ano na Ilha)...
de copo em riste, Fodunt às 00:25 0 cagalhões
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Grandes Frases - LXXVII
sem champagne, sem uvas passas, sem o dia de ontem, sem o de amanhã, e sem a companhia de hoje - merda para o trabalho - com foguetes ao longe, e com vocês, no Fim de 2007,
cito António Simões do Vale:
"Estou Aqui"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:55 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Breve Ensaio Sobre o Quentinho
A lareira, pois claro.
As castanhas assadas.
O rom-rom da gata que dorme.
A cama já-com-um-corpo-adormecido.
O estômago cheio de vinho.
O reconhecer de um acorde conhecido.
O ir lá fora à-noite-ao-frio sem casaco e suster a respiração, para depois voltar a entrar e sentir os pulmões dilatar.
O saco de papel que transpira o pão fresco.
A sopa de legumes de qualquer tasco português, com mais ou menos batata.
O depois-de-cantar. O depois-da-serenata.
A outra-mão.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:45 0 cagalhões
Rubismeraldina, a Amiga do Magister
O primeiro post apareceu num mês como este.
O blog parecia um parque de estacionamento depois da hora de recolha. Um túnel do metro depois da passagem do comboio. Faltava apenas um letreiro pendurado no monitor, que dissesse, aluga-se.
O primeiro post era apenas quase só estúpido.
Tipo "Vim só dizer Olá", ou "Vim ver como é que esta merda funciona". E ninguém estranhou.
Afinal, uma vez o Tuno Água Benta apresentara-se neste mesmo espaço só para dizer "chiki der ass", e o Tuno Inca para dizer "isto está mexido"... podia ser só um caloiro novo. O nome era amaricado, mas... há tanto tempo que ninguém escrevia...
Foi assim num mês como este. Ou como o anterior.
Depois do primeiro veio o segundo. E nada de bom augurou. O conteúdo resumia-se a uma frase feita que envolvia o conceito "caminho para a felicidade...".
No terceiro post, destruía um poema de Pessoa, menos por omitir o verso do meio, do que por tentar interpretá-lo.
E no quarto, Rubismeraldina atribuiu a um político inglês a frase de um dramaturgo da Antiguidade. Cujo sentido deturpou.
Pior, no fim desse dia, lançou no nosso blog, uma espécie de pergunta mistério, sobre a sua identidade - participação escusada - afinal, já todos nós há 2 dias nos perguntávamos "mas quem será esta vaca?"
"O Magister passou-se", afirmou-se, ou, "O Magister passou-se OUTRA VEZ", acrescentaram as más-línguas".
O Tuno Piça Quadrada, Magister da Vinicultuna e Webmaster do ideiaselamentos, entregou uma chave de acesso a uma amiguinha, foi a conclusão.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:24 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Depois do Tottenham, o Bayern - o Encontro
Ao telefone soara a Palavra - essa Palavra - essa tão Portuguesa Palavra.
Cheguei passava bem das seis, e o Sol pusera-se às cinco. Já era noite. Mas recordo a imagem num fundo claro.
Estava frio, e a esplanada do Astoria vazia. Ou melhor, parecia montada só para ele.
E, claro, embora eu estivesse a chegar, e tivesse entrado na Praça pelo ângulo mais estreito, ele é que me acenou primeiro - aquele belo aceno com a mão curvada.
Apenas uma imagem bonita ou estarei mesmo a ficar pitosga?
de copo em riste, Comité de Organização às 23:11 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
Na Vinicultuna Nunca Passaria o Fim-De-Ano entre dois períodos de 24 horas dentro de um edifício de 9 andares - a menos que quiséssemos
Sozinho no Fim de 2007, e manietado quer do lado de ontem quer do lado de amanhã, retribuo a consideração que a Vinicultuna teria por mim, partilhando com o nosso Universo a última hora de 2007 e a primeira de 2008.
Vai ser assim como que um programa de rádio em directo.
Vamos pôr em dia a escrita em dívida, rever o ano que já lá vai, expressar votos para o que aí vem, ter Novos Convidados Imaginários, ouvir música e beber uns copos.
Bom Ano!
Vai haver Surpresas!
de copo em riste, Comité de Organização às 23:04 0 cagalhões
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
sábado, 15 de dezembro de 2007
Do Absinto
Aqui está uma verdadeira pérola de conhecimento sobre este licor milagroso.
Com o cunho de qualidade dos cientistas americanos.
Vou já cagalhão!
de copo em riste, Pissæ Cubis às 22:51 0 cagalhões
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Depois do Tottenham, o Bayern - Prólogo
A Mensagem:
(Senhor Nogueira)
"Se puderes, liga ao Senhor do Vale. Abraço."
de copo em riste, Comité de Organização às 23:46 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
Ao Acaso...
"Os clientes mais novos e os habituais "copofónicos" que aparecem pela tasca vão ao cheiro de uns lanches especiais que de vez em quando a D.Alfredina faz! São trouxas de carne com sabor típico, regadas com uns copos de tinto; sabem pela vida! «Só é pena», queixa-se a dona, «não termos licença de casa de pasto, isto ainda está com o alvará antigo, portanto não podemos servir almoços nem petiscos.»
...sobre a Adega a Floresta
"No seu apelido ecoam influências das telenovelas brasileiras, e dis seys famosos bataclans, casas onde se mistura o tinto e a cerveja, com as meninas da vida... música, crioulo e samba! O ambiente é um misto de velhos "cotas" com "mangas" que vivem de expedientes diversificados, e senhoras de província que param no Jardim da Cordoaria e estacionam em pensões e residenciais de 2ª para matar o vício dos velhos e a paulada ou ressaca dos mais novos..."
...sobre o Bataclan da Vitória
"Enquanto os seus dois empregados, um deles salgueirista dos sete costados, mas muito sofredor porque o seu clube anda pelas ruas da amargura, serviam os clientes com iscas, bucho, papas de sarrabulho e um vinho rosé da Meda (uma especialidade da casa), Maia Dias foi-nos contando as suas vicissitudes e os seus dramas actuais, não esquecendo as estórias da Viela da Neta, da Ferreirinha e da Estamparia do Bolhão"
... sobre a Adega Lá Calha
do recentíssimo "As Tascas do Porto - estórias e memórias servidas à mesa da cidade", de Raul Simões Pinto
de copo em riste, Comité de Organização às 23:29 0 cagalhões
Grandes Frases - LXXVI
"Ontem estive com a "Tuma" até às seis da manhã. Ando todo partido, mas eles chamam-me, e eu tenho de ir. O que é que hei de fazer? Tenho que Existir."
de António Simões do Vale, à conversa com o Nosso Velho, o Tuno-Fundador Cinderella
de copo em riste, Comité de Organização às 23:24 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Do Fim da Viagem
A Viagem acaba em algum Sítio. Nunca num aeroporto, apenas às vezes numa estação de comboios. A Viagem acaba onde acaba.
Uma tarde de Domingo. A volta dos palermas à Avenida dos Aliados.
Um turista inglesado estreita-se retesado contra o pedestal. Outro turista inglesado fotografa-o. O outro desestica-se e desce desajeitado do pedestal. A estátua agradece.
É "A Menina Nua", pois claro.
E dou mais uma voltinha dos palermas, agora com contra-ordenação-ligeira só para a admirar.
Serei uma besta. Não a consigo achar inferior aos Davids, Apolos e Afrodites.
E, besta-pois-sou, duvido que Humanista Fiorentino algum tenha alguma vez declamado Ode a Estátua-Maior da sua Cidade, que se iguale à de um "Poeta Politicamente Incorrecto Pretendente ao Trono Português" que, não por acaso, mas por-acaso-há-pouco-tempo foi aqui publicada.
A Viagem é isto.
A Viagem acaba aqui.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:03 0 cagalhões
«The Times»
Sentou-se bêbado à mesa e escreveu um fundo
Do «Times», claro, inclassificável, lido...,
Supondo (coitado!) que ia ter influência no mundo...
...........................................................................................
Santo Deus!... E talvez a tenha tido!
16/8/1928 Álvaro de Campos
de copo em riste, Comité de Organização às 00:44 0 cagalhões
sábado, 1 de dezembro de 2007
Caso Clínico Bíblico
"Noé viveu trezentos e cinquenta anos depois do dilúvio. Ao todo, a vida de Noé foi de novecentos e cinquenta anos; depois morreu."
Genesis 9, 28-29
de copo em riste, Comité de Organização às 11:54 0 cagalhões
Grandes Frases - LXXV, ou Sobre as Viagem, ou Sobre o Amor
de copo em riste, Comité de Organização às 00:57 0 cagalhões
Lamento Sobre a Viagem e o Amor
Esqueci-me de mandar o Postalinho para a Tuna...
(...e lá ficou o Senhor Nogueira ao alto).
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Acima de Tudo, a Vinicultuna Gosta de Ver as Coisas Como Elas São...
de copo em riste, Comité de Organização às 00:50 0 cagalhões
Um Lamento
Ainda agora se falou de castanhas, de Vinho é uma constante, mas nem por isso nos lembrámos de celebrar convenientemente o Dia de São Martinho... e vão dois anos.
frescos relatando a vida do Santo - Florença)
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A Ideia
de copo em riste, Comité de Organização às 00:19 0 cagalhões
Da Vinicultuna e dos Modos com As Moças
"Rapto de Europa", Museus do Vaticano
"Rapto de Sabina", Giambologna, Loggia de la Signora, Florença
"Apolo aparece a Ninfa", Anónimo, Museu Bargello, Florença
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sexta-feira, 30 de novembro de 2007
"Da Igreja da Minha Terra, Vê-se o Mar e Vê-se a Vinha", ou "Viagem Por Um Paísem Festa, III"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:56 0 cagalhões
"Da Minha Vinha Vê-se o Mar", ou "Viagem por Um País em Festa, II"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:52 0 cagalhões
"Da Estrada", ou "Maravilhas", ou "Viagem por Um País em Festa"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:49 0 cagalhões
Caso Clínico
de copo em riste, Comité de Organização às 23:47 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico
Fratelli di Giornata - il Vino e la Amessa dei Popoli - IX
"... Este frio e esta mistura de cheiros nas ruas é tão agradável, tão Outonal... Castanhas, Farturas (?!?!?!?!), Canela..."
"... ... ...!Hoje vamos beber Vinho!"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:42 0 cagalhões
O que Cala Abelardo
de copo em riste, Comité de Organização às 23:38 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Ideia - A Propósito das Novas Ceroulas de Traje Para a Tuna
de copo em riste, Comité de Organização às 23:36 0 cagalhões
Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - IX
de copo em riste, Comité de Organização às 23:27 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grande Livro dos Animais
Bella Roma - nós só queremos uns cantinhos só para nós
de copo em riste, Comité de Organização às 23:18 0 cagalhões
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Hoje Só Pode Ser um Dia de Sorte - XXIII
Vou à Bola com o Senhor do Vale.
Hoje nunca poderá ser um dia de azar?
Nada pode correr mal, e essa previsibilidade limitante não augura nada de bom.
de copo em riste, Comité de Organização às 14:42 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XX
A Funcionária do Sistema Nacional de Saúde:
- Vamos lá, engula as pastilhinhas!
A Utente do Sistema Nacional de Saúde:
...gllp...glllp!
A Funcionária do Sistema Nacional de Saúde:
- Já está!
O Familiar da Utente do Sistema Nacional de Saúde:
- Maravilha! Eh! Eh!Até parece Vinho Tinto!
de copo em riste, Comité de Organização às 19:20 0 cagalhões
com um Vintage da casta Vinho e Empatia no SNS
sábado, 24 de novembro de 2007
Grandes Frases LXXIV
Platão
de copo em riste, maximum morsae às 14:06 0 cagalhões
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Hoje Foi Um Dia De Sorte - XXII
Lembrei-me de ir àquele sítio, e encontrei isto:
http://www.scsalgueiros.pt/www/hino/hino.mp3
Hoje foi um dia de azar.
Uma vez mais li a coluna d'"A Bola", "O País de Norte a Sul". Ainda não foi desta que anunciaram o regresso da equipa de futebol...
Tenho mesmo muitas saudades.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:01 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Um Lamento - seis lamentos
"...Pelo menos seis elefantes asiáticos, entre os quais três filhotes, morreram electrocutados depois de se embriagarem com cerveja e baterem em cabos de alta tensão no nordeste da Índia, indicaram hoje as autoridades..."
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=300880
lamentamos profundamente - estamos chocados
de copo em riste, Comité de Organização às 19:47 0 cagalhões
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Do Epicurismo
Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia
Tinha não sei qual guerra,
Quando a invasão ardia na Cidade
E as mulheres gritavam,
Dois jogadores de xadrez jogavam
O seu jogo contínuo.
À sombra de ampla árvore fitavam
O tabuleiro antigo,
E, ao lado de cada um, esperando os seus
Momentos mais folgados,
Quando havia movido a pedra, e agora
Esperava o adversário.
Um púcaro com vinho refrescava
Sobriamente a sua sede.
Ardiam casas, saqueadas eram
As arcas e as paredes,
Violadas, as mulheres eram postas
Contra os muros caídos,
Traspassadas de lanças, as crianças
Eram sangue nas ruas...
Mas onde estavam, perto da cidade,
E longe do seu ruído,
Os jogadores de xadrez jogavam
O jogo de xadrez.
Inda que nas mensagens do ermo vento
Lhes viessem os gritos,
E, ao refletir, soubessem desde a alma
Que por certo as mulheres
E as tenras filhas violadas eram
Nessa distância próxima,
Inda que, no momento que o pensavam,
Uma sombra ligeira
Lhes passasse na fronte alheada e vaga,
Breve seus olhos calmos
Volviam sua atenta confiança
Ao tabuleiro velho.
Quando o rei de marfim está em perigo,
Que importa a carne e o osso
Das irmãs e das mães e das crianças?
Quando a torre não cobre
A retirada da rainha branca,
O saque pouco importa.
E quando a mão confiada leva o xeque
Ao rei do adversário,
Pouco pesa na alma que lá longe
Estejam morrendo filhos.
Mesmo que, de repente, sobre o muro
Surja a sanhuda face
Dum guerreiro invasor, e breve deva
Em sangue ali cair
O jogador solene de xadrez,
O momento antes desse
(É ainda dado ao cálculo dum lance
P'ra a efeito horas depois)
É ainda entregue ao jogo predileto
Dos grandes indif'rentes.
Caiam cidades, sofram povos, cesse
A liberdade e a vida.
Os haveres tranquilos e avitos
Ardem e que se arranquem,
Mas quando a guerra os jogos interrompa,
Esteja o rei sem xeque,
E o de marfim peão mais avançado
Pronto a comprar a torre.
Meus irmãos em amarmos Epicuro
E o entendermos mais
De acordo com nós-próprios que com ele,
Aprendamos na história
Dos calmos jogadores de xadrez
Como passar a vida.
Tudo o que é sério pouco nos importe,
O grave pouco pese,
O natural impulso dos instintos
Que ceda ao inútil gozo
(Sob a sombra tranquila do arvoredo)
De jogar um bom jogo.
O que levamos desta vida inútil
Tanto vale se é
A glória, a fama, o amor, a ciência, a vida,
Como se fosse apenas
A memória de um jogo bem jogado
E uma partida ganha
A um jogador melhor.
A glória pesa como um fardo rico,
A fama como a febre,
O amor cansa, porque é a sério e busca,
A ciência nunca encontra,
E a vida passa e dói porque o conhece...
O jogo do xadrez
Prende a alma toda, mas, perdido, pouco
Pesa, pois não é nada.
Ah! sob as sombras que sem qu'rer nos amam,
Com um púcaro de vinho
Ao lado, e atentos só à inútil faina
Do jogo do xadrez
Mesmo que o jogo seja apenas sonho
E não haja parceiro,
Imitemos os persas desta história,
E, enquanto lá fora,
Ou perto ou longe, a guerra e a pátria e a vida
Chamam por nós, deixemos
Que em vão nos chamem, cada um de nós
Sob as sombras amigas
Sonhando, ele os parceiros, e o xadrez
A sua indiferença.
Ricardo Reis, 1-6-1916
de copo em riste, Fodunt às 22:31 0 cagalhões
domingo, 28 de outubro de 2007
Vinicultuna - Protocolo de Velhice - III
"Na Sua Velhice, o Tuno da Vinicultuna não estará correctamente trajado, sem o seu Lenço de Escarrar."
"Na Sua Velhice, e sempre que na qualidade de Palestrante Decano Convidado, o Tuno da Vinicultuna dissertar sobre o Homem e a Doença, usará termos como "Vísceras", "Humores", "Éteres" e "Males"."
"Sempre que a Sua Velhice levar um Irmão de Vinho, a Vinicultuna expressará as condolências segurando a mão da Viúva, fitando-a com admiração, e exclamando com majestade "Minha Senhora, Foi na vezinha dele!" , no que será a máxima manifestação de consideração e respeito pelo Notável e Completo Percurso de Vida do Ausente."
de copo em riste, Comité de Organização às 11:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Protocolo de Velhice
sábado, 27 de outubro de 2007
Grandes Frases LXXIII
de copo em riste, maximum morsae às 15:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Das Montanhas do Outro Lado do Mundo
Eu nunca acreditei que do Outro Lado do Mundo as montanhas fossem ao contrário.
Aliás estava convencido de que do Outro Lado do Mundo não havia montanhas.
de copo em riste, Comité de Organização às 02:07 0 cagalhões
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - VIII
“Os primeiros a juntarem-se à nossa Trupe, foram os Cavalos, os Bois, e um ou outro Jumento, por ocasião da Longa Prédica na Trave de Suporte do Pombal por Cima do Estábulo, “O Vinho Puxa Carroças”
“Quando Borrachos, à hora de pagar e sair do Tasco, os Bichos de Conta dão um jeitão.”
“Apesar de tudo, do Respeito e das Boas Relações, a Vinicultuna não é vegetariana”
de copo em riste, Comité de Organização às 00:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grande Livro dos Animais
Do 21 de Maio - "nenhum fdp beberá do meu vinho" - Notas Ilustrativas
de copo em riste, Comité de Organização às 00:29 0 cagalhões
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Em que Álgebro tende para Zero
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum
Tudo começou por um Zum Zum.
E nem Álgebro, o Professor de Aritmética, Ponto da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, nem qualquer Tuno se aperceberam. E que não se diga que estavam borrachos. Que nesse estado poderiam escutar o ténue suspiro de uma donzela que não apagasse uma vela, que não embaciasse a vidraça, na água-furtada do último prédio da Rua de Cedofeita.
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum.
Continuou. Não era uma donzela. Nem sequer uma mosca. Apenas um ruído incomodativo, embora crescente. Nada que valesse quebrar a Alegria de Álgebro, que transbordava lágrimas de Saudade da Mal-Agradecida.
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum
Não havia passado de fim de tarde em casa vazia com mulher ausente.
"Claro que não", diria Abelardo, o Cavalo que Cala, sentindo necessidade de evidenciar a sua erudição - único motivo, além da Boa-Educação, por que quebraria o seu quase-voto de silêncio, "É óbvio que se refere como "a que partiu", "a que o deixou", para não nos violentar com "a que morreu". Mas lessem vocês a expressão de Álgebro quando alegre chora a desgraça, como quando cantando seguis os movimentos dos seus lábios, e conseguis ler sem vacilar as letras codificadas, e saberiam como eu", um pouco presunçoso, este Abelardo, mas nunca tínhamos dito o contrário, e continuamos a ser amigos na mesma, "que a Dor de Álgebro se deve mais a...", e amigo Abelardo, a presunção é uma coisa feia, ou quem te manda falar, Cavalo Calado?, com esse ar afectado, quando pretendendo comparar a dor do Professor de Aritmético, apenas te ocorre a Dor de Corno, para opor à Dor da Alma mas nem essa serve, pois aí também dói aos desenganados, e então tentas a Dor da Morte, mas já disseste "a que morreu", e depois engasgas... e deixas a prosa a meio.
E logo um indiscreto, na mesa ao lado - "deve ter sido cancro. tão nova..."
Mas...
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum
... também não haveria falecida.
Que alheio a tudo, Álgebro, Feliz, continuava a chorar.
de copo em riste, Comité de Organização às 20:40 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Do Fim da Noite XVI
E o tempo em que nos beijávamos de olhos fechados, procurando entender o significado íntimo dos silêncios, e o tempo em que os silêncios se enchem e os olhares se encontram, para não mais se apartar. Pode viro céu cinzento, e pode nem nascer o sol. Depois do fim da noite, não mais o dia será triste.
de copo em riste, maximum morsae às 07:42 0 cagalhões
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Os Nossos Outros Valores - XXXVII
"Sempre que nas suas divagações a pé, de burrico ou a cavalo, o Tuno da Vinicultuna tropeçar na banca de uma Vendedeira Careca, comprar-lhe-á qualquer coisa."
"A Vinicultuna não paga em dinheiro às Vendedeiras Carecas. Antes lhes entrega Capachinhos de Lã de Pardal, feitos conforme ensina o Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais."
"Nunca o Tuno da Vinicultuna retirará sem licença o lenço que cubra a cabeça de uma Vendedeira que em cuja banca tropece, e cuja escassez de capilaridade careça averiguar. Não lhe está no entanto vedado o uso da Astúcia ou do Galanteio."
de copo em riste, Comité de Organização às 00:16 0 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
domingo, 14 de outubro de 2007
Menina Nua
lua da tua graça
de copo em riste, Comité de Organização às 23:17 0 cagalhões
com um Vintage da casta Poemas Duvalianos



