sexta-feira, 30 de novembro de 2007
"Da Minha Vinha Vê-se o Mar", ou "Viagem por Um País em Festa, II"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:52 0 cagalhões
"Da Estrada", ou "Maravilhas", ou "Viagem por Um País em Festa"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:49 0 cagalhões
Caso Clínico
de copo em riste, Comité de Organização às 23:47 0 cagalhões
com um Vintage da casta Caso Clínico
Fratelli di Giornata - il Vino e la Amessa dei Popoli - IX
"... Este frio e esta mistura de cheiros nas ruas é tão agradável, tão Outonal... Castanhas, Farturas (?!?!?!?!), Canela..."
"... ... ...!Hoje vamos beber Vinho!"
de copo em riste, Comité de Organização às 23:42 0 cagalhões
O que Cala Abelardo
de copo em riste, Comité de Organização às 23:38 0 cagalhões
com um Vintage da casta Novos Amigos Imaginários da Vinicultuna
Ideia - A Propósito das Novas Ceroulas de Traje Para a Tuna
de copo em riste, Comité de Organização às 23:36 0 cagalhões
Do Grande Livro da Vinicultuna e dos Animais - IX
de copo em riste, Comité de Organização às 23:27 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grande Livro dos Animais
Bella Roma - nós só queremos uns cantinhos só para nós
de copo em riste, Comité de Organização às 23:18 0 cagalhões
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Hoje Só Pode Ser um Dia de Sorte - XXIII
Vou à Bola com o Senhor do Vale.
Hoje nunca poderá ser um dia de azar?
Nada pode correr mal, e essa previsibilidade limitante não augura nada de bom.
de copo em riste, Comité de Organização às 14:42 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Do Vinho e da Empatia entre os Utentes e Funcionários do Sistema Nacional de Saúde - XX
A Funcionária do Sistema Nacional de Saúde:
- Vamos lá, engula as pastilhinhas!
A Utente do Sistema Nacional de Saúde:
...gllp...glllp!
A Funcionária do Sistema Nacional de Saúde:
- Já está!
O Familiar da Utente do Sistema Nacional de Saúde:
- Maravilha! Eh! Eh!Até parece Vinho Tinto!
de copo em riste, Comité de Organização às 19:20 0 cagalhões
com um Vintage da casta Vinho e Empatia no SNS
sábado, 24 de novembro de 2007
Grandes Frases LXXIV
Platão
de copo em riste, maximum morsae às 14:06 0 cagalhões
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Hoje Foi Um Dia De Sorte - XXII
Lembrei-me de ir àquele sítio, e encontrei isto:
http://www.scsalgueiros.pt/www/hino/hino.mp3
Hoje foi um dia de azar.
Uma vez mais li a coluna d'"A Bola", "O País de Norte a Sul". Ainda não foi desta que anunciaram o regresso da equipa de futebol...
Tenho mesmo muitas saudades.
de copo em riste, Comité de Organização às 23:01 0 cagalhões
com um Vintage da casta O Meu Dia de Sorte
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Um Lamento - seis lamentos
"...Pelo menos seis elefantes asiáticos, entre os quais três filhotes, morreram electrocutados depois de se embriagarem com cerveja e baterem em cabos de alta tensão no nordeste da Índia, indicaram hoje as autoridades..."
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=300880
lamentamos profundamente - estamos chocados
de copo em riste, Comité de Organização às 19:47 0 cagalhões
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Do Epicurismo
Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia
Tinha não sei qual guerra,
Quando a invasão ardia na Cidade
E as mulheres gritavam,
Dois jogadores de xadrez jogavam
O seu jogo contínuo.
À sombra de ampla árvore fitavam
O tabuleiro antigo,
E, ao lado de cada um, esperando os seus
Momentos mais folgados,
Quando havia movido a pedra, e agora
Esperava o adversário.
Um púcaro com vinho refrescava
Sobriamente a sua sede.
Ardiam casas, saqueadas eram
As arcas e as paredes,
Violadas, as mulheres eram postas
Contra os muros caídos,
Traspassadas de lanças, as crianças
Eram sangue nas ruas...
Mas onde estavam, perto da cidade,
E longe do seu ruído,
Os jogadores de xadrez jogavam
O jogo de xadrez.
Inda que nas mensagens do ermo vento
Lhes viessem os gritos,
E, ao refletir, soubessem desde a alma
Que por certo as mulheres
E as tenras filhas violadas eram
Nessa distância próxima,
Inda que, no momento que o pensavam,
Uma sombra ligeira
Lhes passasse na fronte alheada e vaga,
Breve seus olhos calmos
Volviam sua atenta confiança
Ao tabuleiro velho.
Quando o rei de marfim está em perigo,
Que importa a carne e o osso
Das irmãs e das mães e das crianças?
Quando a torre não cobre
A retirada da rainha branca,
O saque pouco importa.
E quando a mão confiada leva o xeque
Ao rei do adversário,
Pouco pesa na alma que lá longe
Estejam morrendo filhos.
Mesmo que, de repente, sobre o muro
Surja a sanhuda face
Dum guerreiro invasor, e breve deva
Em sangue ali cair
O jogador solene de xadrez,
O momento antes desse
(É ainda dado ao cálculo dum lance
P'ra a efeito horas depois)
É ainda entregue ao jogo predileto
Dos grandes indif'rentes.
Caiam cidades, sofram povos, cesse
A liberdade e a vida.
Os haveres tranquilos e avitos
Ardem e que se arranquem,
Mas quando a guerra os jogos interrompa,
Esteja o rei sem xeque,
E o de marfim peão mais avançado
Pronto a comprar a torre.
Meus irmãos em amarmos Epicuro
E o entendermos mais
De acordo com nós-próprios que com ele,
Aprendamos na história
Dos calmos jogadores de xadrez
Como passar a vida.
Tudo o que é sério pouco nos importe,
O grave pouco pese,
O natural impulso dos instintos
Que ceda ao inútil gozo
(Sob a sombra tranquila do arvoredo)
De jogar um bom jogo.
O que levamos desta vida inútil
Tanto vale se é
A glória, a fama, o amor, a ciência, a vida,
Como se fosse apenas
A memória de um jogo bem jogado
E uma partida ganha
A um jogador melhor.
A glória pesa como um fardo rico,
A fama como a febre,
O amor cansa, porque é a sério e busca,
A ciência nunca encontra,
E a vida passa e dói porque o conhece...
O jogo do xadrez
Prende a alma toda, mas, perdido, pouco
Pesa, pois não é nada.
Ah! sob as sombras que sem qu'rer nos amam,
Com um púcaro de vinho
Ao lado, e atentos só à inútil faina
Do jogo do xadrez
Mesmo que o jogo seja apenas sonho
E não haja parceiro,
Imitemos os persas desta história,
E, enquanto lá fora,
Ou perto ou longe, a guerra e a pátria e a vida
Chamam por nós, deixemos
Que em vão nos chamem, cada um de nós
Sob as sombras amigas
Sonhando, ele os parceiros, e o xadrez
A sua indiferença.
Ricardo Reis, 1-6-1916
de copo em riste, Fodunt às 22:31 0 cagalhões
domingo, 28 de outubro de 2007
Vinicultuna - Protocolo de Velhice - III
"Na Sua Velhice, o Tuno da Vinicultuna não estará correctamente trajado, sem o seu Lenço de Escarrar."
"Na Sua Velhice, e sempre que na qualidade de Palestrante Decano Convidado, o Tuno da Vinicultuna dissertar sobre o Homem e a Doença, usará termos como "Vísceras", "Humores", "Éteres" e "Males"."
"Sempre que a Sua Velhice levar um Irmão de Vinho, a Vinicultuna expressará as condolências segurando a mão da Viúva, fitando-a com admiração, e exclamando com majestade "Minha Senhora, Foi na vezinha dele!" , no que será a máxima manifestação de consideração e respeito pelo Notável e Completo Percurso de Vida do Ausente."
de copo em riste, Comité de Organização às 11:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Protocolo de Velhice
sábado, 27 de outubro de 2007
Grandes Frases LXXIII
de copo em riste, maximum morsae às 15:00 0 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases