domingo, 15 de abril de 2007
sábado, 14 de abril de 2007
Da Abertura da Feira do Livro de Braga
"Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes-
Façam estalar no ar chicotes
Chamem palhaços e acrobatas.
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza:
A um morto nada se recusa,
E eu quero por força ir de burro..."
Mário de Sá-Carneiro - Poemas Completos
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terça-feira, 10 de abril de 2007
Erva Daninha a Alastrar!
Só eu sei que sou terra
Terra agreste por lavrar
Silvestre monte maninho
Amora fruto sem tratar
Só eu sei que sou pedra
Sou pedra dura de talhar
Sou joga, pedrada em aro
Calhau sem forma de engastar
A cotação é o que quiserem dar
Não tenho jeito para regatear
Também não sei se a quero aumentar
Porque eu não sei…
Porque não sei se quero polir
Também não sei se me quero limar
Também não sei se quero fugir deste animal
E eu não vou mudar!
Só eu sei que sou erva
Erva daninha a alastrar
Joio, trovisco, ameaça
Das ervas doces de enjoar
Só eu sei que sou barro
Difícil de se moldar
Argila com cimento e saibro
Nem qualquer sabe trabalhar
Em moldes feitos não me sei criar
Em formas feitas podem-se quebrar
Também não sei se me quero formar
Porque eu não sei…
António Variações
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sexta-feira, 6 de abril de 2007
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Grandes Frases - LVIII
"O Peixe está Espectacular."
disse, Ela, encerrando definitivamente com a polémica do meu salmão em molho de tangerina estar crú ou no ponto.
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com um Vintage da casta Grandes Frases
quarta-feira, 4 de abril de 2007
Em que Lhe falo sobre eles...quer dizer, sobre nós...
-Não acho que sejam indigentes... Talvez queiras dizer rebeldes...?
-...?
- Um indigente é uma pessoa que não tem um lugar, que não sabe para onde vai, que não faz nada...
- Pois, somos indigentes...
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Das Últimas Semanas
"E decidimos entrar juntos na Primavera..."
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domingo, 1 de abril de 2007
Grandes Frases - LVII
"Antes quero gastar dez contos em Garrafões de Vinho, do que deixá-los na Farmácia."
Tio Artur (já dizia o...)
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com um Vintage da casta Grandes Frases
Hino do Solar da Elsa - Versão Rastafari - Todo o Homem é Meu Irmão
A Boca do Ventre de Mã'África tem Asas de Águia,
Tem Asas de Águia mas não Voa, como o Avestruz
O Tronco de Jah verte Seiva
Que à boca do Ventre de Mã'África leva luz.
de copo em riste, Comité de Organização às 10:30 0 cagalhões
quarta-feira, 28 de março de 2007
Do Princípio Do Dia
Colher as tuas flores
Arrancar os teu laços
Com os dentes.
Ficarmos sós,
Despidos e contentes.
Perdidos na mesma sede,
Dos beijos lentos
Dos dias quentes.
Nos nossos olhos
- A luz
De todas as madrugadas.
Amanhecer,
E fugirmos de mãos dadas.
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com um Vintage da casta Do Fim da Noite
quarta-feira, 21 de março de 2007
Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XIV
"Se for necessário, poso deixar de beber, mas à refeição, puxa sempre um copito."
de copo em riste, Comité de Organização às 23:56 0 cagalhões
com um Vintage da casta Vinho e Empatia no SNS
segunda-feira, 19 de março de 2007
FINALMENTE PARA TODOS OS PÚBLICOS!!!!
Os médicos e as criancinhas mal podiam esperar!
Fantástico, Didático, Educativo!
O Hino do Solar da Elza, agora em versão clinicamente correcta:
"O orgão reprodutor feminino da progenitora tem apêndices alares,
Tem apêncices alares e não se sustêm no ar,
O orgão reprodutor masculino do progenitor tem expectoração purulenta,
No orgão reprodutor femenino da progenitora verte as mucosidades"
de copo em riste, maximum morsae às 14:28 3 cagalhões
domingo, 18 de março de 2007
Braga 2007, Conversas ao Desafio, - é a festa do futebol inglês em dia de sol, à sombra de tasca minhota
Fugindo ao calor, que não aos Tanques Ingleses, a quem as barbas impõem respeito, que estão por todo o lado
de copo em riste, Comité de Organização às 20:21 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
Braga 2007, Do Profundo-undo Perscrutar ao Brilho, nos Olhos do Senhor do Vale
Jardim de Santa Bárbara. Entre muralhas e graníticas arcadas medievais, e flores e cores primaveris, de com as abas do chapéu assentes na gola da gabardine, olha..., vira-se..., olha..., vira-se..., olha..., vira-se, olha..., viu-me!
"Os meus amigos não quiseram vir. Foram para ali. "Nós não queremos ir de caro!" Devem estar para aí a comer. Eu disse, que se calhar ia chegar ao Porto às tantas, ou que às tantas ia dormir a Guimarães.
Agora estou cansado. Vamos descansar os pés aí para um tasco?"
"E logo à noite? Quer vir ao futebol?"
de copo em riste, Comité de Organização às 20:12 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
[ed-up] da velha Guarda Nacional Republicana...
de copo em riste, Pissæ Cubis às 17:18
Os Nossos Outros Valores XXVII
"De entre os seus Outros Valores que a Vinicultuna mais aprecia, destaca-se o seu Autocarro de Digressões, um camião todo-o-terreno, das estepes siberianas, todo pintado por nós, o Gilé encostou-se quando as tintas ainda estavam frescas, e ficou com o rabo das calças sujo, o que nós nos rimos, e nas traseiras, por cima da matrícula, que fica muito alta, tem um letreiro escrito a letras sérias que diz, "TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS", e refere-se a nós!"
de copo em riste, Comité de Organização às 06:50 0 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
Hoje estou Triste, porque fiquei Muito contente...
... mas estava a trabalhar e não pude dar cambalhotas no ar...
...E foi pena, porque antes estava mesmo muito, muito contente.
de copo em riste, Comité de Organização às 06:48 0 cagalhões
sábado, 17 de março de 2007
Não Canto Porque Sonho
"Não canto porque sonho.
Canto porque és real.
Canto o teu olhar maduro,
teu sorriso puro,
a tua graça animal.
Canto porque sou homem.
Se não cantasse seria
mesmo bicho sadio
embriagado na alegria
da tua vinha sem vinho.
Canto porque o amor apetece.
Porque o feno amadurece
nos teus braços deslumbrados.
Porque o meu corpo estremece
ao vê-los nus e suados."
Eugénio de Andrade
de copo em riste, maximum morsae às 08:01 0 cagalhões
quarta-feira, 14 de março de 2007
Braga 2007, De uma mais que prevista súbita vontade de ir ao futebol, e de um telefonema
“Es-tou? Es-tou?”,atende, a voz rouca que seca o espaço para o eco. O “estou” mais bem pronunciado em termos de duração pronunciação, dicção, entoação, acentuação, e dissilabação que alguma vez ouvi ao telefone. Um “estou” tão bem pronunciado, que para o escrever assim tão bem, teria que substituir o hífen por uma pausa de semi-colcheia.
“È o Carlos.”
“O Carlos? De Guimarães? Estou em Braga!”. Sendo que este “estou” se funde já no calor da tarde e da alegria esfusiante de quem proclama as vogais abertas da terra onde nasceu. (a gente é, de onde pertence, já se disse lá para trás)
Fico feliz da vida! Fica abreviada a necessidade do convite, e não é preciso esperar por quem já nos espera.
“Estou com uns amigos aqui na Avenida, junto ao Estádio 28 de Maio”
“Estou aí daqui por uma hora. Estádio 1º de Maio”
“Primeiro, de vinte e oito, Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Já estivemos nos copos!”
de copo em riste, Comité de Organização às 23:35 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
domingo, 11 de março de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas FortedeVontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou TonoraTuneiro" - Epílogo

Em que, num surpreendente volte-face, com o cair da cortina, cai também a máscara ao Tuno Ratoneiro, que, sem deixar de soltar uma gargalhada maléfica, revela ser o TóZé.
Em que o Tuno Honorário Mineteiro denuncia como Possibilidade Impossível esta possibilidade, por força de, nos capítulos IX, XI, XXV e XXXIII, aparecerem o TóZé, Amigo dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, e o caloiro saca-rabos no mesmo local, ao mesmo tempo; sendo em seguida humilhado pela simples mas irrefutável Dialéctica de TóZé, Amigo dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, que, à uma, nos Capítulos XI, XXV e XXXIII, quem contracenou com o caloiro saca-rabos foi o Senhor Nogueira, Técnico de Execução de Tarefas da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto; às duas, nenhum Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto presenciou o Capítulo IX, único ponto onde TóZé, Confidente e Amigo dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto e o caloiro saca-rabos se encontraram, tendo este capítulo existido sido apenas uma Denúncia do Senhor Nogueira, e todo o Relato ensaiado previamente pelo ardiloso Tó-Zé, Pretendente a Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto; às três, dando-se por demonstrado que o TóZé e o caloiro saca-rabos nunca estiveram no mesmo sítio ao mesmo tempo, comprova-se que estes são as mesmas pessoas, pela mesmíssima razão que duas pessoas que toda a gente sabem ser a mesma, ou seja, o Senhor Nogueira e o TóZé, nunca aparecem ao mesmo tempo, no mesmo sítio; às quatro, se dúvidas ainda houver, e se por acaso o TóZé e o caloiro saca-rabos nem pudessem ser a mesma pessoa, neste momento estamos a lidar com o recém-surgido Tuno-Ratoneiro, que apenas veio à luz no capítulo anterior, onde, por mais que uma vez, toda a gente se perguntou, onde andaria o TóZé.
E, resignado mas rancoroso, o Tuno-Honorário Mineteiro lá se deu por vencido.
de copo em riste, Comité de Organização às 14:19 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
sábado, 10 de março de 2007
Braga, 2007, Sporting de Braga 2 - Tottenham Hotspurs 3 ...
e há muito para contar...
de copo em riste, Comité de Organização às 04:23 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
Braga, 1984, Sporting Braga 0 - Totthenham Hotspurs 3... o Senhor do Vale esteve lá...
Braga à Carga! Braga à Carga!
de copo em riste, Comité de Organização às 04:19 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
D'um Tuno
Dei comigo a achar-me capaz de reconhecer cada uma das capas dos meus conTunos de entre milhares de outras capas.
de copo em riste, Fodunt às 04:07 0 cagalhões
sexta-feira, 9 de março de 2007
Do Principio
"Pões convites no andar, e certezas no sorrir
Teu corpo é uma ilha para onde eu queria fugir
Cerco, prisão armadilha onde eu queria cair"
António Variçãoes, in "... que pena seres vigarista!"
de copo em riste, maximum morsae às 17:54 0 cagalhões
quarta-feira, 7 de março de 2007
Do Fim
Em cavalos de ferro derrotei a minha vida,
Colhi uvas maduras nas vinhas da glória.
A viagem que termina sabe-me a descida,
Voo em arco, sobre os campos da vitória.
A vontade, quebrei-a, está vencida,
Em soluços de cores arremeto pelo ar,
Na debandada geral foge espavorida
A triste confiança, gasta, de me sonhar.
A língua em que grito foi esquecida
Os dentes caem-me da boca, a sangrar,
E no vento germinam como casas.
As correntes que me prendem são asas,
Feitas de aço de angústia, de papel e mar,
E ardem-me os olhos, à força de os fechar.
de copo em riste, maximum morsae às 05:07 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
segunda-feira, 5 de março de 2007
Do Bordel Onde Nunca Entraremos
"Diga, Jovem."
Exigimos Senhoras com Classe.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:36 0 cagalhões
domingo, 4 de março de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXXV

No qual o Carrilhão da Torre dos Clérigos dá as 5 da Tarde, com um toque muito bonito tipo Parabéns a Você só que em Música Clássica, depois soube-se, tinham vindo aquelas duas irmãs que estiveram a estudar fora e foram expulsas do Carrilhão de Alverca, até deu na televisão, eu vi, coitadinhas, elas nem sabem porquê, o Padre é que era mau, e se relata a merecida passagem do caloiro saca-rabos a Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, para sua grande felicidade, ele até voou, o que até nem é nada de especial, tendo em conta o que fizera até aqui, gáudio dos seus novos Contunos, e alguns houve que de muito longe vieram só para o aclamar, felicidade e orgulho da Donzela Vaca Verde, diversão do Senhor do Vale, Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!, e inveja mas sem rancor do caloiro pedro caralho.
"Dêem as Boas-Vindas ao Tuno Ratoneiro", disse o Tuno Fundador, o Velho Cinderella, e muita sorte teve Ratoneiro, pois que a mim chamaram "Mineteiro", quando eu estava à espera de um epíteto ligado à escrita,
mas não perdeu pela demora, que as Prostitutas do Piolho não ouviram bem, e passaram a chamar-lhe Toninho Ratuneiro.
E que diabo, onde andará o Senhor Nogueira?
de copo em riste, Comité de Organização às 23:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro"
de copo em riste, Comité de Organização às 22:57 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
"E assim passaram 10 anos", ou "A Giovanni D'Amore - um dia destes falo-vos nele"
“Clara tocava mal, fora de tempo e enganando-se em metade das notas, mas a mim a sua serenata sova-me a glória e o vê-la erguida em frente do teclado, com um meio sorriso e a cabeça de lado, inspirava-me uma visão celestial.”
De “A Sombra do Vento”, Carlos Ruiz Zafón
de copo em riste, Comité de Organização às 23:08 0 cagalhões
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Quem Fomos
Antes de nós,
Nada fora meu.
Antes do teu ventre, latejando
Entre os vincos da manhã
Sórdido, doirado, puro
Eu não sabia que as mulheres
Doem, ardem e ferem.
Antes de cada coxa tua
Fera feita de carne
Me ter envolto o pescoço
Eu julgava que todos tínhamos grandes planos.
Como um pavão coxo voei
E a penas e sangue
Colhi todas as amoras dos caminhos
Para coroar cada beijo.
Mas eu não sabia
Que as flores são um contrato
Com o outono
E que os frutos sabem, e despedem-se
Com as primeiras águas,
E eu não conhecia o frio.
de copo em riste, maximum morsae às 20:25 0 cagalhões
com um Vintage da casta Do Fim da Noite
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXXIV

No qual se demonstra o poder terapêutico das Águas Sagradas do Douro, no tratamento de afecções do foro Dermatológico, e temos a certeza, Respiratório também, pelo milagre do rejuvenescimento capilar, do caloiro saca-rabos, que assim dará razão ao TunoFundador, o Velho Cinderella, por não querer que ele ali se banhasse em estado de emporcalhamento, e do elegante Traje Académico, tecido, talhado, cortado, tecido e ajustado, exactamente por esta ordem, pela Alfaiataria Focas do Rio Douro, Guarda-Roupa Exclusivo da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, que transformará o repelente caloiro saca-rabos...
Nota ainda para uma nota, a que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto deixaram ao seu caloiro, pedindo-lhe um último favor, o de que voltasse a pôr no lugar, aquilo que desarrumara durante a noite, a fim de que as más-línguas do lugar, não viessem a encontrar Torre dos Clérigos e Fontanário dos Leões junto ao rio, e a acusar injustamente a Tuna de coisas que não cometera, e, que, aproveitando a embalagem, e em nome da estética e do gosto pela experimentação, já que levara os Leões à Ribeira, já agora, porque não, se experimentasse o Cubo no Largo da Universidade. E ali se encontrariam.
de copo em riste, Comité de Organização às 18:07 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXXIII
"Em que o Tuno Fundador, o Velho Cinderella, dá parte ao caloiro saca-rabos de que está próxima a meta a que se propôs, bastando-lhe praticamente-quase-só mergulhar no Bom Douro e procurar o presente de boas-vindas, poribindo-o todavia contudo porém de mergulhar no imediato, e fá-lo veementemente, segurando-o pelo rabo a meio do salto, pois nunca a
Vinicultuna permitirá que se conspurquem as Àguas da Cidade com fuligem de um rato queimado; em que o caloiro saca-rabos regressa à Praça dos Leões, para ir buscar o Fontanário, sendo fiscalizado no caminho pelo Zelozo Senhor Nogueira, Técnico de Execução de Tarefas da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, que insiste em recordar as indicações de TóZé, Amigo de Tuna, "De Quatro, Caloiro, De Quatro"; em que se arranja ainda tempo para relatar o banho solene de purificação por imersão,
e da autorização de mergulho no Douro concedida pelo Tuno Fundador, o Velho Cinderella ao caloiro saca-rabos, após minucioso exame de higiene e limpeza.
"Olha o Machico, tão lindo!", diz lá do alto o Tuno Genoval Fodido, abraçadinho à Sua Torre dos Clérigos
E o Magister, o Tuno Piça Quadrada olha para o relógio, e saindo do rio apressa os ConTunos, "Vamos, está na hora, já são quase as cinco da tarde!"
"Estás com pressa? Eu já estou cá fora há muito tempo.", responde, sequinho, o Tuno Inca, e ri-se para si.
de copo em riste, Comité de Organização às 17:42 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
Os Nossos Outros Valores XXVI
A Vinicultuna pratica a "música baseada na evidência"
de copo em riste, Fodunt às 14:06 0 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Uma Ideia!!!
Enquanto lá estiver este Papa faço greve.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:17 0 cagalhões
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXXII

Do Engenho que o Tuno Genoval Fodido artilhou, e disfarçou na forma de “tarefa irrealizável”, para amparar a queda do nosso caloiro saca-rabos, e que foi pegar nas palavras do Magister Piça-Quadrada, e desenvolver o conceito, decidindo que se a Piça-Quadrada aprazia ver a Lua, a ele mais se lhe dava rever a Pérola do Atlântico, e que a única forma de o fazer seria levantar-se a Torre em peso, e levá-la para o Rio Douro, pois só dali, com o espelho do mar à frente, se pode ver, não só a Madeira, mas melhor do que em qualquer outro ponto do globo, a ladeira do Machico; de como, aproveitando a cinética da queda aproveitou saca-rabos para colocar a Torre ao ombro, e de como aproveitando a inércia de ter a Torre ao ombro, aproveitou saca-rabos para pousar pés em terra-firme sem arrebentar as almofadinhas das patas; e de como quando, iniciara saca-rabos a marcha lenta, mas firme e initerrupta pelas ruas íngremes do Porto abaixo, penitente de uma alegre procissão de músicos, mimos e encantadores de animais, logo intitulada “a Vinicultuna
vai a Banhos – Danças com Tainhas” - o título foi, só podia, do Tuno Chiclete, ou do Tuno Grande Morsa, ou do Velho Cinderella, ou de um dos outros, se viu forçado a suster, ao ouvir novamente o Tuno Genoval Fodido – sim também podia ter sido dele o título da alegre procissão – lendo com voz afectada, as ordens escritas do TóZé, “DE QUATRO CALOIRO – houbelá – PÕE-TE DE QUATRO”, o que, diga-se em abono do bom-senso é uma inconsciência, porque ã Torre dos Clérigos de pesada, lhe podia deslocar um elo das costas, e sem pensar duas vezes, ajustou o peso ao lombo, e quase sem deter a progressão, assumiu o quadrupedismo.
E tão alegre ia a procissã que ninguém se lembrou de parar perguntar, “E porque não está aqui o Tózé?, ou o Senhor Nogueira?”.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:15 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Série de Ouro - 1º Decénio - IV
"Vinicultuna: 10 anos entre o Amor e o Grotesco."
"Vinicultuna: 10 anos nem a Leste nem a Oeste do Muro de Berlim."
"Vinicultuna: 10 anos com a conviver com a mágoa de juntar troféus, sem nos podermos fotografar em formação de Tuna todos nús só com os Discos de Ouro a tapar as vergonhas, porque o José Cid teve a ideia primeiro. Que Grande Maluco, Bem-Hajas, José Cid."
de copo em riste, Comité de Organização às 23:45 0 cagalhões
Drunk Old Sailor's Song - From Galapagos Sea - a Poética da Vinicultuna inicia a Diáspora
3 wine bottles under my feet
5 beer bottles under my head
Dry cabin, I'm damned thirsty
Opened a bottle, 'nd climb to deck
Hear sea stories, glass goes deep
Another swallow, Sing my Fate
Count the stars, & another taste
When I finish, I fall a sleep
(...one by one, all bottles disappear... one by one, everytime we repeat, everytime we return from the deck, there will be one bottle of wine, one bottle of beer less, until...)
Any full bottle wine under my feet
Any full bottle beer bottle under my head
Dry cabin, I'm damned thirsty
Without bottles why should I go up on deck?
Old stories end is changing nothing
With Dry Throat, singer becomes shine
The stars number still on my mind
[BUT... THERE'S ANOTHER...LIGHTHOUSE! LAND HO!]
The quay has always good Wine.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:42 0 cagalhões
Do Mar das Galápagos – Bonita Canção de Marinheiros Bêbados - a tal que eu andava a escrever - inclui notas explicativas do autor
Três Garrafas de Vinho aos meus pés, 1,2
Cinco Garrafas de Cerveja na almofada,3
Camarote abafado, que sede danada
Abro uma vou bebê-la para o convés
Ouço histórias, bebo um copo
Mais um golo, canto o Fado,
Conto estrelas, trago a trago,
Quando acabo, vem o sono.
Duas garrafas de Vinho aos meus pés 4
Cinco Garrafas de Cerveja na almofada
(...)
Ouço histórias...
(...)
Duas Garrafas de Vinho aos meus pés
Três Garrafas de Cerveja na almofada
(...)
Ouço histórias...
(...)
Sem Garrafas de Vinho aos meus pés
Sem Garrafas de Cerveja na almofada
Camarote abafado, que sede danada
Sem Garrafas, para que serve o convés?5
Das histórias sei os finais
Goela seca, cala o cantor
As estrelas conto-as de cor
Mas... há mais uma... [UM FAROL! TERRA À VISTA]Há sempre Vinho no Cais.6
1- O número 3-5, tem origem numa divertida história verídica, ou seja, é uma conta certa, um número redondo, por assim dizer.
2- Em virtude da proporção exacta 3-5, ter sido abençoada pelo deus Neptuno, e pelas Tartarugas das Galápagos, a letra da canção não admite que este equilíbrio seja quebrado. Por uma questão de respeito. No entanto, quando a cantarmos, e por causa da Tradição Oral, devemos adaptar a cantiga ao número de frascos cheios, que façam parte dos Nossos Valores. Eu até apreciaria, por uma questão de métrica silábica (como o Camões), por ser mais engraçado, e porque gosto mais, que, em vez de Vinho e Cerveja, só tivessemos garrafas de vinho aos pés e na almofada.
3- Você sabia que, na letra original, em vez de “almofada” com “danada”, o autor rimava, “cabeça”, com “depressa”, mas agora acho que está melhor.
4- Cabe aos cantores decidirem por onde começam a beber. Até podem decidir beber mais do que uma garrafa de cada vez que vão ao convés. Claro que no fim, as contas, têm que bater certas.
5- É neste verso de desespero, que se distinguem os Velhos Lobos de Mar, dos Grumetes. Enquanto estes últimos chegam a esta estrofe, esforçando já os olhos na escuridão, tentando vislumbrar uma linha de terra, os primeiros, trocam piscares de olhos entre si, e, à sucapa, assaltam a Garrafa de Rum do Capitão.
6 – A parte a letras maiúsculas, deve ser gritada por alguém, que não o cantor principal, que ao ralenti, termina a melodia com a letra em tamanho normal.
Muito bonita, não é? Continuo é sem saber se se pode considerar poesia ou não.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:53 2 cagalhões
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Série de Ouro 1º Decénio - III
"Vinicultuna: 10 anos ou 120 meses ou cerca de 480 semanas que dá uns 3300 e tal dias, mas horas... continuamos a escolher as que quisermos."
"Vinicultuna: 10 anos a espera que deixe de chover para podermos ir jogar futebol nos leões, porque às vezes apetece fazer algum exercício e dizem que até é bom para o coração, mas mesmo que chova, ainda assim, vamos na mesma."
de copo em riste, Fodunt às 10:47 2 cagalhões
Um Lamento
Não sei se posso chamar "Poesia" à Canção de Marinheiros Bêbados que estou a escrever.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:38 0 cagalhões
domingo, 11 de fevereiro de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXXI

Em que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto começam a sentir uma certa nostalgia pelo caloiro saca-rabos, porquanto está cada vez mais próxima a hora em que este se esborrachará contra o granito-bruto do solo do Porto, e percebem poderem estar-lhe afeiçoados, e por estas e por outras, que se seguirão no seguinte, o Magister Piça Quadrada, com o Coração de Homem Dado Aos Romantismos a pulsar ao ritmo da dimensão da perda antecipada, encontra precisamente na Amor, a forma de aplacar um pouco a Lei da Gravidade; de como o caloiro saca-rabos durante a queda se agarrou à Torre dos Clérigos para, aproveitando a aceleração a inclinar por forma a que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, do sítio onde estavam pudessem ver a Lua e acompanhar a precipitação do seu pupilo, sem terem de sair do sítio;de como o Magister Piça Quadrada o ajudou, dando cá em baixo um jeitinho com o ombro.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:30 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
sábado, 10 de fevereiro de 2007
Série de Ouro 1º Decénio - II
"Vinicultuna: 10 anos a rebolar na relva."
"Vinicultuna: 10 anos ao serviço do próximo."
"Vinicultuna: 10 anos a observar plutão a olho nu."
de copo em riste, maximum morsae às 03:45 0 cagalhões
Série de Ouro 1º Decénio - I
"Vinicultuna: dez anos a cavalgar nas pradarias."
"Vinicultuna: dez anos de pena suspensa."
"Vinicultuna: dez anos a andar á roda."
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Série de Ouro 1º Decénio - Prólogo
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domingo, 4 de fevereiro de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXX

Em que ao longo da queda do caloiro saca-rabos ao longo dos longos metros da Torre dos Clérigos, aumenta o espanto dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, e a par do espanto o entusiasmo, e sabendo-se quão grande pode ser o seu-dele entusiasmo não espanta que seja Neste que se relata a intervenção enérgica do Tuno Grande-Morsa que, sem que as Férias nas Biomédicas, ou um Regresso Recente ao Recreio da Sua Escola o pudesse prever, regrediu à sua meninice, amarrou um atilho à cauda do caloiro saca-rabos, e, qual papagaio de papel, correu com ele as ruelas do Porto; onde se arranja ainda espaço para contar que, alguma vez teria de ser, a estarolice do Tuno Grande-Morsa iria dar mau resultado, e este foi, não o ser atropelado, isso é muito difícil, mas o ter embarrado o cordel num fio de electricidade, e de como volta o povo a ter razão, “Há males que vêm por bens”, e se os primeiros já se sabe quais foram, e foram para o caloiro saca-rabos, os segundos aproveitaram,
estava-se bem de ver, Finório e de Olho como é, ao Tuno Inca, que aproveitou o furo, para com umas luvas isolantes, correr como falso-lento que é à Boa-Terra de Armamar, com a Nova da Electricidade, e de lá voltar com o Tinto enVelhecido.
“Aguenta aí, Saca-Rabos”, ouvia-se o Tuno Inca gritar, margens do Douro acima.
Ao Tuno Grande-Morsa, Morsa Grande e Resistente, claro que não aconteceu nada.
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com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXIX

No qual se prossegue o relato da longa queda do caloiro saca-rabos abaixo da Torre dos Clérigos, sendo esta uma das partes mais divertidas do percurso, uma vez que foi aqui que o Tuno-Honorário Mineteiro se lembrou de pedir ao caloiro saca-rabos que se multiplicasse, e todos sabemos que viajar sozinho não tem piada nenhuma, salvaguardando-se no caso dos Tunos Fodido e Honorário-Mineteiro, que preferem a solidão na estrada, e talvez um dia se juntem os dois, já se disse um dia nestas páginas, e portanto, e portanto neste troço da Torre, o caloiro saca-rabos contou com a companhia de si próprio, de si próprio e de si próprio, aproveitando os quatro para trocar experiências de viagens, enviar cumprimentos à família e para executar uma bonita coreografia de sapateado, que o Tuno-Honorário Mineteiro registou na sua câmara de vídeo, quiçá para utilizar já no próximo Musical da Tuna; em que aproveitando-se do facto do quatro ser um número redondo, o Senhor do Vale, solicita a presença das alimárias, na corridinha de estreiar do seu novo trenó vermelho;
"Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!", ouviu-se, e nós abemos, que só podia ser o Senhor do Vale.
Mas tu não apareceste, menina, na paragem de autocarro, porque, disseste, estavas muito longe de casa.
Onde andas agora?
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com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" -XXVIII

Onde, com o eco do grito "nããããããããããããããão!" do Tuno Água-Benta por fundo, se descrevem as peripécias do caloiro saca-rabos nos primeiros metros da sua queda abaixo da Torre dos Clérigos, e que foram, o ter de abrir as suas últimas garrafas de vinho, e despejá-las como quem enche uma malga a partir de um jarro, na boca do mesmo Tuno Água-Benta, ao tempo que este calava o grito "Nãããããããão te atrevas a desperdiçar desse líquido", seguindo-se, por sugestão do Tuno Chiclete, que é quem se lembra sempre destas coisas divertidas e com o argumento inabalável, de não sujar as ruas da Nossa Cidade, a primeira exibição pública, e logo num palco maior, da arte do malabarismo, com uma boa meia-dúzia de porções bem moldadas do seu próprio cócó, libertadas a par da coragem, logo que sob suas patas, o granito do parapeito da Elegante Torre, deu lugar ao vazio.
"Que Bom, pensava o Tuno Água-Benta", saboreando o Bom-Tinto.
"Tem talento, sim senhor", "mas daqui até às 5 da tarde, que é quando acaba a noite, ainda vais ter muito que malabarar", pensava o Tuno Chiclete, sempre a gozar."
E o Tuno Honorário Mineteiro, no seu canto a pensar que podia aproveitar o número, para o Grande Espectáculo, Vinicultuna de Biomédicas-Circus.
de copo em riste, Comité de Organização às 21:57 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Quebra-se a Indefinição: Do Estadio Actual da Vida do Tuno Honorário Mineteiro
Vidente-Alegre-Que-Só-Diz-Palavrões
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Dos Estadios da Próxima Vida do Tuno Honorário Mineteiro
1º estadio - Cachorro-Vidente
2º estadio - Cão-que-Abana-a-Cauda-Vigorosamente-e-Salta-em-Duas-Patas-para-Lamber-a-Cara-a-Qualquer-Desconhecido
3º estadio - Rafeiro-de-Pêlo-Gasto-e-Sarnento-que-Rosna-Rosna-Mas-Não-Morde
de copo em riste, Comité de Organização às 14:17 1 cagalhões
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Primæ decadæ
Dæcimvn Vinicultunæ Biomedicvs-Tinto vitæ aniversarivm,
vitas et vitæd
Donæ Ælsæ Bacus Domvs, per pluvivs inter discembrus e januarius ad eternum est et seræ,
espectacular et magnificiente et decædëntis,
nuon per, nin puor deficit, maximus solenissimamentæ
comemocelebramatum est
ad
XVI horæ et I minutum - XXXI-I-MMVII
Ad maximus academicus rigoris.
Pissæ Cubis Magister Tunæ
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domingo, 28 de janeiro de 2007
Dos Estadios de Vida do Tuno Honorário Mineteiro
1º estadio - Criança-Vidente
2º estadio - Pateta-Alegre
3º estadio - Velho-Que-Não-se-Lava-e-Só-Diz-Palavrões
Estadio Actual - Indefinido
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domingo, 21 de janeiro de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXVII
Em que se revela o engenhoso plano urdido pelos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto para recuperarem com vida o seu caloiro saca-rabos, e que consistia em justapor na vertical, muito bem equilibradinhas, algumas escadas, e encostando-as à parede das traseiras da Torre dos Clérigos, por ela subirem Tunos Chiclete e Honorário Mineteiro, sem que a besta, o animal, o fedorento o percebesse, entretido que estava, na parte da frente do imóvel, com o ardiloso discurso do Velho Cinderella; e de como o que estava encaminhado se perde, porque alguém grita "Gatunos! Áquid'elrei!", e um prego que se espetara na sola do sapato de chiclete faz "clang" num degrau da escada, e o Tuno Mineteiro dá como sempre um pú muito sonoro e muito mal-cheiroso, atraindo-se sobre os escaladores as orelhas que ouvem bem
no escuro, seguidas dos olhos que brilham como lanternas, seguidos do cérebro que se apercebe do logro, seguido da boca que diz "É um logro", seguido do acto.
E do grito dramático dos Tunos da Vinicultuna "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!", sobre o qual alguém dirá que nunca estiveram tão afinados, após o que se rirá, pensando ter inventado uma piada.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXVI
Onde se começa a cumprir a profecia, do Tuno Chiclete, e chegam ao fim as garrafas, levando o Velho Cinderella a levantar-se da relva e retomar as negociações da tarde com o potencial, enchendo de esperança todos os que expectavam, conhecedores como eram da elevadíssima capacidade argumentativa do Tuno Fundador, "Bernardo Alberto", lá estava ele a trocar o nome ao caloiro, faz sempre isso, e nós achamos um palavrão, "a Vinicultuna ainda não se viu manchada por um suicídio. Queres ser o primeiro, tudo bem, a ideia foi tua, já ninguém ta tira. Mas tem ao menos a decência de ir primeiro a casa trajar-te, não vá dar-se o caso de tua mãe, passar e ver..."
de copo em riste, Comité de Organização às 23:44 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXV
Dos consistentes argumentos com que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto intentaram em de que o caloiro saca-rabosse demovesse das suas ideias perigosas de se empoleirar na Torre dos Clérigos com as pernas ó-p'ra-fora, e que foram acenar-lhe com Garrafas de Pomada da Boa, "caloirinho, desce, olha o que trouxemos para ti!"; e de como uma ideia boa, se pode revelar frustrada, se outro a tiver tido antes, "Também tenho algumas, trouxe-as no bolso!"; em que uma vez esgotadas as boas ideias, os Tunos se resignam a assistir às esforçadas tentativas negociais, do Senhor Nogueira, filho de um comerciante da urbe. "Mete ao menos as pernas para dentro".
"Vocês não estã bem a ver isto...Esta noite só vai acabar lá para as cinco da tarde de amanhã", diz entusiasmado, o Tuno Chiclete.
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com um Vintage da casta O Saca-Rabos
sábado, 20 de janeiro de 2007
E Mais Outro...
Ao Falar-Mal por Amor. .. Caralho!
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Outro Brinde
Aos Erros Ortográficos por Amor.
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Um Brinde
Aos Pontapés na Gramática por Amor.
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Em que Descubro Porque Te Escolhi a Tulipa Rosa-em-Branco
Manhã, pela janela aberta,
Água Névoa Gota Orvalho
Fresca, Brilha, Espelha, Espalha,
É Dia de Chuva-na-Véspera
Sê Bem-Vinda, Dia Claro
Azúis-Céus, Verdes-Campos;
Pretos, Roxos, Amarelos;
Vermelhos-Maçãs ou -Rostos-de-Velhos;
E lá vens, Rosa-Rosa-Rosa-em-Branco,
Teus lábios na tua cara,
Sê Bem-Vinda, Dia Claro.
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Do Vinho, da Bíblia, da Vinicultuna, e da Rsolução dos Grandes Problemas da Política Internacional da Actualidade (dali)
Se em vez de dividir o Mar Vermelho, Moisés o tivesse enchido de Vinho, os conflitos do Médio Oriente ter-se-iam resolvido há 6000anos.
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
Grandes Frases - LVI
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com um Vintage da casta Grandes Frases
sábado, 13 de janeiro de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXIV
Em que o caloiro pedro caralho diz "Ó Caralho", e o Tuno Juvenal Fodido responde, "És tu", e o caloiro pedro caralho volta a dizer "Ó Caralho", e o Tuno Juvenal Fodido "És tu, caralho, estás a falar sozinho? Estás bêbado?", e o caloiro pedro caralho, "Não, é o caloiro saca-rabos viegas caralho", e se segue o desviar conjugado do olhar por parte de todos os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, na direcção da Torre dos Clérigos, a que sucede corrida ruidosa "em tropel", ou "tipo estouro de elefantes" por parte de todos os Tunos, mas mais do Tuno Grande Morsa, entre a esquina de cá da Praça dos Leões e a esquina de lá da
Praça de Lisboa, numa travessia de rua em bissectriz-cega-perfeita, com direito a buzinadelas de alguns condutores mal-educados.
"Nunca nos acontece nada", ri-se Inca, o Tuno Sábio.
No qual os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, estacam subitamente na esquina de lá da Praça de Lisboa, por lhes parecer, ilusão proporcionada pela distância - muito longe -, que vai o caloiro saca-rabos desagarrar-se, mas afinal foi só uma mão, para tirar um macaco do nariz, mas a ter ocorrido um segundinho antes, levaria à travagem da mole-inumana no meio da rua e à consequência de mais apitadelas ou pior.
"bah", encolhe os ombros Inca, o Tuno Sábio.
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com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXIII

Em que, movido por pensamentos de angústia "ai...ai...ai...", desespero "AAAAAAAAAAAAI!AAAAAAAAAAAAAAAI!AAAAAAAAAAAAI!", tristeza "estou tão triste", e frustração "sou um frustrado", o caloiro saca-rabos se arrasta ausente pela alvorada do Porto, e na fuga-a-passo sem rumo começa a escalar sem destino a Torre dos Clérigos.
"Jovem!, Não faças isso que ainda te aleijas.", avisa a Estátua
do Senhor Padre. E depois, avisada pelo Criador, dos pensamentos de Angústia que atormentam o caloiro saca-rabos, "Jovem! A Vida é um Dádiva! Não atentes contra a tua Natureza."
Em que, em mais uma prova de quão distantes estão Igreja e Comércio, o caloiro saca-rabos faz ouvidos de mercador aos conselhos da Estátua do Senhor Padre.
de copo em riste, Comité de Organização às 17:25 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
Sobre a Tuna, e a Cavalaria Errante
"Nunca vi um livro de cavalarias que tivesse unidade de acção, mas compõem-se de tantos membros que mais parece que o autor quis formar uma quimera ou um monstro do que fazer uma figura proporcionada. Além disso, são duros no estilo, incríveis nas façanhas, lascivos nos amores, desgeitosos nas cortesias, prolixos nas batalhas, néscios nas razões, disparatados nas imagens, e, finalmente, alheios a todo o artifício discreto, e, por isso, dignos de serem desterrados da república cristã, como coisa inútil."
...o Cónego, em conversa com o Cura, in "O Engenhoso Fidalgo D.Quixote de la Mancha", Miguel de Cervantes
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Do Inverno
Tu não sabes nada, ainda
Dos amores que caem como folhas de outono
E são veludo no vento
Tu não sabes
Que o frio nos invade
Por dentro e por cima de nós
Há muros de gelo
Onde esbarram e se estilhaçam todas as palavras
E a dor acorda e embriaga e acaba
Em calmos prazeres, quentes e tristes
Feitos de pele, como o sol de Janeiro
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com um Vintage da casta Do Fim da Noite
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
domingo, 7 de janeiro de 2007
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXII

Do depauperado mas merecido estado em que o Fim da Noite encontrou o caloiro saca-rabos, após o excelente trabalho do Tuno Póstumo; e de como os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto se regozijaram, e zombaram até considerarem pagas as ofensas.
"Isto não é Praxe, é humilhação", terá dito o caloiro saca-rabos.
E os outros riram-se, e um até lhe deu um biqueiro, "Se não gostas, sempre podemos voltar a jogar a pancada". E os outros riram-se.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:35 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
sábado, 6 de janeiro de 2007
Grandes Frases - LV
"...ahí la tiene Maradona. Le marcan dos. Pisa la pelota Maradona. Arranca por la derecha el genio del futbol mundial. Puede tocar para Burruchaga... siempre Maradona... genio, genio, genio... tátátátátátá... gooooool... goool... Quiero llorar...Dios Santo viva el fútbol... Golazooooo. Diegoooo... Maradona... es para llorar, Perdonenme... Maradona, en recorrida memorable, en la jugada de todos los tiempos... barrilete cósmico...?e que planeta viniste para dejar en el camino a tanto ingles? Para que el país sea un puño apretado gritando por Argentina... Argentina dos, Inglaterra zero... Diegol, Diegol, Diego Armando Maradona. Gracias Dios, por el fútbol, por Maradona, por estas lágrimas, por este Argentina 2 - Inglaterra 0..."
Victor Hugo Morales
de copo em riste, Comité de Organização às 23:36 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Uma vez morto, o Tuno da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, assume a sua verdadeira forma de Diabrete Alado dos Copos de Vinho das Senhoras... I
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domingo, 31 de dezembro de 2006
Desejos Para 2007
-A abertura do Grande Bordel das Artes e do Vinho, o nosso novo cantinho no Velhinho Porto.
-A passagem dos caloiros josé-caralho, pedro-caralho, e saca-rabos a Tunos. Espero mesmo que eles consigam.
-Uma actuação no Aljube, em formato "De Dentro Para Fora".
-A entrada do Senhor Nogueira no Curso de Pastelaria financiado pela União Europeia.
-O início da nova série "Ao Serão na Tasca do Araújo", obra criativa aberta à participação todos os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto que explorará temas mundanos do noite-a-noite da nossa Casa de Fados.
-A descoberta de que um de nós (dos que já cá estão, não quero ninguém de fora), é canibal - ou antropófago que é outra forma de a gente dizer.
-A pacificação das relações com o Senhor Gepeto - as suas rabugisses estão perdoadas.
-Um Inimigo, por favor, Um Inimigo.
-Amigos novos nas ruas do Porto. Gostava muito que aquele acordeonista cego que anima há muitos anos a porta do Antiquiário na esquina de cima da Rua José Falcão nos acompanhasse num sarau.
-Mas sobretudo, a Prorrogação do Dom de Fazer as Pessoas Felizes.
Vou Já Cagalhão!
de copo em riste, Comité de Organização às 17:17 0 cagalhões
Antes que o Ano acabe...

...a Vinicultuna devolve o que não é seu:
"Aqui tem a sua Caixa de Ferramentas, senhor Gepeto.
Usamos alguns parafusos, mas as brocas do berbequim e o cabo do martelo já estavam partidos.
Muito obrigado. Desejos de um Feliz 2007."
de copo em riste, Comité de Organização às 17:13 0 cagalhões
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XXI

Da Execução do Castigo...
...que atendendo à excepcional seriedade dos actos, foi entregue às mãos de um profissional competente, cujo trabalho é de há muito estrela, bússola, luz do percurso da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto.
"O meu avô também era barbeiro", disse o Tuno Honorário Mineteiro
de copo em riste, Comité de Organização às 17:06 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XX
de copo em riste, Comité de Organização às 16:58 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XIX
Onde se demonstra a falibilidade das avaliações de integridade, salubridade e maturidade de outrém, por juízes com princípios de camaradagem e bem-querer, com o exemplo concreto dos Bons Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto que, influenciados pela diligência, presteza e entrega observadas no caloiro saca-rabos na arte ultrapassar os desafios e ardis apresentados durante a Vida de Tuna,
o interpretaram como apto a integrar a Embaixada da Tuna ao Casamento da Gentil Senhora Donzela Dona Rute, e o Senhor Tuno Fundador, Dom Velho Cinderella; em que se dá conta do Grave Mal de Protagonismo, Engraçadismo, Maioralismo, Espertismo-Saloio, Melhor-da-Sua-Ruísmo, -Terrismo ou Cantareirismo, Vedetismo, Xico-Espertismo, Mania-Que-os-Pitos-Comem-Alfacismo, e se alonga o relato para, abdicando-se da descrição as infâmias contra a honestidade das moças, se enumerar as sucessivas garotices e mumices desenroladas pelo caloiro saca-rabos ao longo da cerimónia, desmerecendo a confiança
depositada, traindo Vinicultunos, incomodando convidados, ofendendo noivos e pais.
E os Tunos, “Sabes o que é?...Confiança a mais.”.
E a Mãe da Noiva, a Senhora Doutora Armandina “Isto realmente,... francamente... Isto realmente.”
E o Pai do Noivo, o Senhor Doutor Alfredo, “Grandessíssimo Filho da
Puta!”, ele que até nem é dado a essas linguagens.
E a Irmã da Noiva, a Donzelíssima Senhora Doutora Ariana, recolheu aos lavabos, para, recatada, chorar.
E o Tuno Xiclete, à entrada dos lavabos, apelando a sua Dama, Musa e Senhora, “Não estás a ver bem isto, deixa lá, abre a porta, chega-me a esfregona, eu limpo tudo enquanto retocas a maquilhagem, esta noite só vai acabar lá para as cinco da tarde, e vai-não-vai, deixo tudo num brinquinho”, não se sabendo se seria verdade ou paleio, pois que, há uns meses se leu neste blogue, ser a casa do Tuno Xiclete local pouco
salubre, onde abundam as moscas, e os sacos com lixo.
E os noivos, coitadinhos, assistindo impotentes ao arruinar do dia mais importante das suas vidas.
E os Tunos, acusando-se em círculos “Ele faz, vocês riem-se..."
E o Senhor do Vale, "Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"
de copo em riste, Comité de Organização às 02:38 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
sábado, 30 de dezembro de 2006
Grandes Frases LIV
de copo em riste, maximum morsae às 17:46 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
O Fabuloso Destino da Vaca Verde
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com um Vintage da casta O Fabuloso Destino da Vaca Verde
Vaca Verde - Episódio Especial de Férias
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com um Vintage da casta O Fabuloso Destino da Vaca Verde
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XVIII

"Do Período Áureo de saca-rabos enquanto caloiro da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto; em que ele muito cresce humanamente, através do desempenho com sucesso e bravura de sucessivas missões, qu
e não tarefas, que para essas já temos um Técnico de Execução, o Senhor Nogueira, que muito estimamos; em que são descritos os raríssimos ingredientes, há muito esgotados que o caloiro saca-rabos conseguiu disponibilizar ao Tuno Honorário Mineteiro, para que este confeccionasse, um requintadíssimo manjar
; onde o caloiro saca-rabos vence, todas à uma, a hipotermia, a hipoxia e as dores de costas, que às vezes até são o pior, confundindo os sábios da Medicina; em que se dá conta de como o caloiro saca-rabos se intrometeu na coreografia de dança do Coral de Biomédicas - e das chatices que isso deu, das pessoas que se zangaram, das que deixaram de se falar, das que diz que disse, e
das lágrimas que ser verteram; em que se avalia a altura do Tabuleiro Superior da Ponte de D.Luís, e se cronometra o tempo durante o qual conseguiu o caloiro saca-rabos manter entre aquele e o Senhor Douro, um jacto contínuo de urina de puro vinho, e esta proeza é que foi!;
Onde por fim e por exaustão, que não por preguiça, se omite outros, muitos outros feitos, pois que muitos mais houve!
de copo em riste, Comité de Organização às 18:28 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"As Extraordinárias Demandas do Estúpido mas Forte-de-Vontade Caloiro Saca-Rabos, na Conquista do Título de Tuno Ratoneiro, ou Tono raTuneiro" - XVII

"Em que, uma vez resolvidos os pequenos mal-entendidos, através do nobre jogo da pancada, Tunos e caloiro apertaram as mãos, e se dirigiram a casa da Amadíssima Vaca Verde, onde, após magnífica serenata, mais pelo dedilhar de Juvenal (ah! Grande Juvenal!) na Guitarra Portuguesa, do que pela voz do caloiro saca-rabos que por esta hora ainda cuspia sangue, lhes foi franqueada a porta e servido o Tradicional Esparguete.
Que bom.
Estava quentinho."
de copo em riste, Comité de Organização às 18:04 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
Caso Clínico de Outro - Da Convalescença - Epílogo
"Cheguei a casa, e disse à minha mãe e à minha irmã, "Vou dormir. Vocês vão lá espreitar. Se eu estiver a dormir, deixem-me dormir."
Fui para o quarto, e sentei-me na cama. Assim, com as mãos na cabeça, pensar na coisa, a reflectir no que tinha passado.
Depois deitei-me. Deitei-me à larga, de braços estendidos. Vinha habituado às camas do hospital, parecia que estava num navio.
A minha mãe e a minha irmã foram lá espreitar, e dizem que eu estava a dormir.
Dormi seguido. Das onze da noite, às três da tarde do dia seguinte...
... Acordei cheio de fome! Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"
de copo em riste, Comité de Organização às 17:20 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico
Caso Clínico de Ouro - Sobre a Doença, Sobre a Cura- X
"Veio o meu cunhado buscar-me, e fomos para o café.
Eu estava lá no café, assim acabrunhado, e... e envergonhado. Envergonhado de estar doente. Porque estar doente... é uma humilhação. É não ter saúde, que é aquilo que a gente mais tem. É sentir a fraqueza da doença.
Eu estava no café envergonhado, a ver as pessoas passar, e quando reparei, já estava ali sentado há hora e meia sem dores. Eu no hospital, tinha de estar sempre a mexer. Sentava-me. Levantava-me. Deitava-me. Não conseguia estar 5 minutos doía-me o corpo todo, doiam as costas. E ali, já estava há hora e meia sem dores.
Virei-me para o meu cunhado e disse... "Olha! Estou Bom!""
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com um Vintage da casta Caso Clínico
Caso Clínico de Ouro - Do Fenómeno -IX
"Na noite antes de ter alta, não conseguia dormir. Acordei com insónias. Tinha muita comichão. Chamei o enfermeiro, ele ligou a luz, olhou para mim assim com uma cara, e disse, "Tem o corpo cheio de pintas vermelhas e brancas. Disse "você está perdido", e foi chamar o médico.
Tinha o corpo cheio de manchas vermelhas. Foi um fenómeno."
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com um Vintage da casta Caso Clínico
Clássico de Natal
1997, Caderno Literário, assim debutava no Univeso Cultural Biomédico este que aqui assina.
"Consoada do Caixeiro Viajante"
Guiava sem qualquer firmeza,
E mal olhava a estrada.
Lembrava a mulher e a filha,
"Rezamos enquanto viajas..."
Mas durou pouco a tristeza,
Cedo findou a saudade,
"É Natal, mas que se quilhe,
Esta noite vou às gajas."
Perdoem-me o auto-elogio, mas digam-me se não é um magnífico exemplar do que deve ser um poema curto com drama, comédia grotesca, reviravolta e final surpreendente.
de copo em riste, Comité de Organização às 04:17 1 cagalhões
Contos de Natal por Começar
No primeiro, à Menina de Lisboa, sozinha na véspera de Natal na cidade para onde veio trabalhar, teria sido oferecida uma viagem labiríntica pelas ruas e pelas almas de um Porto que não conhece. Entre História, histórias, vidas e lugares, gente estranha e comum, ela apaixonar-se-ia.
não fosse eu tão burro
No segundo, em vez de Oh!Oh!Oh!, o Pai-Natal, de trenó vazio, regressa a casa seguindo o autocarro, com um lamento Oooooooh!
Ai, que saudades, venha o próximo Natal.
de copo em riste, Comité de Organização às 02:55 0 cagalhões
domingo, 24 de dezembro de 2006
Noite Feliz...

... como todas as outras
Aos Tunos da Vinicultuna
Hannöver, Herrenhäuser Gärten, "Grötte" Nikki Saint Phalle
de copo em riste, Comité de Organização às 20:19 1 cagalhões
Boas Festas
São os Votos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto.
Por um Natal Minimalista.
de copo em riste, Comité de Organização às 20:16 1 cagalhões







