Porque Não?
de copo em riste, Comité de Organização às 21:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Na Lua Pelos Nossos Próprios Meios
de copo em riste, Comité de Organização às 21:48 0 cagalhões
com um Vintage da casta Na Lua Pelos Nossos Próprios Meios
Na infância de T. havia uma triste cave.
Nessa cave havia um pequeno quarto de arrumos de paredes despidas.
Nesse quarto havia um colchão de espuma cheio de pó. Trincheira enlameada, caravela renascentista, tapete voador, relvado fofo para pontapés de bicicleta. E campo de batalha de lutas de almofadas. Também de espuma, descosidas, ainda mais cheias de pó, amontoadas a um canto.
Na adolescência de T., nesse canto, por baixo das almofadas então raramente usadas, passou a esconder-se uma garrafa meio-cheia.
de copo em riste, Comité de Organização às 21:40 0 cagalhões
com um Vintage da casta A Vida de T.
- "Viking! Viking!
Prennez-moi une photo avec Viking!"
- "Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!"
de copo em riste, Comité de Organização às 21:38 0 cagalhões
com um Vintage da casta Noites Duvalianas até ser Dias TóZéquianos
T. começou a beber na cozinha.
Lá em casa era tudo dividido.
A mãe de T. cozinhava. O pai de T. ajudava.
O pai de T. lavava a louça. A mãe de T., embora dissesse loiça, também ajudava.
A T. e ao irmão cabia pôr a mesa, e levantá-la no fim refeição, levando a loiça - ambos herdaram a maneira de dizer da mãe para a cozinha.
Na cozinha, antes de despejar o resto pelo ralo da pia, bebia sempre um golo do vinho que sobrara no copo do pai. A mãe só bebia às vezes.
de copo em riste, Comité de Organização às 20:46 0 cagalhões
com um Vintage da casta A Vida de T.
No último mês não estive...
Não estive...
Nem aqui, nem ali,
Nem no lugar do costume
Nem em África, nem na América,
Nem no Norte nem no Sul...
Nem sequer em parte incerta...
Lamentavelmente não estive...
de copo em riste, Comité de Organização às 20:44 0 cagalhões
de copo em riste, Pissæ Cubis às 09:04 1 cagalhões
"Pega lá a Guitarra e toca já a Madalena três vezes... já fica despachado"
de copo em riste, Fodunt às 02:12 1 cagalhões
de copo em riste, Octavius às 02:32 0 cagalhões
com um Vintage da casta Lendas
de copo em riste, Octavius às 23:04 1 cagalhões
com um Vintage da casta Grandes Frases
Visão, olfacto e paladar: estes são os sentidos que têm de estar bem apurados quando se saboreia um vinho. A prova é utilizada para avaliar o vinho e apesar de parecer um pouco complexa, qualquer um pode realizá-la. (é verdade)
Comece por olhar o vinho e repare bem na sua cor. Depois, leve o copo ao seu nariz e sinta os aromas que estão a ser libertados. Se quiser, mexa o copo ligeiramente para estimular a libertação de outros aromas. Leve o copo à boca e beba um gole: o sabor é a combinação entre aquilo que o olfacto detectou e aquilo que é sentido pelo paladar.
Na boca vai sentir a estrutura do vinho e a sua acidez.
Questão: Isto aplica-se ao vinho gelado (ou gelado de vinho) da D. Mirita?
Resposta: Sim, aplica-se sempre.
Questão: Que acontece a um cego, anósmico ou indivíduo sem paladar que pretenda provar vinho?
Resposta: Nada, à partida alcooliza-se.
Questão: ...?
Resposta: O vinho vem das uvas, sempre.
de copo em riste, Octavius às 19:01 0 cagalhões
De seu nome Pereira Nogueira,
homem de pouco esplendor,
no fim apenas se releva
um belíssimo dum traidor!
Safada história a partilhar
deste nosso grande Amigo,
que a desta maneira actuar
colocará a tumba num jazigo.
Por três euros se vende,
pelos amigos chantageado,
por sua amaldiçoada fortuna
todo arraial foi publicitado!
Pereira Nogueira…Porquê??
Que pretendes da gente??
Só te peço uma coisa…
Por favor, sê decente!!
Aval dado por Exmo. Sr. Pereira Nogueira! Sr. Do Vale a RP!
de copo em riste, Octavius às 15:05 0 cagalhões
Tu, a quem a vida pouco deu
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos.
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos
Homem só, meu irmão.
Tu que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento
Inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento
Homem só, meu irmão.
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste,
dura solidão!
Faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado,
Homem só, meu irmão.
(de Luiz Goes)
de copo em riste, maximum morsae às 11:55 1 cagalhões
Tudo começou com uns sapatos de donzela com uma vassoura amarrada. Foi este o primeiro objecto que me lembro de carregarmos connosco durante algumas noites. Era nosso. E nós gostavamos dele. Perdeu-se numa noite de nevoeiro.
Depois veio a placa "vendemos marmelos". Não era nossa, mas gostávamos dela. Não sei que é feito dela. Talvez se tenha perdido numa noite de nevoeiro.
Seguiu-se um jambé. Era nosso. Nem todos gostávamos dele. Prefiro não saber o seu paradeiro.
Mais recentemente um pote de banha. Era nosso. Nós gostávamos dele. Muito. Algum de nós o deitou no liço. Ups... lixo.
Por Fim o nosso portfolium. Não era nosso. Caiu misteriosamente nas mãos de um caloiro. Vindo do céu. E como por magia... desse caloiro fez-se um Tuno.
Uma miríada de objectos que temos (tivemos) para o que der e vier. Com enorme valor e utilidade.
Mas precisamos de mais. Muitos mais. Porque nos enchem a alma. Porque nos enchem as digressões. (perdoem-me o pleonasmo).
Sendo assim... aqui vai uma lista de objectos que poderiam muito bem ser o nosso próximo "bem mais precioso":
de copo em riste, Fodunt às 01:18 0 cagalhões
Próxima sexta-feira 13, dia 13 de Março realizar-se-á fausto e robusto jantar de Tuna.
Encontro às 7:30 no Piolho.
Local a encontrar.
de copo em riste, Pissæ Cubis às 23:56 0 cagalhões
"Cada animal exótico é diferente todos os outros. Para garantir o bem-estar que merece devemos começar por compreendê-lo, para poder aconselhar o proprietário (maneio geral, biologia, dieta, comportamento), fazer profilaxia, identificar os primeiros sinais de doença e, o mais rapidamente possível, tratar!"
http://www.cve.pt/
Ao Nosso Velho!
"Vou já Cagalhão!... Pchhhhhhhhhhh!!!"
de copo em riste, Comité de Organização às 16:36 0 cagalhões
... Não se chama Elsa, mas sim Elza.
... É filha de Pai Brasileiro e neta de Avô Americano e Avó Indiana.
... Sobre seu pai, diz frequentemente que tocava bombo, flauta e um outro instrumento de fabrico próprio, tudo ao mesmo tempo. "Um grande músico!".
... Sobre sua avó Indiana, diz que era "A mulher mais linda de Portugal!".
... Depois de contar estas e outras histórias de uma família obviamente bonita e interessante, vira-se sempre para o marido, e exclama "e saiu-me este velho na rifa!" enquanto lhe de desfere um soco nas costas.
... Partilha o aniversário com dois dos nossos tunos.
de copo em riste, Fodunt às 08:51 0 cagalhões
de copo em riste, Fodunt às 08:37 0 cagalhões
Para celebrar o 12º aniversário da vinicultuna resolvi publicar o ranking das cantigas que a meu ver mais marcaram esta Tuna. Convido os meus contunos a fazerem o mesmo para que, após análise estatística, possamos chegar a um consenso. Podemos igualmente elaborar uma lista final (ou Lista Mestra) que poderá ser de grande utilidade futura. Atrevo-me a deixar o mesmo desafio ao nossos caros leitores, mas, a estes peço apenas o Top 3. Os títulos das cantigas não necessitam de ser muito precisos, até porque alguns perdem a sua "magia" nos títulos originais.
12º Como o macacaco gosta de banana - José Cid
11º Rainha da noite - D'arrasar
10º Feiticeira - Luis Represas
9º Afonso - De Pai Incógnito
8º Show mi, Show mi, Show mi - The Cure
7º Lua do Porto - Mula da Cooperativa/ Vinicultuna de Biomédicas - Tinto
6º Estrumental - Tuno Bianca
5º Perla negra - Yordano
4º Filho do reculuso / Meu magister está oveso - Júlio Miguel e Leninha/Vinicultuna
3º Navegar Navegar - Fausto
2º Olá Copo - Vinicultuna de Biomédicas - Tinto
1º Coitado do Perú - Cinderela e um seu primo
de copo em riste, Fodunt às 00:51 6 cagalhões