Os Nossos Outros Valores XXVI
A Vinicultuna pratica a "música baseada na evidência"
A Vinicultuna pratica a "música baseada na evidência"
de copo em riste, Fodunt às 14:06 0 cagalhões
com um Vintage da casta Os Nossos Valores
Enquanto lá estiver este Papa faço greve.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:17 0 cagalhões

Do Engenho que o Tuno Genoval Fodido artilhou, e disfarçou na forma de “tarefa irrealizável”, para amparar a queda do nosso caloiro saca-rabos, e que foi pegar nas palavras do Magister Piça-Quadrada, e desenvolver o conceito, decidindo que se a Piça-Quadrada aprazia ver a Lua, a ele mais se lhe dava rever a Pérola do Atlântico, e que a única forma de o fazer seria levantar-se a Torre em peso, e levá-la para o Rio Douro, pois só dali, com o espelho do mar à frente, se pode ver, não só a Madeira, mas melhor do que em qualquer outro ponto do globo, a ladeira do Machico; de como, aproveitando a cinética da queda aproveitou saca-rabos para colocar a Torre ao ombro, e de como aproveitando a inércia de ter a Torre ao ombro, aproveitou saca-rabos para pousar pés em terra-firme sem arrebentar as almofadinhas das patas; e de como quando, iniciara saca-rabos a marcha lenta, mas firme e initerrupta pelas ruas íngremes do Porto abaixo, penitente de uma alegre procissão de músicos, mimos e encantadores de animais, logo intitulada “a Vinicultuna
vai a Banhos – Danças com Tainhas” - o título foi, só podia, do Tuno Chiclete, ou do Tuno Grande Morsa, ou do Velho Cinderella, ou de um dos outros, se viu forçado a suster, ao ouvir novamente o Tuno Genoval Fodido – sim também podia ter sido dele o título da alegre procissão – lendo com voz afectada, as ordens escritas do TóZé, “DE QUATRO CALOIRO – houbelá – PÕE-TE DE QUATRO”, o que, diga-se em abono do bom-senso é uma inconsciência, porque ã Torre dos Clérigos de pesada, lhe podia deslocar um elo das costas, e sem pensar duas vezes, ajustou o peso ao lombo, e quase sem deter a progressão, assumiu o quadrupedismo.
E tão alegre ia a procissã que ninguém se lembrou de parar perguntar, “E porque não está aqui o Tózé?, ou o Senhor Nogueira?”.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:15 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"Vinicultuna: 10 anos entre o Amor e o Grotesco."
"Vinicultuna: 10 anos nem a Leste nem a Oeste do Muro de Berlim."
"Vinicultuna: 10 anos com a conviver com a mágoa de juntar troféus, sem nos podermos fotografar em formação de Tuna todos nús só com os Discos de Ouro a tapar as vergonhas, porque o José Cid teve a ideia primeiro. Que Grande Maluco, Bem-Hajas, José Cid."
de copo em riste, Comité de Organização às 23:45 0 cagalhões
3 wine bottles under my feet
5 beer bottles under my head
Dry cabin, I'm damned thirsty
Opened a bottle, 'nd climb to deck
Hear sea stories, glass goes deep
Another swallow, Sing my Fate
Count the stars, & another taste
When I finish, I fall a sleep
(...one by one, all bottles disappear... one by one, everytime we repeat, everytime we return from the deck, there will be one bottle of wine, one bottle of beer less, until...)
Any full bottle wine under my feet
Any full bottle beer bottle under my head
Dry cabin, I'm damned thirsty
Without bottles why should I go up on deck?
Old stories end is changing nothing
With Dry Throat, singer becomes shine
The stars number still on my mind
[BUT... THERE'S ANOTHER...LIGHTHOUSE! LAND HO!]
The quay has always good Wine.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:42 0 cagalhões
Três Garrafas de Vinho aos meus pés, 1,2
Cinco Garrafas de Cerveja na almofada,3
Camarote abafado, que sede danada
Abro uma vou bebê-la para o convés
Ouço histórias, bebo um copo
Mais um golo, canto o Fado,
Conto estrelas, trago a trago,
Quando acabo, vem o sono.
Duas garrafas de Vinho aos meus pés 4
Cinco Garrafas de Cerveja na almofada
(...)
Ouço histórias...
(...)
Duas Garrafas de Vinho aos meus pés
Três Garrafas de Cerveja na almofada
(...)
Ouço histórias...
(...)
Sem Garrafas de Vinho aos meus pés
Sem Garrafas de Cerveja na almofada
Camarote abafado, que sede danada
Sem Garrafas, para que serve o convés?5
Das histórias sei os finais
Goela seca, cala o cantor
As estrelas conto-as de cor
Mas... há mais uma... [UM FAROL! TERRA À VISTA]Há sempre Vinho no Cais.6
1- O número 3-5, tem origem numa divertida história verídica, ou seja, é uma conta certa, um número redondo, por assim dizer.
2- Em virtude da proporção exacta 3-5, ter sido abençoada pelo deus Neptuno, e pelas Tartarugas das Galápagos, a letra da canção não admite que este equilíbrio seja quebrado. Por uma questão de respeito. No entanto, quando a cantarmos, e por causa da Tradição Oral, devemos adaptar a cantiga ao número de frascos cheios, que façam parte dos Nossos Valores. Eu até apreciaria, por uma questão de métrica silábica (como o Camões), por ser mais engraçado, e porque gosto mais, que, em vez de Vinho e Cerveja, só tivessemos garrafas de vinho aos pés e na almofada.
3- Você sabia que, na letra original, em vez de “almofada” com “danada”, o autor rimava, “cabeça”, com “depressa”, mas agora acho que está melhor.
4- Cabe aos cantores decidirem por onde começam a beber. Até podem decidir beber mais do que uma garrafa de cada vez que vão ao convés. Claro que no fim, as contas, têm que bater certas.
5- É neste verso de desespero, que se distinguem os Velhos Lobos de Mar, dos Grumetes. Enquanto estes últimos chegam a esta estrofe, esforçando já os olhos na escuridão, tentando vislumbrar uma linha de terra, os primeiros, trocam piscares de olhos entre si, e, à sucapa, assaltam a Garrafa de Rum do Capitão.
6 – A parte a letras maiúsculas, deve ser gritada por alguém, que não o cantor principal, que ao ralenti, termina a melodia com a letra em tamanho normal.
Muito bonita, não é? Continuo é sem saber se se pode considerar poesia ou não.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:53 2 cagalhões
de copo em riste, Fodunt às 10:47 2 cagalhões
Não sei se posso chamar "Poesia" à Canção de Marinheiros Bêbados que estou a escrever.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:38 0 cagalhões

Em que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto começam a sentir uma certa nostalgia pelo caloiro saca-rabos, porquanto está cada vez mais próxima a hora em que este se esborrachará contra o granito-bruto do solo do Porto, e percebem poderem estar-lhe afeiçoados, e por estas e por outras, que se seguirão no seguinte, o Magister Piça Quadrada, com o Coração de Homem Dado Aos Romantismos a pulsar ao ritmo da dimensão da perda antecipada, encontra precisamente na Amor, a forma de aplacar um pouco a Lei da Gravidade; de como o caloiro saca-rabos durante a queda se agarrou à Torre dos Clérigos para, aproveitando a aceleração a inclinar por forma a que os Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, do sítio onde estavam pudessem ver a Lua e acompanhar a precipitação do seu pupilo, sem terem de sair do sítio;de como o Magister Piça Quadrada o ajudou, dando cá em baixo um jeitinho com o ombro.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:30 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
"Vinicultuna: 10 anos a rebolar na relva."
"Vinicultuna: 10 anos ao serviço do próximo."
"Vinicultuna: 10 anos a observar plutão a olho nu."
de copo em riste, maximum morsae às 03:45 0 cagalhões
"Vinicultuna: dez anos a cavalgar nas pradarias."
"Vinicultuna: dez anos de pena suspensa."
"Vinicultuna: dez anos a andar á roda."
de copo em riste, maximum morsae às 03:39 0 cagalhões
de copo em riste, maximum morsae às 03:16 0 cagalhões

Em que ao longo da queda do caloiro saca-rabos ao longo dos longos metros da Torre dos Clérigos, aumenta o espanto dos Tunos da Vinicultuna de Biomédicas-Tinto, e a par do espanto o entusiasmo, e sabendo-se quão grande pode ser o seu-dele entusiasmo não espanta que seja Neste que se relata a intervenção enérgica do Tuno Grande-Morsa que, sem que as Férias nas Biomédicas, ou um Regresso Recente ao Recreio da Sua Escola o pudesse prever, regrediu à sua meninice, amarrou um atilho à cauda do caloiro saca-rabos, e, qual papagaio de papel, correu com ele as ruelas do Porto; onde se arranja ainda espaço para contar que, alguma vez teria de ser, a estarolice do Tuno Grande-Morsa iria dar mau resultado, e este foi, não o ser atropelado, isso é muito difícil, mas o ter embarrado o cordel num fio de electricidade, e de como volta o povo a ter razão, “Há males que vêm por bens”, e se os primeiros já se sabe quais foram, e foram para o caloiro saca-rabos, os segundos aproveitaram,
estava-se bem de ver, Finório e de Olho como é, ao Tuno Inca, que aproveitou o furo, para com umas luvas isolantes, correr como falso-lento que é à Boa-Terra de Armamar, com a Nova da Electricidade, e de lá voltar com o Tinto enVelhecido.
“Aguenta aí, Saca-Rabos”, ouvia-se o Tuno Inca gritar, margens do Douro acima.
Ao Tuno Grande-Morsa, Morsa Grande e Resistente, claro que não aconteceu nada.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos

No qual se prossegue o relato da longa queda do caloiro saca-rabos abaixo da Torre dos Clérigos, sendo esta uma das partes mais divertidas do percurso, uma vez que foi aqui que o Tuno-Honorário Mineteiro se lembrou de pedir ao caloiro saca-rabos que se multiplicasse, e todos sabemos que viajar sozinho não tem piada nenhuma, salvaguardando-se no caso dos Tunos Fodido e Honorário-Mineteiro, que preferem a solidão na estrada, e talvez um dia se juntem os dois, já se disse um dia nestas páginas, e portanto, e portanto neste troço da Torre, o caloiro saca-rabos contou com a companhia de si próprio, de si próprio e de si próprio, aproveitando os quatro para trocar experiências de viagens, enviar cumprimentos à família e para executar uma bonita coreografia de sapateado, que o Tuno-Honorário Mineteiro registou na sua câmara de vídeo, quiçá para utilizar já no próximo Musical da Tuna; em que aproveitando-se do facto do quatro ser um número redondo, o Senhor do Vale, solicita a presença das alimárias, na corridinha de estreiar do seu novo trenó vermelho;
"Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!", ouviu-se, e nós abemos, que só podia ser o Senhor do Vale.
Mas tu não apareceste, menina, na paragem de autocarro, porque, disseste, estavas muito longe de casa.
Onde andas agora?
de copo em riste, Comité de Organização às 21:59 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos

Onde, com o eco do grito "nããããããããããããããão!" do Tuno Água-Benta por fundo, se descrevem as peripécias do caloiro saca-rabos nos primeiros metros da sua queda abaixo da Torre dos Clérigos, e que foram, o ter de abrir as suas últimas garrafas de vinho, e despejá-las como quem enche uma malga a partir de um jarro, na boca do mesmo Tuno Água-Benta, ao tempo que este calava o grito "Nãããããããão te atrevas a desperdiçar desse líquido", seguindo-se, por sugestão do Tuno Chiclete, que é quem se lembra sempre destas coisas divertidas e com o argumento inabalável, de não sujar as ruas da Nossa Cidade, a primeira exibição pública, e logo num palco maior, da arte do malabarismo, com uma boa meia-dúzia de porções bem moldadas do seu próprio cócó, libertadas a par da coragem, logo que sob suas patas, o granito do parapeito da Elegante Torre, deu lugar ao vazio.
"Que Bom, pensava o Tuno Água-Benta", saboreando o Bom-Tinto.
"Tem talento, sim senhor", "mas daqui até às 5 da tarde, que é quando acaba a noite, ainda vais ter muito que malabarar", pensava o Tuno Chiclete, sempre a gozar."
E o Tuno Honorário Mineteiro, no seu canto a pensar que podia aproveitar o número, para o Grande Espectáculo, Vinicultuna de Biomédicas-Circus.
de copo em riste, Comité de Organização às 21:57 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Saca-Rabos
Vidente-Alegre-Que-Só-Diz-Palavrões
de copo em riste, Comité de Organização às 14:22 0 cagalhões
1º estadio - Cachorro-Vidente
2º estadio - Cão-que-Abana-a-Cauda-Vigorosamente-e-Salta-em-Duas-Patas-para-Lamber-a-Cara-a-Qualquer-Desconhecido
3º estadio - Rafeiro-de-Pêlo-Gasto-e-Sarnento-que-Rosna-Rosna-Mas-Não-Morde
de copo em riste, Comité de Organização às 14:17 1 cagalhões