Sin Lamientos - II
Para juntar ao argumentário sobre quem foi o melhor de sempre.
Para juntar ao argumentário sobre quem foi o melhor de sempre.
de copo em riste, Comité de Organização às 01:55 1 cagalhões
de copo em riste, Comité de Organização às 01:33 3 cagalhões
Sol depois da noite.
A pé até ao carro.
Depois para trás também.
A chave ficou no casaco.
O casaco no gabinete.
Raios partam o Verão de São Martinho.
de copo em riste, Comité de Organização às 18:24 0 cagalhões
Vem este a propósito de na sala de aula apenas a Menina M e o Menino F não terem usado máscara. Porque o Sr D tinha sublinhado que todos os meninos deviam usar máscara, e a Professora M respondeu que não era o que estava nas indicações e não seria obrigatório. E o Sr D disse que o filho dele usaria, e o Pai de um Menino que não o Menino F disse que o seu também. E depois o Sr D disse mais coisas, e a Sra E, mãe da Menina L, disse que sendo assim, era melhor que o Menino P, filho do Sr D ficasse em casa. O Sr D fez um sorriso de superioridade, mas não respondeu, e a Professora M pediu à Sra E para ter mais calma e conseguiu controlar a turma na sala de aula. Quer dizer, os pais dos meninos da sua turma, nos seus computadores. Depois o Sr C, pai da Menina M contou à Menina M pormenores da reunião, mas disse à Menina M para não fazer comentários na escola sobre o Sr D, para o Menino P, filho do Sr D não ficar triste. E dias mais tarde, a Menina M começou a rir-se sozinha e disse que estava a pensar se o Menino P, filho do Sr D iria para a escola com o fato de astronauta. O Sr C, pai da Menina M ficou muito orgulhoso, mas pediu-lhe para não repetir a piada do fato de astronauta dias mais tarde na escola. Dias mais tarde, na escola, a Menina M não repetiu a piada do fato de astronauta, porque mal tinha atravessado o portão da escola e juntado à Menina Mf, chegou o Menino P, filho do Sr D, envergando apenas a máscara facial. Então, a Menina Mf suspirou, e com malícia e fingida desilusão disse que tinha pensado que o Menino P iria vestido com o fato de astronauta. Depois na sala de aula todos os meninos, menos a Menina M e o Menino F, estavam a usar máscara. Até a Menina L, filha da Sra E, e a Menina Mf, cujos paizinhos lá em casa também tinham gozado com os cuidados do Sr D.
Contextualizado o propósito, passe-se ao que interessa:
Um jogo
- Ah!, M, há outra coisa que quero saber. Quero que estejas muito atenta no recreio e me contes logo que haja a primeira sessão de ...
... Pancadaria!
- Ah! Já foi hoje! No intervalo, os rapazes do 4º B andaram a lutar contra os rapazes do 4º A. Não sei se foi a sério ou a brincar, começou só entre os rapazes da minha sala. Lembras-te do Menino M? Não é o Menino da minha sala, o Menino M que andou comigo no infantário? O Menino M ficou por baixo. O Menino L, sempre que lhe tentavam passar uma rasteira, agarrava-os pela camisa, junto ao colarinho, ou por trás, junto ao pescoço, deitava-os no chão, e começava a dar-lhes pontapés.
Com excepção da utilização da máscara por todos os contendores, o jogo permanecerá muito fiel à versão de há trinta e tal anos. Até a dificuldade da Menina M em definir a fronteira entre "a sério" e a "brincar"! Recordo Manuel Pedro a lutar com Alberto. Recordo Manuel Pedro a lutar com Emanuel. A brincar. "Boi", "Paneleiro", "Cabrão". De repente, recordo Manuel Pedro a lutar com Alberto. De repente, recordo Manuel Pedro a lutar com Emanuel. A sério. Na altura, a fronteira, era "Filho da Puta". Era o catalisador. E o jogo mudava. Manuel Pedro não admitia que ninguém desonrasse dessa forma sua mãe, explicava no fim, muito vermelho. E as lágrimas eram dos nervos.
Uma cantiga
- Como estava a chover, os rapazes saiam debaixo do coberto e foram para a chuva cantar
"E a chuva p'a nós é sol! E a chuva p´a nós é sol!" *
Letra que bate em poesia e responsabilidade pandémica a versão não musicada dos anos 80,
"Eu quero apanhar uma pneumonia!"
ou o superêxito Primavera 1986,
"Nós queremos apanhar radioactividade!"
*NA - ver, pf, final da Taça de Portugal 2016/2017
de copo em riste, Comité de Organização às 19:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta Regresso ao Meu Recreio
"Morreu o Homem do Vale",
de copo em riste, Comité de Organização às 23:57 0 cagalhões
... aprendi convosco.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:49 0 cagalhões
de copo em riste, Comité de Organização às 20:38 0 cagalhões
de copo em riste, Comité de Organização às 00:05 0 cagalhões
Antigamente, logo ia haver Quim Barreiros.
de copo em riste, Comité de Organização às 09:05 1 cagalhões
de copo em riste, Comité de Organização às 23:12 0 cagalhões
Recorrendo à memória das Leis da Tradição Académica que eventualmente regem ainda esta espécie-de-moribunda Tuna, e tendo recebido com muita satisfação a informação fidedigna de que - "Rico filho, até sabe o que é o Mastoideu!" - temos um entre nós, entendo estarem reunidas as condições para, lanço o desafio, uma Tourada ao Lente.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:52 0 cagalhões
Veio a anterior descoberta a propósito desta que aqui se sugere.
de copo em riste, Comité de Organização às 19:22 0 cagalhões
Borrachas, borrachões assignalados,
Que de Alcochete junto a Villa Franca,
Por mares nunca d’antes navegados
Passaram ainda alem de Peramanca:
Em pagodes, e ceias esforçados,
Mais do que se permitte a gente branca,
Em Evora cidade se alojaram,
Onde pipas e quartos despejaram:
Tambem as bebedices mui famosas
Daquelles que andaram esgotando
O imperio de Baccho, e as saborosas
Agoas do bom Louredo devastando;
E os que por bebedices valerosas
Se vão das leis do reino libertando;
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar Baccho, e não Marte.
paródia ao primeiro canto de Os Lusíadas, escrita
em 1589, por quatro estudantes de teologia da Universidade de Évora
de copo em riste, Comité de Organização às 19:07 0 cagalhões
Um Jogo
Junho de 1990. Diz-se que foi o pior Mundial de sempre. Para mim foi o primeiro. Em 86, acompanhara pelas cadernetas dos cromos dos outros, e pelas conversas dos grandes. Ainda não ligava à bola. Torci pelo Maradona, sem ver uma jogada. Não gostava de bola! Lamentavelmente, em 90, já não gostava do Maradona - como a cabeça de um puto é!
Argentina - Camarões, portanto. O primeiro jogo, no meu primeiro Mundial. A primeira parte, no bar do CDUP, depois da natação - todos contra o campeão do mundo -, a 2ª parte, na sala da Avó, só com o meu irmão. Um mau jogo, a abrir um mau Mundial? Nem pensar. O golo solitário não terá sido propriamente bonito, mas podia representar por si só, a alegoria da surpresa. E depois houve aquela jogada, quase no final, que continua na minha memória como uma das imagens mais vivas e coloridas desta competição.
de copo em riste, Comité de Organização às 22:33 1 cagalhões
com um Vintage da casta Regresso ao Meu Recreio
(o Restaurante Regional da Serra fica em Seia)
(a Adega Funchal fica no nr 20 da Rua das Azeiteiras, na Baixa de... Coimbra!)
de copo em riste, Comité de Organização às 00:21 2 cagalhões
de copo em riste, Comité de Organização às 23:57 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
de copo em riste, Comité de Organização às 23:48 0 cagalhões